terça-feira, 12 de abril de 2011
Liderança corporativa
Com a globalização, temos vários estilos de liderança dentro e fora das organizações e no mundo. Mas o verdadeiro líder é aquele que dá exemplos porque os liderados são o seu próprio reflexo. Um líder tem que ter princípios básicos como ética, humildade, empatia, coragem, persistência, integridade e amar o próximo como a si mesmo.
O país vive hoje uma de suas piores crises de que se tem notícia. Não cabe aqui altercar neste assunto político. O que importa para nós administradores é saber que todas as crises devem ser encaradas sem medo. Podemos fazer algo de melhor para o nosso país, agindo, participando de uma discussão sociopolítica e contribuindo com a sociedade.
Temos várias histórias de líderes, se fossemos citá-las levaria um bom tempo, desde quando deixei setor público e passein a trabalhar no setor privado, mais precisamente o campo industrial tenho lido vários livros sobre o assunto (Ex: Qual é atua Obra, A empresa totalmente voltada para o cliente, Muito além da hierarquia, O livro do Barnardinho, Seja lider de si mesmo e muitos outros, atualmente estou lendo Paixão por vencer e relendo um dos mais importante até aqui EXECUÇÃO de RAM CHARAM) que tem facilidado o estudo sobre os estilos de liderança, porque acredito no verdadeiro espírito de liderança e na sua essência de fazer e de realizar. Um exemplo a ser citado é o nosso mestre Jesus que, para mim, foi uns dos maiores líderes. Aqui não quero escrever sobre religião, mas sim deste homem. Você nem imagina o que é pegar doze homens e tranformá-los em seguidores e multiplicadores: sem recursos. Ele conseguiu levar ao próximo a sua mensagem de fé e amor, este sim foi um líder de verdade.
Com o crescimento das empresas no cenário global, o líder de hoje tem que enfrentar as crises com muita determinação e persistência; é preciso arregaçar as mangas e fazer valer seu potencial de trabalho em equipe. Nestes tempos, não há lugar para desânimo, mas sim de pessoas motivadas e com uma visão mais holística do mercado e proativas.
Uma qualidade de um líder eficaz é a sensibilidade e trabalho em equipe. O líder motivado sempre tem objetivos claros e definidos para alcançar os seus objetivos e metas dentro e fora da organização.
O verdadeiro líder é aquele que compartilha ideais e toma decisões com sua equipe.
O líder de sucesso deve possuir a capacidade de colocar-se no lugar dos outros, que saibam trabalhar com gente em situação complexa e não apenas administrar recursos, esta atribuição básica são dos gerentes operacionais.
Líderes têm humor. Ninguém é infalível; para sobreviver nestes tempos difíceis, você terá de rir de si mesmo e das situações. O humor é a melhor arma para evitar que sua equipe enlouqueça neste mercado tão competitivo e stressante.
Nunca é tarde para fazer algumas coisas, o dia tem 24 horas para todos nós. As oportunidades estão espalhadas pelos quatro cantos, basta ficarmos atentos e antenados no mercado, estude, cante, grite, fale, se emocione, chore, deixa a criança que existe dentro de você viver sem medo de ser feliz e seja um verdadeiro LÍDER.
segunda-feira, 11 de abril de 2011
Confira quais são os 11 principais erros dos novos gestores
Ser promovido a um cargo de chefia pode ser o desejo de muitos profissionais. Mas o tão sonhado posto pode virar pesadelo se a pessoa não souber gerenciar a sua equipe. Neste momento, é comum que os novos gestores errem por falta de experiência ou por excesso de vontade de querer acertar.
O coach-executivo da Alliance Coaching, Pablo Aversa, explica que os erros acontecem porque as pessoas que são promovidas a um cargo de liderança não recebem treinamento.
Para que isso não ocorra, ele indica que as empresas promovam treinamentos tantos externo como internos, contratem serviços de coaching ou ainda desenvolvam um programa em que gestores mais experientes compartilhem ideias e escutem os novos gestores.
"Escolher um mentor pode ajudar. Converse com alguém que você confie, pode ser da mesma empresa ou até mesmo de fora. Este mentor se sentirá lisonjeado. Dificilmente alguém negará ajuda", acrescenta.
Outra maneira de evitar erros é não ter uma postura preestabelecida em mente. Além disso, o novo gestor tem de ser humilde ao lidar com a sua equipe, ou seja, assumir que está aprendendo.
11 principais erros
Para ajudar nesta nova etapa da carreira, o especialista indicou os principais erros cometidos pelos novos gestores. Confira:
Considerar que você sabe tudo: mesmo que o profissional tenha total conhecimento de sua área, ele não sabe tudo, já que a parte mais importante do trabalho ele ainda não domina: gerenciar pessoas. Aversa aconselha que o novo líder ouça as pessoas que estão ao seu redor e procure saber a opinião delas;
Mostrar a todos quem está no comando: todos da sua equipe sabem que você está no comando. Não é necessário demostrar todo o tempo que você é o chefe. O fundamental é que o novo gestor faça a diferença;
Mudar tudo: só porque alguma atividade não é feita da mesma forma que você costuma fazer, não significa que necessariamente está errada;
Ter medo de fazer tudo: talvez você não tenha solicitado essa promoção e não esteja certo que poderá dar conta do trabalho. Mas não permita que isso faça com que você não exerça sua função da melhor maneira possível. Seus superiores não teriam colocado você neste cargo se eles não tivessem confiança que você pode dar conta do desafio;
É comum que os novos gestores errem por falta de experiência ou por
excesso de vontade de querer acertar
Não dedicar tempo para conhecer seu time: mesmo que você tenha trabalhado ao lado dos profissionais da sua equipe durante anos, isso não significa que você os conhece. Entenda o que os estimula, como motivá-los, o que os deixa apreensivos ou preocupados. Conheça-os individualmente, porque essa é a única forma pela qual você pode gerenciá-los de maneira eficaz. Lembre-se que sua equipe é o que irá fazer com que você se saia bem ou não no desafio de ser um bom líder. Dê a sua atenção e dedique tempo para eles;
Não perder tempo com o seu chefe: quem acredita que o chefe compreenderá que o novo gestor está ocupado e não precisa do seu tempo está enganado! Seu trabalho, da mesma forma como era antes de você virar um gestor, é apoiar seu chefe. Assegure-se que você dedica algum tempo para ele, para que ambos possam trocar informações e para receber direcionamento e treinamento;
Não se preocupar com problemas ou com funcionários problemáticos: você não pode mais evitar problemas ou acreditar que eles vão se resolver sozinhos. Quando algo acontece é a sua função descobrir a melhor solução e fazer com que ela seja executada. Isso não significa que você não pode pedir opinião ou apoio dos demais. Você é a pessoa que tem que garantir que a questão está sendo devidamente encaminhada;
Não se permitir ser humano: ser chefe não representa que você não pode rir, demonstrar emoções, ou mesmo cometer um erro ocasional;
Não proteger seu time: os profissionais de sua equipe receberão pressão de todos os lados. Outras áreas da empresa podem querer culpar você por interfaces frágeis. Seu chefe pode querer informar todas as funções desagradáveis no seu departamento. O departamento de Recursos Humanos pode decidir que o nível salarial das posições classificadas na sua área está super-estimado. É sua função defender o seu time e se assegurar que eles são tratados da forma mais justa possível;
Evitar responsabilidade por qualquer coisa: goste ou não, como gestor você é responsável por tudo o que acontece no seu time. Por isso, você tem de construir canais de comunicação de forma que não haja surpresas. Não tem jeito: a responsabilidade vai de mãos dadas com a autoridade conquistada;
Rotular gerações: outro erro comum é rotular as diferentes gerações que trabalham na empresa. Os gestores têm de saber aproveitar os diferentes tipos de profissionais. O mais importante é aprender a conviver, dessa maneira todos ganharão: a empresa, os profissionais e o chefe!
domingo, 3 de abril de 2011
Qualidade, compromisso de todos: Não é opcional!!!
A entrega da fatia, a OPE, a gestão de baixo custo, a gestão de pessoas, a qualidade, são atribuições que, como vocês podem ver, não têm a figura do “ou”, o que significa que todos têm que andar juntos e produzir resultados excelentes. Se deixarmos qualquer um dos itens como opcional é certo que o mercado nos penalizará.
A qualidade sempre foi e será um fator decisivo na escolha do cliente e, ao decidir pela compra, a qualidade ou não o acompanhará por muito tempo. Portanto, um preço eventualmente incoerente, significa uma compra mal sucedida e ponto final. A qualidade boa ou ruim o acompanhará até o último dia de vida do produto. A escolha é do cliente, mas a responsabilidade de produzir um calçado que os deixe felizes e querendo novamente comprar e reviver esta satisfação: “fiz a escolha certa”, é integralmente nossa.
Os problemas mais comuns e que afetam a qualidade, em sua grande maioria, não são problemas de definição de processo, problemas de equipamento, de matéria prima e tampouco dos operadores.
Constatamos em diversos exemplos que nós, os líderes, é que estamos falhando na orientação, na comunicação, na definição, no acompanhamento, na disciplina, na análise crítica, na checagem, na orientação do caminho certo e na prevenção.
Por inúmeras vezes, quando falamos com as pessoas que operavam o processo, a resposta é de que ela já sabia e que também já havia procurado sua liderança!!
Ora, quando um colaborador procura um líder para melhorar um processo de qualidade e não é atendido, esta pessoa criará uma referencia definitiva de resignação, o que é extremamente prejudicial a todo o nosso negócio. Ele alimentará o sentimento que não faz diferença nenhuma procurar seu líder, pois nada será feito, nada mudará!! Com isso, o líder perde força perante o colaborador tornando mais difícil o engajamento que tanto temos buscado.
Devemos sempre evitar este tipo de pensamento em nossas equipes.
Diante disso, é possível concluir que se nos comprometermos realmente e definitivamente em fazer bem feito o básico, certamente diminuiremos bastante os níveis de insatisfação dos nossos clientes e, na mesma proporção, aumentaremos a satisfação e o engajamento de todos os envolvidos em nosso negócio.
Todos precisam saber e entender que a qualidade é a base para nossa produtividade e competitividade! Este é o caminho para nossa gestão de baixo custo!
“Uma das responsabilidades dos lideres e acompanhar tudo ate o final. Qualidade é premissa básica de sobrevivência” (Livro Execucao).
Vamos prestar atenção nas auditorias de processo que estão sendo implementadas em todas as áreas e aproveitar os resultados que elas nos apresentam para melhorar sempre. É fazer toda a equipe se envolver no resultado das auditorias e desafiá-las a fazer 100% na auditoria! Não devemos nos contentar com um resultado diferente deste!
Utilizar o resultado da auditoria de processo como um elemento de gestão, de engajamento e mobilização da equipe é fundamental.
Para termos qualidade, precisamos ter paixão pela solução definitiva, ter prazer em ser profundo nas análises, em “matar o problema” de forma que ele nunca mais aconteça. Precisamos querer assumir o papel de protagonistas em tudo o que fazemos. Tudo depende da nossa atitude, do nosso posicionamento e direção.
Se as equipes perceberem e entenderem que qualidade é ponto fundamental para nós, sentirem que o nosso acompanhamento é constante, se perceberem nossa indignação diante dos problemas de qualidade, certamente, as não conformidades também irão se “envergonhar” e irão diminuir.
Estamos assistindo a uma série de avanços em termos de diminuição dos custos, melhora de produtividade, pelo fato de estarmos acompanhando melhor, decidindo melhor... Acreditamos que o mesmo princípio se aplica a tudo!!
A implementação da cultura da qualidade não se dá por decreto, mas sim por meio de um processo de conscientização, aprendizagem, comprometimento, exemplos todos os dias e, necessariamente, com a liderança iniciando e conduzindo o processo por toda a empresa.
A qualidade sempre foi e será um fator decisivo na escolha do cliente e, ao decidir pela compra, a qualidade ou não o acompanhará por muito tempo. Portanto, um preço eventualmente incoerente, significa uma compra mal sucedida e ponto final. A qualidade boa ou ruim o acompanhará até o último dia de vida do produto. A escolha é do cliente, mas a responsabilidade de produzir um calçado que os deixe felizes e querendo novamente comprar e reviver esta satisfação: “fiz a escolha certa”, é integralmente nossa.
Os problemas mais comuns e que afetam a qualidade, em sua grande maioria, não são problemas de definição de processo, problemas de equipamento, de matéria prima e tampouco dos operadores.
Constatamos em diversos exemplos que nós, os líderes, é que estamos falhando na orientação, na comunicação, na definição, no acompanhamento, na disciplina, na análise crítica, na checagem, na orientação do caminho certo e na prevenção.
Por inúmeras vezes, quando falamos com as pessoas que operavam o processo, a resposta é de que ela já sabia e que também já havia procurado sua liderança!!
Ora, quando um colaborador procura um líder para melhorar um processo de qualidade e não é atendido, esta pessoa criará uma referencia definitiva de resignação, o que é extremamente prejudicial a todo o nosso negócio. Ele alimentará o sentimento que não faz diferença nenhuma procurar seu líder, pois nada será feito, nada mudará!! Com isso, o líder perde força perante o colaborador tornando mais difícil o engajamento que tanto temos buscado.
Devemos sempre evitar este tipo de pensamento em nossas equipes.
Diante disso, é possível concluir que se nos comprometermos realmente e definitivamente em fazer bem feito o básico, certamente diminuiremos bastante os níveis de insatisfação dos nossos clientes e, na mesma proporção, aumentaremos a satisfação e o engajamento de todos os envolvidos em nosso negócio.
Todos precisam saber e entender que a qualidade é a base para nossa produtividade e competitividade! Este é o caminho para nossa gestão de baixo custo!
“Uma das responsabilidades dos lideres e acompanhar tudo ate o final. Qualidade é premissa básica de sobrevivência” (Livro Execucao).
Vamos prestar atenção nas auditorias de processo que estão sendo implementadas em todas as áreas e aproveitar os resultados que elas nos apresentam para melhorar sempre. É fazer toda a equipe se envolver no resultado das auditorias e desafiá-las a fazer 100% na auditoria! Não devemos nos contentar com um resultado diferente deste!
Utilizar o resultado da auditoria de processo como um elemento de gestão, de engajamento e mobilização da equipe é fundamental.
Para termos qualidade, precisamos ter paixão pela solução definitiva, ter prazer em ser profundo nas análises, em “matar o problema” de forma que ele nunca mais aconteça. Precisamos querer assumir o papel de protagonistas em tudo o que fazemos. Tudo depende da nossa atitude, do nosso posicionamento e direção.
Se as equipes perceberem e entenderem que qualidade é ponto fundamental para nós, sentirem que o nosso acompanhamento é constante, se perceberem nossa indignação diante dos problemas de qualidade, certamente, as não conformidades também irão se “envergonhar” e irão diminuir.
Estamos assistindo a uma série de avanços em termos de diminuição dos custos, melhora de produtividade, pelo fato de estarmos acompanhando melhor, decidindo melhor... Acreditamos que o mesmo princípio se aplica a tudo!!
A implementação da cultura da qualidade não se dá por decreto, mas sim por meio de um processo de conscientização, aprendizagem, comprometimento, exemplos todos os dias e, necessariamente, com a liderança iniciando e conduzindo o processo por toda a empresa.
quarta-feira, 30 de março de 2011
Uma homenagem A um grande líder da vida
O Brasil perde um de seus grandes lídere, José Alencar não foi somente um grande empreendedor ou um grande político, foi acima de tudo um grande ser humano que contribuiu de forma significativa para a melhoria de vida de milhões de brasileiros.
Suoa obstinação pela vida comovel uma nação que hoje entristecida amarga sua perda fíica, más seu ensinamentos ficarão pra sempre na memória deste povo tãO carente de homens públicos dignos e honestos, leais e acima de tudo de muita crença.
A cada vez que vemos as imágens deste grande guerreiro nos emocionamos e tiramos grandes e valiosas lições de vida.
Uma vez perguntado se tinha medo da morte, respondeu:
- Eu não conheço a morte, não tenho medo da morte, tenho medo é da desronra, pois um homem desonrado morre em vida.
Descance em paz grande guerreiro.
sábado, 26 de março de 2011
Tudo Muda, inclusive você
Você concorda que o mundo é dinâmico e tudo em nossas vidas muda o tempo todo? Concorda que o cliente está a cada dia melhor informado e mais exigente? Que os preços estão mais competitivos e a qualidade dos produtos nivelada? Você concorda que o bom atendimento e a otimização da prestação de serviços são importantes diferenciais competitivos?
Se você respondeu afirmativamente a pelo menos uma das questões acima, deve estar ciente de que você também, independente da situação que se encontra, precisa mudar, afinal de contas, admitamos ou não, “a nossa vida é como se fosse um Rio, onde a água que corre em seu leito nunca é a mesma”.
Daí eu volto a lhe perguntar: o quanto você mudou no último ano? As mudanças em sua vida foram voluntárias ou circunstanciais? Você tem consciência da importância da mudança voluntária para elevar a sua auto-estima e triunfar?
Pois, saiba que diante da certeza de que tudo muda, vence mais rápido aquele que for capaz de provocar, em si, mudanças, traçando e cumprindo as suas próprias metas. Caso contrário, estará à deriva e a mercê dos ventos das transformações, sem saber se haverá porto seguro para atracar. Além disso, não deve-se esquecer os ricos ensinamentos do psicólogo Abraham Maslow ao afirmar: “se você está pretendendo ser qualquer coisa aquém do que é capaz, provavelmente será infeliz pelo resto da vida.”
Vale, ainda ressaltar, que aquele que não quer mudar por achar, por exemplo, que a vida está boa, corre o risco de descer alguns degraus na escada do sucesso, pois como tudo evolui, ficar onde está significa distânciar-se, cada dia mais, do topo. Podemos comparar a nossa evolução como a tentativa de subir uma escada rolante que só desce. Assim, se pararmos, ela nos leva para baixo.
Mas, se eu sou um profissional de vendas, como devo agir para me preparar adequadamente para as mudanças? Há muitas formas, porém seguir os passos abaixo poderá contribuir bastante para qualquer pessoa que busque evolução.
* Reserve uma hora diária para rever suas metas. Aprenda com o que está funcionando e ajuste o que não estiver indo muito bem;
* Recorra à comodidade e ferramentas do telefone celular, para fazer negócios e manter relacionamentos;
* Utilize a internet e seus aplicativos para contatar, prospectar, vender e fidelizar clientes;
* Não fique fora das mídias sociais, pois elas podem ser muito úteis em sua trajetória para o topo;
* Invista em sua educação. Leia bons livros, faça cursos, pesquise na internet, frequente treinamentos e conferências;
* Peça aos seus clientes para ajudá-lo a superar as suas metas. Se eles se recusarem a contribuir, você saberá que não está fazendo o “dever de casa” como deveria, e se eles ajudarem, você vencerá mais rápido. Qualquer que seja a situação, você só tem a ganhar;
Saiba que seguir os passos acima pode não garantir o seu sucesso, mas ignorá-los será prejuízo na certa, afinal de contas é como disse Paul Tagliabue: “O futuro não acontece – é moldado por decisões”.
Pense nisso, ótima semana e que Deus nos abençoe.
Você concorda que o mundo é dinâmico e tudo em nossas vidas muda o tempo todo? Concorda que o cliente está a cada dia melhor informado e mais exigente? Que os preços estão mais competitivos e a qualidade dos produtos nivelada? Você concorda que o bom atendimento e a otimização da prestação de serviços são importantes diferenciais competitivos?
Se você respondeu afirmativamente a pelo menos uma das questões acima, deve estar ciente de que você também, independente da situação que se encontra, precisa mudar, afinal de contas, admitamos ou não, “a nossa vida é como se fosse um Rio, onde a água que corre em seu leito nunca é a mesma”.
Daí eu volto a lhe perguntar: o quanto você mudou no último ano? As mudanças em sua vida foram voluntárias ou circunstanciais? Você tem consciência da importância da mudança voluntária para elevar a sua auto-estima e triunfar?
Pois, saiba que diante da certeza de que tudo muda, vence mais rápido aquele que for capaz de provocar, em si, mudanças, traçando e cumprindo as suas próprias metas. Caso contrário, estará à deriva e a mercê dos ventos das transformações, sem saber se haverá porto seguro para atracar. Além disso, não deve-se esquecer os ricos ensinamentos do psicólogo Abraham Maslow ao afirmar: “se você está pretendendo ser qualquer coisa aquém do que é capaz, provavelmente será infeliz pelo resto da vida.”
Vale, ainda ressaltar, que aquele que não quer mudar por achar, por exemplo, que a vida está boa, corre o risco de descer alguns degraus na escada do sucesso, pois como tudo evolui, ficar onde está significa distânciar-se, cada dia mais, do topo. Podemos comparar a nossa evolução como a tentativa de subir uma escada rolante que só desce. Assim, se pararmos, ela nos leva para baixo.
Mas, se eu sou um profissional de vendas, como devo agir para me preparar adequadamente para as mudanças? Há muitas formas, porém seguir os passos abaixo poderá contribuir bastante para qualquer pessoa que busque evolução.
* Reserve uma hora diária para rever suas metas. Aprenda com o que está funcionando e ajuste o que não estiver indo muito bem;
* Recorra à comodidade e ferramentas do telefone celular, para fazer negócios e manter relacionamentos;
* Utilize a internet e seus aplicativos para contatar, prospectar, vender e fidelizar clientes;
* Não fique fora das mídias sociais, pois elas podem ser muito úteis em sua trajetória para o topo;
* Invista em sua educação. Leia bons livros, faça cursos, pesquise na internet, frequente treinamentos e conferências;
* Peça aos seus clientes para ajudá-lo a superar as suas metas. Se eles se recusarem a contribuir, você saberá que não está fazendo o “dever de casa” como deveria, e se eles ajudarem, você vencerá mais rápido. Qualquer que seja a situação, você só tem a ganhar;
Saiba que seguir os passos acima pode não garantir o seu sucesso, mas ignorá-los será prejuízo na certa, afinal de contas é como disse Paul Tagliabue: “O futuro não acontece – é moldado por decisões”.
Pense nisso, ótima semana e que Deus nos abençoe.
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Você concorda que o mundo é dinâmico e tudo em nossas vidas muda o tempo todo? Concorda que o cliente está a cada dia melhor informado e mais exigente? Que os preços estão mais competitivos e a qualidade dos produtos nivelada? Você concorda que o bom atendimento e a otimização da prestação de serviços são importantes diferenciais competitivos?
Se você respondeu afirmativamente a pelo menos uma das questões acima, deve estar ciente de que você também, independente da situação que se encontra, precisa mudar, afinal de contas, admitamos ou não, “a nossa vida é como se fosse um Rio, onde a água que corre em seu leito nunca é a mesma”.
Daí eu volto a lhe perguntar: o quanto você mudou no último ano? As mudanças em sua vida foram voluntárias ou circunstanciais? Você tem consciência da importância da mudança voluntária para elevar a sua auto-estima e triunfar?
Pois, saiba que diante da certeza de que tudo muda, vence mais rápido aquele que for capaz de provocar, em si, mudanças, traçando e cumprindo as suas próprias metas. Caso contrário, estará à deriva e a mercê dos ventos das transformações, sem saber se haverá porto seguro para atracar. Além disso, não deve-se esquecer os ricos ensinamentos do psicólogo Abraham Maslow ao afirmar: “se você está pretendendo ser qualquer coisa aquém do que é capaz, provavelmente será infeliz pelo resto da vida.”
Vale, ainda ressaltar, que aquele que não quer mudar por achar, por exemplo, que a vida está boa, corre o risco de descer alguns degraus na escada do sucesso, pois como tudo evolui, ficar onde está significa distânciar-se, cada dia mais, do topo. Podemos comparar a nossa evolução como a tentativa de subir uma escada rolante que só desce. Assim, se pararmos, ela nos leva para baixo.
Mas, se eu sou um profissional de vendas, como devo agir para me preparar adequadamente para as mudanças? Há muitas formas, porém seguir os passos abaixo poderá contribuir bastante para qualquer pessoa que busque evolução.
* Reserve uma hora diária para rever suas metas. Aprenda com o que está funcionando e ajuste o que não estiver indo muito bem;
* Recorra à comodidade e ferramentas do telefone celular, para fazer negócios e manter relacionamentos;
* Utilize a internet e seus aplicativos para contatar, prospectar, vender e fidelizar clientes;
* Não fique fora das mídias sociais, pois elas podem ser muito úteis em sua trajetória para o topo;
* Invista em sua educação. Leia bons livros, faça cursos, pesquise na internet, frequente treinamentos e conferências;
* Peça aos seus clientes para ajudá-lo a superar as suas metas. Se eles se recusarem a contribuir, você saberá que não está fazendo o “dever de casa” como deveria, e se eles ajudarem, você vencerá mais rápido. Qualquer que seja a situação, você só tem a ganhar;
Saiba que seguir os passos acima pode não garantir o seu sucesso, mas ignorá-los será prejuízo na certa, afinal de contas é como disse Paul Tagliabue: “O futuro não acontece – é moldado por decisões”.
Pense nisso, ótima semana e que Deus nos abençoe.
Escrito por Evaldo Costa
Se você respondeu afirmativamente a pelo menos uma das questões acima, deve estar ciente de que você também, independente da situação que se encontra, precisa mudar, afinal de contas, admitamos ou não, “a nossa vida é como se fosse um Rio, onde a água que corre em seu leito nunca é a mesma”.
Daí eu volto a lhe perguntar: o quanto você mudou no último ano? As mudanças em sua vida foram voluntárias ou circunstanciais? Você tem consciência da importância da mudança voluntária para elevar a sua auto-estima e triunfar?
Pois, saiba que diante da certeza de que tudo muda, vence mais rápido aquele que for capaz de provocar, em si, mudanças, traçando e cumprindo as suas próprias metas. Caso contrário, estará à deriva e a mercê dos ventos das transformações, sem saber se haverá porto seguro para atracar. Além disso, não deve-se esquecer os ricos ensinamentos do psicólogo Abraham Maslow ao afirmar: “se você está pretendendo ser qualquer coisa aquém do que é capaz, provavelmente será infeliz pelo resto da vida.”
Vale, ainda ressaltar, que aquele que não quer mudar por achar, por exemplo, que a vida está boa, corre o risco de descer alguns degraus na escada do sucesso, pois como tudo evolui, ficar onde está significa distânciar-se, cada dia mais, do topo. Podemos comparar a nossa evolução como a tentativa de subir uma escada rolante que só desce. Assim, se pararmos, ela nos leva para baixo.
Mas, se eu sou um profissional de vendas, como devo agir para me preparar adequadamente para as mudanças? Há muitas formas, porém seguir os passos abaixo poderá contribuir bastante para qualquer pessoa que busque evolução.
* Reserve uma hora diária para rever suas metas. Aprenda com o que está funcionando e ajuste o que não estiver indo muito bem;
* Recorra à comodidade e ferramentas do telefone celular, para fazer negócios e manter relacionamentos;
* Utilize a internet e seus aplicativos para contatar, prospectar, vender e fidelizar clientes;
* Não fique fora das mídias sociais, pois elas podem ser muito úteis em sua trajetória para o topo;
* Invista em sua educação. Leia bons livros, faça cursos, pesquise na internet, frequente treinamentos e conferências;
* Peça aos seus clientes para ajudá-lo a superar as suas metas. Se eles se recusarem a contribuir, você saberá que não está fazendo o “dever de casa” como deveria, e se eles ajudarem, você vencerá mais rápido. Qualquer que seja a situação, você só tem a ganhar;
Saiba que seguir os passos acima pode não garantir o seu sucesso, mas ignorá-los será prejuízo na certa, afinal de contas é como disse Paul Tagliabue: “O futuro não acontece – é moldado por decisões”.
Pense nisso, ótima semana e que Deus nos abençoe.
Você concorda que o mundo é dinâmico e tudo em nossas vidas muda o tempo todo? Concorda que o cliente está a cada dia melhor informado e mais exigente? Que os preços estão mais competitivos e a qualidade dos produtos nivelada? Você concorda que o bom atendimento e a otimização da prestação de serviços são importantes diferenciais competitivos?
Se você respondeu afirmativamente a pelo menos uma das questões acima, deve estar ciente de que você também, independente da situação que se encontra, precisa mudar, afinal de contas, admitamos ou não, “a nossa vida é como se fosse um Rio, onde a água que corre em seu leito nunca é a mesma”.
Daí eu volto a lhe perguntar: o quanto você mudou no último ano? As mudanças em sua vida foram voluntárias ou circunstanciais? Você tem consciência da importância da mudança voluntária para elevar a sua auto-estima e triunfar?
Pois, saiba que diante da certeza de que tudo muda, vence mais rápido aquele que for capaz de provocar, em si, mudanças, traçando e cumprindo as suas próprias metas. Caso contrário, estará à deriva e a mercê dos ventos das transformações, sem saber se haverá porto seguro para atracar. Além disso, não deve-se esquecer os ricos ensinamentos do psicólogo Abraham Maslow ao afirmar: “se você está pretendendo ser qualquer coisa aquém do que é capaz, provavelmente será infeliz pelo resto da vida.”
Vale, ainda ressaltar, que aquele que não quer mudar por achar, por exemplo, que a vida está boa, corre o risco de descer alguns degraus na escada do sucesso, pois como tudo evolui, ficar onde está significa distânciar-se, cada dia mais, do topo. Podemos comparar a nossa evolução como a tentativa de subir uma escada rolante que só desce. Assim, se pararmos, ela nos leva para baixo.
Mas, se eu sou um profissional de vendas, como devo agir para me preparar adequadamente para as mudanças? Há muitas formas, porém seguir os passos abaixo poderá contribuir bastante para qualquer pessoa que busque evolução.
* Reserve uma hora diária para rever suas metas. Aprenda com o que está funcionando e ajuste o que não estiver indo muito bem;
* Recorra à comodidade e ferramentas do telefone celular, para fazer negócios e manter relacionamentos;
* Utilize a internet e seus aplicativos para contatar, prospectar, vender e fidelizar clientes;
* Não fique fora das mídias sociais, pois elas podem ser muito úteis em sua trajetória para o topo;
* Invista em sua educação. Leia bons livros, faça cursos, pesquise na internet, frequente treinamentos e conferências;
* Peça aos seus clientes para ajudá-lo a superar as suas metas. Se eles se recusarem a contribuir, você saberá que não está fazendo o “dever de casa” como deveria, e se eles ajudarem, você vencerá mais rápido. Qualquer que seja a situação, você só tem a ganhar;
Saiba que seguir os passos acima pode não garantir o seu sucesso, mas ignorá-los será prejuízo na certa, afinal de contas é como disse Paul Tagliabue: “O futuro não acontece – é moldado por decisões”.
Pense nisso, ótima semana e que Deus nos abençoe.
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Você concorda que o mundo é dinâmico e tudo em nossas vidas muda o tempo todo? Concorda que o cliente está a cada dia melhor informado e mais exigente? Que os preços estão mais competitivos e a qualidade dos produtos nivelada? Você concorda que o bom atendimento e a otimização da prestação de serviços são importantes diferenciais competitivos?
Se você respondeu afirmativamente a pelo menos uma das questões acima, deve estar ciente de que você também, independente da situação que se encontra, precisa mudar, afinal de contas, admitamos ou não, “a nossa vida é como se fosse um Rio, onde a água que corre em seu leito nunca é a mesma”.
Daí eu volto a lhe perguntar: o quanto você mudou no último ano? As mudanças em sua vida foram voluntárias ou circunstanciais? Você tem consciência da importância da mudança voluntária para elevar a sua auto-estima e triunfar?
Pois, saiba que diante da certeza de que tudo muda, vence mais rápido aquele que for capaz de provocar, em si, mudanças, traçando e cumprindo as suas próprias metas. Caso contrário, estará à deriva e a mercê dos ventos das transformações, sem saber se haverá porto seguro para atracar. Além disso, não deve-se esquecer os ricos ensinamentos do psicólogo Abraham Maslow ao afirmar: “se você está pretendendo ser qualquer coisa aquém do que é capaz, provavelmente será infeliz pelo resto da vida.”
Vale, ainda ressaltar, que aquele que não quer mudar por achar, por exemplo, que a vida está boa, corre o risco de descer alguns degraus na escada do sucesso, pois como tudo evolui, ficar onde está significa distânciar-se, cada dia mais, do topo. Podemos comparar a nossa evolução como a tentativa de subir uma escada rolante que só desce. Assim, se pararmos, ela nos leva para baixo.
Mas, se eu sou um profissional de vendas, como devo agir para me preparar adequadamente para as mudanças? Há muitas formas, porém seguir os passos abaixo poderá contribuir bastante para qualquer pessoa que busque evolução.
* Reserve uma hora diária para rever suas metas. Aprenda com o que está funcionando e ajuste o que não estiver indo muito bem;
* Recorra à comodidade e ferramentas do telefone celular, para fazer negócios e manter relacionamentos;
* Utilize a internet e seus aplicativos para contatar, prospectar, vender e fidelizar clientes;
* Não fique fora das mídias sociais, pois elas podem ser muito úteis em sua trajetória para o topo;
* Invista em sua educação. Leia bons livros, faça cursos, pesquise na internet, frequente treinamentos e conferências;
* Peça aos seus clientes para ajudá-lo a superar as suas metas. Se eles se recusarem a contribuir, você saberá que não está fazendo o “dever de casa” como deveria, e se eles ajudarem, você vencerá mais rápido. Qualquer que seja a situação, você só tem a ganhar;
Saiba que seguir os passos acima pode não garantir o seu sucesso, mas ignorá-los será prejuízo na certa, afinal de contas é como disse Paul Tagliabue: “O futuro não acontece – é moldado por decisões”.
Pense nisso, ótima semana e que Deus nos abençoe.
Escrito por Evaldo Costa
terça-feira, 22 de março de 2011
O que os líderes fazem
01 - Os líderes são incansáveis em melhorar a equipe, usando todos os encontros como oportunidades para avaliar, treinar e reforçar a autoconfiança.
02 - Os líderes se empenham para que as pessoas não só compreendAm a visão, mas também para que a vivenciem e a respirem.
03 - Os líderes se põem no lugar de todos, transpirando energia positiva e otimismo.
04 - Os líderes angariam confiAnça com franqueza, transparência e reconhecendo os méritos alheios.
05 - Os líderes têm corAgem para tomar decições impopulares e agir com base no instinto.
06 - Os líderes quetionam e instigam, por meio de uma curiosidade constante que se aproxima do ceticismo, esforçando-se para que suas perguntas sejam respondidas com ação.
07 - Os líderes inspiram a assunção de riscos e o aprendizado constante, dando o exemplo.
08 - Os líderes comemoram.
Brevemente estaremos comentando todos estes ítens, Aguardem.
sábado, 19 de março de 2011
Academia Grendene traz para Sobral Ozires Silva
EXECUTAR, não é simplemente uma tática - é uma disciplina e um sistema. Deve estar embutida na estratégia da empresa, em seus objetivos e sua cultura.
Com este pensamento a Grendene proporcionou a seus gestores momentos emocionantes na tarde de hoje com a palestra proferida por Ozires Silva, fundador da EMBRAER.
foram depoimentos que nos levam a refletir sobre nosso verdadeiro papel na modificação do meio em que vivemos, nos proporcionaou um mergulho na sociedade do conhecimento.
sexta-feira, 18 de março de 2011
Nota de esclarecimento
NOTA DE ESCALRECIMENTO.
A notícia sobre fechamento do terceiro turno e sobre demissões na Grendene S/A é improcedente.
Embora a sazonalidade que traz a variação no número de colaboradores seja típica do setor calçadista, a Grendene através de uma gestão de pessoal bem atenta que inclui adiantamento de férias e uso de banco de horas tem evitado os desligamentos típicos desta sazonalidade. Desta forma, notadamente desde 2009, a Grendene tem conseguido manter o seu quadro de funcionários estável.
Ratificamos que não haverá fechamento do terceiro turno nem estão previstas demissões sazonais.
Herbert Rocha – RP da Grendene para Sobral.
domingo, 13 de março de 2011
Gestão de pessoas na prática
Recorrendo às questões históricas, percebemos que o movimento promovido pela Era da Informação fez com que as organizações percebessem claramente que o grande diferencial competitivo nos negócios são as pessoas. Como gerir esse diferencial intelectual, adotando ações que as ajudem entregar o seu melhor e permanecerem motivadas é a grande questão.
Temos vários estudos que detalham os famosos subsistemas de RH. Aparentemente, bastaria a execução de cada um deles e pronto, teríamos a resposta exata para os nossos problemas de gestão de pessoas. No entanto, como explicar por que tantas empresas diariamente executam suas rotinas de RH, possuem equipes com vários colaboradores atuando nestas tarefas e mesmo assim os problemas continuam?
O desalinhamento estratégico é a resposta para tal indagação. Estrutura-se a área, mas quando pensamos em Atração & Seleção de Talentos, Remuneração Estratégica, Planos de Carreira, Desenvolvimento de Pessoas, Avaliação de Desempenho e Gerenciamento de Indicadores de RH tudo fica nas rotinas sistemáticas e isoladas, sem nenhum direcionamento pautado pelos objetivos e metas traçadas para a empresa.
A solução torna-se clara quando entendemos que o caminho para atrair e selecionar as pessoas certas depende do conhecimento profundo de quais são os valores da organização, o que realmente é talento dentro daquele contexto e o que este profissional deverá fazer para agregar valor ao plano de metas da empresa.
Ao pensarmos em remuneração estratégica temos que projetar quanto estimamos faturar a cada ano e como podemos retribuir os resultados positivos em termos de remuneração, benefícios e outras vantagens aos nossos colaboradores de forma justa e mantendo o equilíbrio financeiro da empresa. Com isso, os profissionais se sentem estimulados a se capacitarem cada vez mais e suas perspectivas de futuro na empresa parecem ser mais nítidas, o que os leva a permanecerem na organização mesmo que recebam tentadoras propostas, pois o que os motiva a trabalhar neste lugar não é somente o retorno financeiro imediato, mas principalmente as possibilidades de carreira que o mesmo apresenta.
Quanto ao desenvolvimento humano, é preciso oferecer práticas e conteúdos que contribuam para o crescimento pessoal e profissional dos colaboradores. Programas de treinamento com metodologias que envolvam as pessoas no processo de aprendizagem, revelem o que a organização necessita, como quer ser vista, o que considera importante e o que faz questão que seja aplicado por cada ser humano que nela atua.
A avaliação de desempenho também é uma importante ferramenta que se propõe a analisar o desempenho do profissional em função das atividades que ele realiza, das metas estabelecidas, dos resultados alcançados e do seu potencial de desenvolvimento. Ou seja, auxilia o colaborador a perceber se aquilo que se esperava dele foi atingido e quais são os gaps que deverão ser desenvolvidos para o futuro. O objetivo final dessa avaliação é contribuir para o desenvolvimento das pessoas na organização.
A Gestão de Pessoas deve formar e consolidar equipes internas produtivas e comprometidas com a estratégia e as metas da empresa, utilizando adequadamente processos seletivos, atividades de treinamento, aperfeiçoamento e desenvolvimento de habilidades individuais, otimizando recursos e investimentos, com o objetivo de maximizar os lucros. Monitorar todos estes elementos faz parte da rotina de gerenciamento dos indicadores de RH que demonstram se o investimento em pessoas trouxe ou não retornos financeiros para o negócio.
Portanto, o segredo para as organizações é manter os seus talentos numa relação de verdadeira parceria de ganhos mútuos, pois se quisermos pensar na empresa hoje e no futuro é preciso entender que a excelência empresarial é um trabalho realizado com e por meio das pessoas.
sexta-feira, 11 de março de 2011
Lucro da Grendene aumenta 44,3% no quarto trimestre
Já a receita líquida de outubro e dezembro deste ano foi de R$ 488,1 milhões, um acréscimo de 1,6% ante os R$ 480,3 milhões anunciados no quarto trimestre do ano anterior.
24 de fevereiro de 2011 - A Grendene (GRND3) anunciou um lucro líquido de R$ 122,7 milhões no quarto trimestre de 2010, uma alta de 44,3% ante os R$ 85 milhões contabilizados no mesmo período do ano passado.
Já a receita líquida de outubro e dezembro deste ano foi de R$ 488,1 milhões, um acréscimo de 1,6% ante os R$ 480,3 milhões anunciados no quarto trimestre do ano anterior.
Por sua vez, o Ebitda (lucro antes de impostos, depreciação e amortização) no período somou R$ 105,3 milhões, um avanço de 74,4% no confronto com os R$ 60,4 milhões verificados nos últimos três meses de 2009.
24 de fevereiro de 2011 - A Grendene (GRND3) anunciou um lucro líquido de R$ 122,7 milhões no quarto trimestre de 2010, uma alta de 44,3% ante os R$ 85 milhões contabilizados no mesmo período do ano passado.
Já a receita líquida de outubro e dezembro deste ano foi de R$ 488,1 milhões, um acréscimo de 1,6% ante os R$ 480,3 milhões anunciados no quarto trimestre do ano anterior.
Por sua vez, o Ebitda (lucro antes de impostos, depreciação e amortização) no período somou R$ 105,3 milhões, um avanço de 74,4% no confronto com os R$ 60,4 milhões verificados nos últimos três meses de 2009.
Grendene negocia com importadores da Líbia e Sudão
Grendene negocia com importadores da Líbia e Sudão
A fabricante brasileira de calçados, que produz 500 mil pares/dia, já exporta para nove países árabes. As negociações com os distribuidores líbios e sudaneses começaram no final de janeiro.
A fabricante de calçados Grendene, fundada em Farroupilha, no Rio Grande do Sul, está abrindo mercado em mais dois países árabes: Líbia e Sudão. A companhia já exporta para Arábia Saudita, Emirados Árabes, Kuwait, Síria, Líbano, Jordânia, Iraque, Egito e Marrocos. As negociações com distribuidores líbios e sudaneses começaram no final de janeiro, durante participação da empresa na Feira Internacional de Cartum, no Sudão, e na missão brasileira ao Norte da África organizada pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).
Divulgação Divulgação
Grendene participou da Feira Internacional de Cartum, no Sudão
De acordo com Artur Bonotto, trader da companhia para o Oriente Médio e Norte da África, os primeiros embarques devem ocorrer até o final do primeiro semestre. "As negociações estão bastante adiantadas. Já enviamos amostras e devemos fechar os primeiros pedidos para a próxima estação", afirma. "A feira no Sudão nos proporcionou ótimos contatos. Participamos do evento pela primeira vez e ficamos bem impressionados", diz. O estande brasileiro na mostra foi organizado pela Câmara de Comércio Árabe Brasileira.
Segundo Bonotto, o Sudão, com 40 milhões de habitantes, é um mercado potencial para a Grendene. "Podemos atender a demanda deles por produtos de massa, com qualidade e design bem superiores aos produtos chineses", garante o trader.
A avaliação de Bonotto sobre a missão também é positiva. "A missão também foi muito boa principalmente pela questão política, contato com governantes locais e embaixadas brasileiras nos países árabes que podem auxiliar nos negócios", diz. A missão brasileira, liderada pelo ministro Miguel Jorge, visitou Líbia, Tunísia, Argélia e Marrocos entre os dias 24 e 30 de janeiro.
Hoje, no Norte da África, o Egito é o maior mercado importador da Grendene, seguido por Marrocos. "São dois mercados maduros onde nossa marca já está consolidada pelo trabalho desenvolvido em parceira com os distribuidores locais", afirma.
O Grendene exporta para 90 países. Entre os maiores mercados de destino da fabricante estão Estados Unidos, Canadá, países da América Latina, Europa, África e Oriente Médio.
A primeira unidade fabril da Grendene surgiu em Farroupilha, no interior do Rio Grande do Sul, em 1971. O que era uma pequena fábrica de embalagens plásticas aos poucos foi se transformando em uma das maiores produtoras mundiais de calçados sintéticos e líder em vários segmentos no mercado brasileiro. Hoje a companhia gera 20 mil empregos diretos e produz 500 mil pares/dia.
A empresa detém marcas como Melissa, Rider, Grendha, Ipanema Gisele Bündchen, Ipanema, Grendene Kids, Grendene Baby e Ilhabela. A empresa tem seis unidades industriais, compostas por 12 fábricas de calçados com capacidade instalada total de 176 milhões de pares/ano, além de uma matrizaria e uma fábrica de PVC com capacidade de produção de 51 mil toneladas/ano para consumo próprio na produção de calçados.
A fabricante brasileira de calçados, que produz 500 mil pares/dia, já exporta para nove países árabes. As negociações com os distribuidores líbios e sudaneses começaram no final de janeiro.
A fabricante de calçados Grendene, fundada em Farroupilha, no Rio Grande do Sul, está abrindo mercado em mais dois países árabes: Líbia e Sudão. A companhia já exporta para Arábia Saudita, Emirados Árabes, Kuwait, Síria, Líbano, Jordânia, Iraque, Egito e Marrocos. As negociações com distribuidores líbios e sudaneses começaram no final de janeiro, durante participação da empresa na Feira Internacional de Cartum, no Sudão, e na missão brasileira ao Norte da África organizada pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).
Divulgação Divulgação
Grendene participou da Feira Internacional de Cartum, no Sudão
De acordo com Artur Bonotto, trader da companhia para o Oriente Médio e Norte da África, os primeiros embarques devem ocorrer até o final do primeiro semestre. "As negociações estão bastante adiantadas. Já enviamos amostras e devemos fechar os primeiros pedidos para a próxima estação", afirma. "A feira no Sudão nos proporcionou ótimos contatos. Participamos do evento pela primeira vez e ficamos bem impressionados", diz. O estande brasileiro na mostra foi organizado pela Câmara de Comércio Árabe Brasileira.
Segundo Bonotto, o Sudão, com 40 milhões de habitantes, é um mercado potencial para a Grendene. "Podemos atender a demanda deles por produtos de massa, com qualidade e design bem superiores aos produtos chineses", garante o trader.
A avaliação de Bonotto sobre a missão também é positiva. "A missão também foi muito boa principalmente pela questão política, contato com governantes locais e embaixadas brasileiras nos países árabes que podem auxiliar nos negócios", diz. A missão brasileira, liderada pelo ministro Miguel Jorge, visitou Líbia, Tunísia, Argélia e Marrocos entre os dias 24 e 30 de janeiro.
Hoje, no Norte da África, o Egito é o maior mercado importador da Grendene, seguido por Marrocos. "São dois mercados maduros onde nossa marca já está consolidada pelo trabalho desenvolvido em parceira com os distribuidores locais", afirma.
O Grendene exporta para 90 países. Entre os maiores mercados de destino da fabricante estão Estados Unidos, Canadá, países da América Latina, Europa, África e Oriente Médio.
A primeira unidade fabril da Grendene surgiu em Farroupilha, no interior do Rio Grande do Sul, em 1971. O que era uma pequena fábrica de embalagens plásticas aos poucos foi se transformando em uma das maiores produtoras mundiais de calçados sintéticos e líder em vários segmentos no mercado brasileiro. Hoje a companhia gera 20 mil empregos diretos e produz 500 mil pares/dia.
A empresa detém marcas como Melissa, Rider, Grendha, Ipanema Gisele Bündchen, Ipanema, Grendene Kids, Grendene Baby e Ilhabela. A empresa tem seis unidades industriais, compostas por 12 fábricas de calçados com capacidade instalada total de 176 milhões de pares/ano, além de uma matrizaria e uma fábrica de PVC com capacidade de produção de 51 mil toneladas/ano para consumo próprio na produção de calçados.
A Parábola imperdível dos concurseiros
Alexandre Rangel no seu livro As mais belas parábolas de todos os tempos,v. I, p. 29 (Belo Horizonte: Editora Leitura, 2002) narra uma parábola que encaixa com perfeição no perfil desafiador do concurseiro. É a seguinte:
“Um velho sábio ensinava ao povo ser trabalhador e cauteloso. Nada de bom pode vir a uma nação cujo povo reclama e espera que outros resolvam seus problemas. Deus dá as coisas boas da vida a quem lida com os problemas por conta própria.
Uma noite, enquanto todos dormiam, ele pôs uma enorme pedra na estrada, impedindo a passagem. Escondeu-se e ficou observando. Primeiro apareceu um fazendeiro com uma carroça carregada de sementes. Ele sedesviou da pedra e saiu praguejando: “Por que esses preguiçosos não mandam retirar essa pedra da estrada.
Logo depois veio um jovem soldado que tropeçou na pedra. Se irritou, praguejou, reclamou, mas nada fez para desobstruir o caminho. Todos que passaram por lá resmungavam, reclamavam, mas ninguém fez nada para retirar aquela pedra da estrada. Em seguida apareceu a filha do moleiro que, embora cansada, resolveu remover a grande pedra. Empurrou, empurrou, puxou para cá, puxou para lá e depois de tanto insistir conseguiu livrar ocaminho, colocando a pedra na lateral da estrada. Para sua surpresa, encontrou uma caixa debaixo da pedra. Ergueu-a. Era pesada, pois estava cheia de alguma coisa. Na sua tampa havia os seguintes dizeres:
“Esta caixa pertence a quem retirar a pedra do caminho”.
Ela abriu a caixa e descobriu que estava cheia de ouro. Ficou muito feliz. Foi para sua casa. Quando o fazendeiro e o soldado souberam do ocorrido, correram para o local. Revolveram o pó da estrada com os pés, na esperança de encontrar um pedaço de ouro. Nada acharam. O sábio disse: “Meus amigos, com frequência encontramos obstáculos e fardos no nosso caminho. Podemos reclamar em alto e bom som enquanto nos desviamos deles se assim preferirmos, ou podemos erguê-los e descobrir o que eles significam. A decepção é normalmente o preço da preguiça”.
Caros amigos concurseiros (e quem mais estiver lendo essa parábola): nós nos movemos em razão das nossas necessidades (isso é normalmente certo). A regra, portanto, é a zona do conforto,do comodismo, da inércia, da preguiça.
Mas saiba: você não chega a lugar nenhum quando você tem vontade forte, mas uma fraca disposição para obedecer-lhe (Carlos Drummond de Andrade, brasileiro, poeta). O pior naufrágio, na nossa vida, é daquele que nunca saiu do porto (Amyr Klink, brasileiro, navegador). Se você nada faz para mudar sua realidade, vai continuar conseguindo o que você sempre conseguiu (Anthony Robbins, americano, escritor). A preguiça anda tão devagar que a pobreza [a decepção, o insucesso] facilmentea alcança (Confúcio, chinês, filósofo). Trabalho duro tem um retorno futuro, preguiça retorna agora (Steven Wright, americano, ator).
Avante!
“Um velho sábio ensinava ao povo ser trabalhador e cauteloso. Nada de bom pode vir a uma nação cujo povo reclama e espera que outros resolvam seus problemas. Deus dá as coisas boas da vida a quem lida com os problemas por conta própria.
Uma noite, enquanto todos dormiam, ele pôs uma enorme pedra na estrada, impedindo a passagem. Escondeu-se e ficou observando. Primeiro apareceu um fazendeiro com uma carroça carregada de sementes. Ele sedesviou da pedra e saiu praguejando: “Por que esses preguiçosos não mandam retirar essa pedra da estrada.
Logo depois veio um jovem soldado que tropeçou na pedra. Se irritou, praguejou, reclamou, mas nada fez para desobstruir o caminho. Todos que passaram por lá resmungavam, reclamavam, mas ninguém fez nada para retirar aquela pedra da estrada. Em seguida apareceu a filha do moleiro que, embora cansada, resolveu remover a grande pedra. Empurrou, empurrou, puxou para cá, puxou para lá e depois de tanto insistir conseguiu livrar ocaminho, colocando a pedra na lateral da estrada. Para sua surpresa, encontrou uma caixa debaixo da pedra. Ergueu-a. Era pesada, pois estava cheia de alguma coisa. Na sua tampa havia os seguintes dizeres:
“Esta caixa pertence a quem retirar a pedra do caminho”.
Ela abriu a caixa e descobriu que estava cheia de ouro. Ficou muito feliz. Foi para sua casa. Quando o fazendeiro e o soldado souberam do ocorrido, correram para o local. Revolveram o pó da estrada com os pés, na esperança de encontrar um pedaço de ouro. Nada acharam. O sábio disse: “Meus amigos, com frequência encontramos obstáculos e fardos no nosso caminho. Podemos reclamar em alto e bom som enquanto nos desviamos deles se assim preferirmos, ou podemos erguê-los e descobrir o que eles significam. A decepção é normalmente o preço da preguiça”.
Caros amigos concurseiros (e quem mais estiver lendo essa parábola): nós nos movemos em razão das nossas necessidades (isso é normalmente certo). A regra, portanto, é a zona do conforto,do comodismo, da inércia, da preguiça.
Mas saiba: você não chega a lugar nenhum quando você tem vontade forte, mas uma fraca disposição para obedecer-lhe (Carlos Drummond de Andrade, brasileiro, poeta). O pior naufrágio, na nossa vida, é daquele que nunca saiu do porto (Amyr Klink, brasileiro, navegador). Se você nada faz para mudar sua realidade, vai continuar conseguindo o que você sempre conseguiu (Anthony Robbins, americano, escritor). A preguiça anda tão devagar que a pobreza [a decepção, o insucesso] facilmentea alcança (Confúcio, chinês, filósofo). Trabalho duro tem um retorno futuro, preguiça retorna agora (Steven Wright, americano, ator).
Avante!
domingo, 27 de fevereiro de 2011
24 de Março - Grendene 40 anos
Hoje a Grendene completa 40 anos...e essa data chega para nos cheia de significado, de lembranças e reflexões. Essa data nos faz lembrar de muitas histórias...Histórias de pessoas visionárias que viram o que ninguém antes viu, pessoas que apostaram num conceito de produto, num material, num modelo de negócio decisivos para a história que foi escrita até aqui. Essa data nos faz lembrar que temos muitos motivos para comemorar. Comemorar cada conquista, cada resultado, cada colaborador, cada produto, cada marca, cada meta, cada mercado, cada cliente conquistado... cada dia vivido aqui...
A cada ano, a Grendene crescia e novas pessoas foram convidadas a fazer parte desse projeto, engajaram-se nesse sonho, no mesmo espírito de empreendorismo, superação, criatividade, inovação, persistência e trabalho, muito trabalho. Pessoas que passaram a compartilhar os mesmos valores: lucro, competitividade, inovação, agilidade, ética...Todos esses elementos compõe um enredo, um cenário uma história repleta de protagonistas...Pessoas especiais que são capazes de se reinventar constantemente, a partir de novos aprendizados e maiores desafios. Pessoas que tornam o impossível possível todos os dias. Pessoas admiráveis.
Essa data desperta em nos um sentimento enorme de orgulho, de dever cumprido, de contribuição, de união e objetivo em comum. Essa data nos faz lembrar de maturidade, de consciência, responsabilidade e protagonismo.
Essa é a história da Grendene. Essa é a minha história. Essa história também é sua. É a você que hoje queremos agradecer... Você que chegou agora há pouco, você que está desde o começo, você que entrou no meio do caminho e ajudou a Grendene a ser mais forte. Hoje, mais do que nunca, todos juntos somos um só... Somos Grendene... somos os responsáveis pelo que aconteceu até aqui e seremos responsáveis pelo que virá. Vamos juntos comemorar por todo esse ano e construir o caminho que nos fará viver e perpetuar essa marca, esse nome, esse sonho....
Grendene 40 ANOS. Essa história também é sua
Parabéns a todos
A cada ano, a Grendene crescia e novas pessoas foram convidadas a fazer parte desse projeto, engajaram-se nesse sonho, no mesmo espírito de empreendorismo, superação, criatividade, inovação, persistência e trabalho, muito trabalho. Pessoas que passaram a compartilhar os mesmos valores: lucro, competitividade, inovação, agilidade, ética...Todos esses elementos compõe um enredo, um cenário uma história repleta de protagonistas...Pessoas especiais que são capazes de se reinventar constantemente, a partir de novos aprendizados e maiores desafios. Pessoas que tornam o impossível possível todos os dias. Pessoas admiráveis.
Essa data desperta em nos um sentimento enorme de orgulho, de dever cumprido, de contribuição, de união e objetivo em comum. Essa data nos faz lembrar de maturidade, de consciência, responsabilidade e protagonismo.
Essa é a história da Grendene. Essa é a minha história. Essa história também é sua. É a você que hoje queremos agradecer... Você que chegou agora há pouco, você que está desde o começo, você que entrou no meio do caminho e ajudou a Grendene a ser mais forte. Hoje, mais do que nunca, todos juntos somos um só... Somos Grendene... somos os responsáveis pelo que aconteceu até aqui e seremos responsáveis pelo que virá. Vamos juntos comemorar por todo esse ano e construir o caminho que nos fará viver e perpetuar essa marca, esse nome, esse sonho....
Grendene 40 ANOS. Essa história também é sua
Parabéns a todos
segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
Como tirar a estratégia do papel
01 - Estamos modificando a maneira como divulgamos o plano estratégico para toda a companhia, de modo a envolver cada vez mais os funcionários.
Numa grande empresa, deve-se começar a desdobrar as metas a partir dos nineis mais altos da hierarquia e, só depois, descer para os demais níveis hierarquicos? Ou é melhor definir e implementar as metas de uma só vez em toda a organização?
Se parparetirmos do princípio de que as metas de cada um são atingidas
Numa grande empresa, deve-se começar a desdobrar as metas a partir dos nineis mais altos da hierarquia e, só depois, descer para os demais níveis hierarquicos? Ou é melhor definir e implementar as metas de uma só vez em toda a organização?
Se parparetirmos do princípio de que as metas de cada um são atingidas
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
LIVRO EXECUÇÃO
Ontem estivemos reunidos no Hotel Ytacaranha (Meruoca) para discutirmos o livro EXECUÇÃO, foi uma experiência fantastica, eramos 190 getores que EXECUTAM.
O aprendizado adquierido foi de fundamental importãncia para a vida profissional de todos qua alí estavam, podemos festejar os belos resultados construídos por todos.
ACADEMIA GRENDENE:AGINDO HOJE NA CONSTRUÇÃO DO FUTURO, nosso muito obrigado por contribuir para nosso crescimento profissional e pessoal.
Sabemos que estamos no caminho certo e que vamos ter muito sucesso, pois somos uma equipe que EXECUTA.
O aprendizado adquierido foi de fundamental importãncia para a vida profissional de todos qua alí estavam, podemos festejar os belos resultados construídos por todos.
ACADEMIA GRENDENE:AGINDO HOJE NA CONSTRUÇÃO DO FUTURO, nosso muito obrigado por contribuir para nosso crescimento profissional e pessoal.
Sabemos que estamos no caminho certo e que vamos ter muito sucesso, pois somos uma equipe que EXECUTA.
domingo, 28 de novembro de 2010
O que um Líder 5 Estrelas deve Saber
Se desejamos construir famílias mais felizes, empresas mais saudáveis e comunidades mais solidárias precisamos mudar a forma de pensar a liderança. As competências aplicáveis nos últimos 50 anos não são mais tão úteis na nova sociedade do serviço, do cliente, do relacionamento móvel e do mundo volátil em que vivemos. Parecem desmoronar as verdades sobre a motivação, a lealdade, o comprometimento e – a liderança! A escassez de líderes competentes é um fato.
No campo político, a grande maioria dos países ressente-se da falta de estatura e competência de seus líderes. No mundo empresarial as empresas não conseguem formar líderes em quantidade e qualidade suficientes para se expandirem, nem para se posicionarem junto a seus clientes, fornecedores, parceiros. Nas famílias agrava-se a distância entre pais e filhos. As comunidades ressentem-se de lideranças mais eficazes.
O que fazer? Uma saída é tentar aprender com a prática daqueles a quem chamo de "líderes cinco-estrelas". Ao longo de minha carreira tenho tido a oportunidade de conviver com vários deles. São líderes – homens e mulheres, alguns bastante jovens – diferenciados, notáveis, mesmo aqueles que são anônimos por não ocuparem cargos nem posição social de destaque. Mas exercem a liderança de forma competente. Temos o que aprender com eles. Quais são seus segredos?
Oferecem causas, em vez de apenas empregos, tarefas ou metas. Criam um ambiente de motivação profunda ao deixar claro o significado que transcende a tarefa, o trabalho, o job description das pessoas que o cercam. Vão muito além de metas e objetivos a serem cumpridos. Indicam o "porto de chegada" e as escalas intermediárias na " viagem" da sua equipe, família, grupo comunitário. E deixam claro que o importante não é inventar o futuro, em vez de perder tempo tentando adivinhá-lo. Contribuem para ajudar as pessoas que os cercam a entenderem melhor os momentos que atravessam. Estimulam os outros no sentimento de que fazem parte de algo nobre, que extrapola a simples troca do trabalho por remuneração. E a superarem situações indesejadas ou inesperadas.
Formam outros líderes, em vez de apenas seguidores. O líder diferenciado não é mais aquele que tem atrás de si um grupo de pessoas que seguem fielmente o rumo traçado e são recompensadas pela sua lealdade. Essa é uma visão elitista da liderança que precisa ser desmistificada. Os líderes competentes são aqueles que têm em torno de si pessoas capazes de exercer a liderança quando necessário. Criam mecanismos, atitudes e posturas que estimulam o desenvolvimento do líder que existe dentro de cada um. Formam, assim, outros líderes. E fazem isso porque já perceberam que as empresas, hoje, necessitam de uma quantidade muito maior de líderes.
Lideram 360 graus, em vez de 90 graus. O líder diferenciado atua onde faz diferença. Não influencia somente quem está do lado "de dentro" numa família, empresa, escola, hospital. Exerce a liderança também "fora", para cima e para os lados. Na empresa, sabe que precisa exercer a liderança perante clientes, parceiros e comunidades. Cuida de perto dos canais de distribuição de seus produtos e serviços. Precisa, às vezes, intervir em operações de seus fornecedores para que esses garantam a qualidade e o custo requeridos para aumentar a competitividade de seu negócio. Precisa influenciar as associações no setor em que atua. Algumas vezes tem que articular com líderes comunitários para que a empresa exerça uma eficaz cidadania corporativa. O líder 360 graus consegue liderar também para "cima". Numa empresa, significa influenciar seu chefe, os diretores, o presidente, os acionistas – enfim, todos aqueles que, na escala de poder, ocupam posição hierárquica superior. Isso requer coragem, ousadia, iniciativa, criatividade.
Surpreendem pelos resultados, em vez de fazer apenas o combinado. O líder do futuro não será aquele que chega aonde anunciou que chegaria. Não bastará cumprir metas. Será aquele que fará mais do que o combinado, surpreenderá pelos resultados que conseguir transformar em realidade. Consegue obter resultados incomuns de pessoas comuns. Surpreende, superando sempre o esperado. Em vez de dar ordens e cobrar rendimento, incentiva cada um a fazer o seu melhor. E dá o melhor de si. Não espera acontecer. Cria as oportunidades. Estimula o senso de urgência e não deixa as coisas para amanhã. Incentiva parcerias, apóia iniciativas. Prioriza o que a equipe precisa, não apenas o que desejam seus integrantes. Consegue o grau de compromisso e disciplina necessário para realizar sonhos definidos em conjunto, não apenas satisfações imediatistas. Celebra os sucessos e as pequenas vitórias. Distribui parte dos resultados gerados, em retribuição à comunidade.
Inspiram pelos valores, em vez de apenas pelo carisma. Inspirar pelos valores é a tarefa mais importante desses líderes. É a "cola" que une as outras forças do líder, a que dá sentido a tudo. O líder diferenciado compreende que o critério do sucesso não é apenas o resultado, mas também a forma como o resultado é obtido. Constrói um código de conduta com os integrantes dos grupos dos quais faz parte, em torno de valores que são explicitados, disseminados e praticados.
Constrói uma cultura aceita e compromissada. O líder cinco-estrelas cria um clima de ética, integridade, confiança, respeito pelo outro, transparência, aprendizado contínuo, inovação, proatividade, paixão, humildade, inteligência emocional. Cultiva a capacidade de servir clientes, fornecedores, comunidades, parceiros. Encara o empreendedorismo como um estado de espírito, não como sinônimo de pessoa jurídica. Esse líder educa pelo exemplo. Fala aos olhos, não apenas aos ouvidos.
Se esses "segredos" não passarem por suficientes, resta adicionar duas outras atitudes que distinguem ainda mais esses "líderes cinco-estrelas".
A primeira delas é que esses líderes aprenderam a ser líderes 24 horas por dia, ou seja, em todas as dimensões da vida. Exercem a liderança de forma coerente no escritório, em casa, na escola, na comunidade. Entendem que a liderança não ocorre apenas quando estamos no trabalho. Por que salientar essa atitude? Porque, infelizmente, a maioria exerce o papel de líder apenas quando está no seu ambiente formal e se comporta de modo completamente diferente – às vezes até antagônico – em outras circunstancias da vida. São "líderes meia-boca" que defendem certos valores quando estão com o crachá das suas organizações, mas que têm outras atitudes quando estão em casa ou em diversas situações do cotidiano.
A segunda atitude é que esses líderes, antes de pretender liderar os outros, aprenderam a liderar a si mesmos. Essa é uma das competências mais fundamentais dos chamados líderes cinco-estrelas. Sabem que, ao liderar, desafiam as pessoas a mudarem seus hábitos cotidianos, posturas, atitudes, comportamentos, modos de pensar – enfim, a modificar a forma de encarar suas vidas.
Esses líderes verdadeiros entendem que a mudança começa dentro de cada um de nós. Mas esses sabem que o líder, quando deseja mudar algo, deve começar a mudança em si. Sabem que liderança não é uma questão técnica, mas de atitudes e posturas. Atitudes perante outros, mas também perante a si mesmo. Isso implica em liderar suas emoções, seus ímpetos, suas deficiências e saber suplementá-las com pessoas de sua equipe ou com parceiros na sua vida pessoal. Isso exige elevada dose de autoconhecimento.
E você, leitor? Quais desses pontos você já pratica e não constituem segredos para você? Quais os que você precisa praticar mais para ser também chamado um "líder cinco-estrelas"?
Temos de evitar atuar no novo jogo da liderança usando aquela velha forma de pensar que nos conduz sempre aos mesmos lugares. Temos de mudar o padrão da liderança se de fato desejamos criar famílias bem mais felizes, empresas mais saudáveis e comunidades mais solidárias.
Faça seu comentário!
No campo político, a grande maioria dos países ressente-se da falta de estatura e competência de seus líderes. No mundo empresarial as empresas não conseguem formar líderes em quantidade e qualidade suficientes para se expandirem, nem para se posicionarem junto a seus clientes, fornecedores, parceiros. Nas famílias agrava-se a distância entre pais e filhos. As comunidades ressentem-se de lideranças mais eficazes.
O que fazer? Uma saída é tentar aprender com a prática daqueles a quem chamo de "líderes cinco-estrelas". Ao longo de minha carreira tenho tido a oportunidade de conviver com vários deles. São líderes – homens e mulheres, alguns bastante jovens – diferenciados, notáveis, mesmo aqueles que são anônimos por não ocuparem cargos nem posição social de destaque. Mas exercem a liderança de forma competente. Temos o que aprender com eles. Quais são seus segredos?
Oferecem causas, em vez de apenas empregos, tarefas ou metas. Criam um ambiente de motivação profunda ao deixar claro o significado que transcende a tarefa, o trabalho, o job description das pessoas que o cercam. Vão muito além de metas e objetivos a serem cumpridos. Indicam o "porto de chegada" e as escalas intermediárias na " viagem" da sua equipe, família, grupo comunitário. E deixam claro que o importante não é inventar o futuro, em vez de perder tempo tentando adivinhá-lo. Contribuem para ajudar as pessoas que os cercam a entenderem melhor os momentos que atravessam. Estimulam os outros no sentimento de que fazem parte de algo nobre, que extrapola a simples troca do trabalho por remuneração. E a superarem situações indesejadas ou inesperadas.
Formam outros líderes, em vez de apenas seguidores. O líder diferenciado não é mais aquele que tem atrás de si um grupo de pessoas que seguem fielmente o rumo traçado e são recompensadas pela sua lealdade. Essa é uma visão elitista da liderança que precisa ser desmistificada. Os líderes competentes são aqueles que têm em torno de si pessoas capazes de exercer a liderança quando necessário. Criam mecanismos, atitudes e posturas que estimulam o desenvolvimento do líder que existe dentro de cada um. Formam, assim, outros líderes. E fazem isso porque já perceberam que as empresas, hoje, necessitam de uma quantidade muito maior de líderes.
Lideram 360 graus, em vez de 90 graus. O líder diferenciado atua onde faz diferença. Não influencia somente quem está do lado "de dentro" numa família, empresa, escola, hospital. Exerce a liderança também "fora", para cima e para os lados. Na empresa, sabe que precisa exercer a liderança perante clientes, parceiros e comunidades. Cuida de perto dos canais de distribuição de seus produtos e serviços. Precisa, às vezes, intervir em operações de seus fornecedores para que esses garantam a qualidade e o custo requeridos para aumentar a competitividade de seu negócio. Precisa influenciar as associações no setor em que atua. Algumas vezes tem que articular com líderes comunitários para que a empresa exerça uma eficaz cidadania corporativa. O líder 360 graus consegue liderar também para "cima". Numa empresa, significa influenciar seu chefe, os diretores, o presidente, os acionistas – enfim, todos aqueles que, na escala de poder, ocupam posição hierárquica superior. Isso requer coragem, ousadia, iniciativa, criatividade.
Surpreendem pelos resultados, em vez de fazer apenas o combinado. O líder do futuro não será aquele que chega aonde anunciou que chegaria. Não bastará cumprir metas. Será aquele que fará mais do que o combinado, surpreenderá pelos resultados que conseguir transformar em realidade. Consegue obter resultados incomuns de pessoas comuns. Surpreende, superando sempre o esperado. Em vez de dar ordens e cobrar rendimento, incentiva cada um a fazer o seu melhor. E dá o melhor de si. Não espera acontecer. Cria as oportunidades. Estimula o senso de urgência e não deixa as coisas para amanhã. Incentiva parcerias, apóia iniciativas. Prioriza o que a equipe precisa, não apenas o que desejam seus integrantes. Consegue o grau de compromisso e disciplina necessário para realizar sonhos definidos em conjunto, não apenas satisfações imediatistas. Celebra os sucessos e as pequenas vitórias. Distribui parte dos resultados gerados, em retribuição à comunidade.
Inspiram pelos valores, em vez de apenas pelo carisma. Inspirar pelos valores é a tarefa mais importante desses líderes. É a "cola" que une as outras forças do líder, a que dá sentido a tudo. O líder diferenciado compreende que o critério do sucesso não é apenas o resultado, mas também a forma como o resultado é obtido. Constrói um código de conduta com os integrantes dos grupos dos quais faz parte, em torno de valores que são explicitados, disseminados e praticados.
Constrói uma cultura aceita e compromissada. O líder cinco-estrelas cria um clima de ética, integridade, confiança, respeito pelo outro, transparência, aprendizado contínuo, inovação, proatividade, paixão, humildade, inteligência emocional. Cultiva a capacidade de servir clientes, fornecedores, comunidades, parceiros. Encara o empreendedorismo como um estado de espírito, não como sinônimo de pessoa jurídica. Esse líder educa pelo exemplo. Fala aos olhos, não apenas aos ouvidos.
Se esses "segredos" não passarem por suficientes, resta adicionar duas outras atitudes que distinguem ainda mais esses "líderes cinco-estrelas".
A primeira delas é que esses líderes aprenderam a ser líderes 24 horas por dia, ou seja, em todas as dimensões da vida. Exercem a liderança de forma coerente no escritório, em casa, na escola, na comunidade. Entendem que a liderança não ocorre apenas quando estamos no trabalho. Por que salientar essa atitude? Porque, infelizmente, a maioria exerce o papel de líder apenas quando está no seu ambiente formal e se comporta de modo completamente diferente – às vezes até antagônico – em outras circunstancias da vida. São "líderes meia-boca" que defendem certos valores quando estão com o crachá das suas organizações, mas que têm outras atitudes quando estão em casa ou em diversas situações do cotidiano.
A segunda atitude é que esses líderes, antes de pretender liderar os outros, aprenderam a liderar a si mesmos. Essa é uma das competências mais fundamentais dos chamados líderes cinco-estrelas. Sabem que, ao liderar, desafiam as pessoas a mudarem seus hábitos cotidianos, posturas, atitudes, comportamentos, modos de pensar – enfim, a modificar a forma de encarar suas vidas.
Esses líderes verdadeiros entendem que a mudança começa dentro de cada um de nós. Mas esses sabem que o líder, quando deseja mudar algo, deve começar a mudança em si. Sabem que liderança não é uma questão técnica, mas de atitudes e posturas. Atitudes perante outros, mas também perante a si mesmo. Isso implica em liderar suas emoções, seus ímpetos, suas deficiências e saber suplementá-las com pessoas de sua equipe ou com parceiros na sua vida pessoal. Isso exige elevada dose de autoconhecimento.
E você, leitor? Quais desses pontos você já pratica e não constituem segredos para você? Quais os que você precisa praticar mais para ser também chamado um "líder cinco-estrelas"?
Temos de evitar atuar no novo jogo da liderança usando aquela velha forma de pensar que nos conduz sempre aos mesmos lugares. Temos de mudar o padrão da liderança se de fato desejamos criar famílias bem mais felizes, empresas mais saudáveis e comunidades mais solidárias.
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quinta-feira, 11 de novembro de 2010
Nosso conhecimento é nosso chefe
Ao conversarmos com nossos colegas sobre práticas que poderiam tornar sua vida profissional mais produtiva, é comum observamos certa concentração em determinadas ações.
Normalmente vem a figura do chefe, que é considerado, por muitos, como um grande responsável pelas dificuldades de crescimento profissional.
Aliás, a palavra chefe já nos remete ao período indígena, quando cada tribo possuía um “chefe”, aquele senhor que normalmente, devido sua idade, tinha experiência o suficiente para tomar as melhores decisões.
A mudança da chefia só acontecia com a morte dele.
Também encontramos o termo chefe nos grupos de animais, o de leões é um deles. O chefe do grupo tem prioridade sobre as fêmeas e desta forma perpetua seus genes. O motivo desta liderança? A força.
Com o decorrer dos anos, outros leões mais novos poderiam desafiar o chefe e conquistar o seu cargo, a base da força…
Embora haja esta diferença quanto ao fator que justifica o cargo de chefia, existe, dois fatos em comum, nestas situações…
Todos os elementos do grupo, que não são chefes, possuem suas atribuições dentro do grupo bem definidas e respeitam as decisões tomadas pelas chefia.
Com o passar do tempo, temos visto que muitos de nós passamos a delegar ao chefe não somente as tomadas de decisões, mas principalmente, os motivos por não atingirmos os nossos objetivos…
Grande equívoco…
Não dependemos de ninguém para que possamos atender nossas metas pessoais, que são realmente aquelas que se perpetuam para sempre.
Em nosso trabalho, por exemplo, por mais que tenhamos, ainda mais nos dias de hoje, muitas ações que inibem nossas atividades, somo muito maiores que tudo isso.
O conhecimento é uma destas coisas que nos torna maior…
Ao desenvolvermos, de forma deliberada, atividades em prol do resgate, compartilhamento e disseminação de conhecimentos, nos mostramos ainda maiores do que somos, ou que supostamente, qualquer chefe acha que somos.
Talvez esta seja uma das maiores contribuições que a gestão do conhecimento pode proporcionar para o atendimento de nossas metas…. a total dependência de nós mesmos.
Normalmente vem a figura do chefe, que é considerado, por muitos, como um grande responsável pelas dificuldades de crescimento profissional.
Aliás, a palavra chefe já nos remete ao período indígena, quando cada tribo possuía um “chefe”, aquele senhor que normalmente, devido sua idade, tinha experiência o suficiente para tomar as melhores decisões.
A mudança da chefia só acontecia com a morte dele.
Também encontramos o termo chefe nos grupos de animais, o de leões é um deles. O chefe do grupo tem prioridade sobre as fêmeas e desta forma perpetua seus genes. O motivo desta liderança? A força.
Com o decorrer dos anos, outros leões mais novos poderiam desafiar o chefe e conquistar o seu cargo, a base da força…
Embora haja esta diferença quanto ao fator que justifica o cargo de chefia, existe, dois fatos em comum, nestas situações…
Todos os elementos do grupo, que não são chefes, possuem suas atribuições dentro do grupo bem definidas e respeitam as decisões tomadas pelas chefia.
Com o passar do tempo, temos visto que muitos de nós passamos a delegar ao chefe não somente as tomadas de decisões, mas principalmente, os motivos por não atingirmos os nossos objetivos…
Grande equívoco…
Não dependemos de ninguém para que possamos atender nossas metas pessoais, que são realmente aquelas que se perpetuam para sempre.
Em nosso trabalho, por exemplo, por mais que tenhamos, ainda mais nos dias de hoje, muitas ações que inibem nossas atividades, somo muito maiores que tudo isso.
O conhecimento é uma destas coisas que nos torna maior…
Ao desenvolvermos, de forma deliberada, atividades em prol do resgate, compartilhamento e disseminação de conhecimentos, nos mostramos ainda maiores do que somos, ou que supostamente, qualquer chefe acha que somos.
Talvez esta seja uma das maiores contribuições que a gestão do conhecimento pode proporcionar para o atendimento de nossas metas…. a total dependência de nós mesmos.
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