segunda-feira, 2 de maio de 2011

Trabalho em equipe: tirania ou casamento feliz?

Modelo, evidentemente, não serve para todos. Mas quantas pessoas podem realmente se dar ao luxo de escolher trabalhar fora de equipes quando as organizações são voltadas à ideologia do grupo?

O trabalho em equipe tornou-se o modo mais seguro e padronizado nas empresas. Na verdade, a maioria de nós tem um eterno romance com as equipes. No entanto, os gerentes raramente questionam as premissas por trás dessa mania. Então, trabalho em equipe continua sendo vantajoso ou está ultrapassado? Vamos analisar...

    Os benefícios das equipes     
     Pesquisas revelam as seguintes vantagens:
- Equipes fornecem uma base sólida para o "pensar", a resolução de problemas e a geração e inovação de ideias, na medida em que duas cabeças, ou mais, são melhores do que uma quando há sinergia.

- As equipes (de determinados tamanhos) têm acesso facilitado a verbas e orçamentos e se aproveitam das vantagens das economias de escala. Tendem a "conseguir" o que os indivíduos não conseguem.

- Equipes satisfazem uma necessidade fundamental de "pertencer" do ser humano. Em um ambiente de trabalho, o sentimento de pertencer é frequentemente mais forte quando se faz parte de uma 'subequipe'.

- É bastante divertido trabalhar em equipe, pois se cria amizades duradouras e, às vezes, o grupo é praticamente uma extensão de sua família. 
   


    As desvantagens das equipes     
     - Muitas equipes não costumam ter um desempenho tão bom quanto a soma dos indivíduos. Além disso, equipes altamente diversificadas têm mais dificuldade de serem bem geridas.
- Muitas vezes, sua composição não é a ideal, falta uma orientação convincente de gerência e não há capacitação adequada entre os integrantes.

- Pode haver conflitos pessoais ou conflitos referentes a tomadas de decisão e de quem faz o quê.

- Há provas de que equipes promovem o "pensamento em grupo" e a conformidade, resultando assim em fracasso em seu processo de tomada de decisões ou busca de informações. 
   

A equipe dos sonhos do futuro

O trabalho em equipe não é para todos, podendo levar a exclusão e ostracismo social e provocar consequências graves para os envolvidos. Porém, quantas pessoas podem realmente se dar ao luxo de escolher trabalhar fora de equipes quando as organizações são voltadas à ideologia do grupo? As coisas, e o modo como somos socialmente treinados para pensar, são assim.

No entanto, há tendências na sociedade que podem estar mudando essa maneira de pensar, explicitamente no desenvolvimento da internet e suas aplicações. A máxima "duas cabeças pensam melhor que uma" parte do princípio de que "as cabeças" possuem informação. Claro que possuem, mas, no mundo conectado de hoje, é justo concluir que grande parte das informações que utilizamos em nosso cotidiano, de fato, migrou da cabeça para as redes. Pode ser encontrada on-line por meio de buscas, ou através de redes sociais, em que as pessoas são conectadas (como no Facebook, LinkedIn ou Wikipedia).

Assim, nosso trabalho é cada vez mais uma questão de encontrar, transformar e, mais importante, processar a informação que está disponível "na ponta dos dedos". Isto é feito de forma mais eficaz por indivíduos, enquanto a análise e discussão sobre as possíveis implicações e priorização são feitas mais eficientemente em equipe.

    Gehringj/iStockPhoto    
   
   
    Nosso trabalho é cada vez mais uma questão de encontrar, transformar e,
mais importante, processar a informação que está disponível "na ponta dos
dedos". 
   


As novas gerações gostam de formar suas próprias equipes, redes, grupos no Facebook, encontros ou o que for. Elas precisam de liberdade, inspiração e orientação em vez de comandos e restrições. As empresas, portanto, precisam dar apoio quando equipes "informais" (ou duplas) são formadas naturalmente, através de interesses e personalidades em comum.

Comunidades de prática são um bom exemplo da equipe contemporânea. São grupos de pessoas (dentro ou fora das organizações) que compartilham um interesse ou paixão por algo que praticam (por exemplo, um software específico ou técnicas de marketing) e aprendem como melhorar essa prática ao interagir entre si. Essas comunidades de prática não precisam se preocupar com a Siebel, MindMap, jogos, iPads ou outras tecnologias. Elas também sabem lidar com questões sociais ou de negócios que ocupam as mentes de muitos jovens hoje, como responsabilidade social, meio ambiente ou ecologia.

Assim, o desafio será de modernizar o trabalho em equipe e os processos, e de encontrar o equilíbrio entre as equipes estabelecidas dentro de uma empresa e as equipes abertas e colaborativas que abrangem todas as organizações, disciplinas e fronteiras.

                                                                                    Por Karsten Jonsen, www.administradores.com.br

domingo, 1 de maio de 2011

Como são formados os líderes de sucesso

 
Nascemos líderes ou podemos nos tornar um?

A maioria das pessoas, em algum momento, acaba exercendo a liderança, porém o verdadeiro líder tem a liderança como parte de suas atitudes no cotidiano. Este estilo dá suporte aos seus propósitos.

Em recente estudo que conduzimos, com mais de 300 presidentes e CEO’s, fizemos a seguinte pergunta: “A liderança é uma característica que nasceu com você ou é algo que você desenvolveu ao longo da sua experiência?”.

As opiniões ficaram divididas. 40% dos entrevistados disseram que tinham nascido com a habilidade de liderar e desenvolver pessoas, enquanto 60% responderam que a liderança foi adquirida ao longo de sua experiência.

“A verdadeira liderança não é algo que possa ser aprendido. Somente pode ser aprimorado quando um indivíduo já tem a habilidade natural para isso. Líderes podem ser treinados para tornarem-se melhores, mas já nascem com a habilidade de liderar”, diz Chris Williston, presidente da Independent Association Bankers of Texas.

Perfil de um líder

Portanto, quais são as características de personalidade de um líder?

Por meio do teste de personalidade, descobrimos que grandes líderes são:

* adeptos de uma visão criativa que influenciam outras pessoas;
* habilidosos para construir relações estratégicas que os ajudarão a alcançar suas metas;
* mestres na resolução de problemas e superação de obstáculos;
* arrojados, assumem riscos e tentam novas idéias e abordagens.

Na essência, esses líderes são extremamente perspicazes, assertivos, persuasivos, empáticos e resilientes. Tendo a necessidade de possuir as coisas por completo, são arrojados o suficiente para assumir riscos. São moderadamente sociáveis, demonstrando um nível adequado de ceticismo, sempre motivados por novas idéias.

Este é um perfil muito forte. E precisa ser.

Chris Williston pontua: “Lideres são o coração da organização. Eles são fortes motivadores. Precisam ser incentivadores e não podem ter dias de desânimo. Existem muitas pessoas contando com eles”.

Com tantas pessoas contando com eles, líderes – mesmo com o seu talento e um forte perfil – precisam continuamente aprimorar suas habilidades, desenvolvendo seus próprios talentos e esforçando-se para serem melhores que nos anos anteriores.

Gerenciando você mesmo.

Muitas vezes, a dificuldade de encontrar as pessoas certas começa antes mesmo do processo seletivo. Ou seja, inicia-se neste momento. Em regra, para ser um líder efetivo, você primeiro precisa saber gerenciar-se a si mesmo, para então poder fazê-lo com os outros.

Quando conduzimos grupos do TEC e orientamos as discussões sobre o que realmente os motivava, conseguimos respostas muito distintas. Apesar de haver alguns pontos de resposta similares entre as pessoas, cada uma tem um estilo diferente e motivadores únicos. Sabemos que líderes são excelentes em certos aspectos, como criar situações e visualizar a sua concretização, porém não tão bons em outros, como trabalhar com tarefas que exigem detalhes ou mesmo paciência. Quando você olha para aquilo que realmente lhe motiva, pode achar os pontos insatisfatórios e modificá-los.

A partir disso, pode decidir entre gerenciá-los ou evitá-los. Jim Santore, Presidente da Progressive Handling Systems, em Rockaway, New Jersey, está continuamente procurando meios de aprimorar suas habilidades de liderança. “Desde que me juntei ao grupo TEC e comecei a trabalhar com a Caliper, eu realmente acredito que meu negócio está crescendo”, explica Santore. “Interagir com outros CEOs e ouvir como lidaram com problemas similares é motivador e propicia grandes idéias. É difícil discutir muitos dos problemas que se enfrenta como líder, com as pessoas com as quais você trabalha. No grupo TEC, eles olham para você de um modo diferente. Não estão esperando nada de você. Não têm outros compromissos a não ser ajudar você.”

Além de colaborar com outros líderes, Santore também está sempre refletindo sobre suas próprias características de personalidade. “Eu trabalho com as avaliações de personalidade da Caliper para aprender mais sobre mim mesmo e sobre meus funcionários. A avaliação me classificou como hunter (caçador). Como de fato eu sou. Muitas das minhas características de personalidade, como assertividade, senso de urgência, falta de paciência, exposição a riscos, estavam deficientes. Mesmo sabendo desses fatos, sobre mim mesmo, vê-las explícitas, bem à minha frente, me fez perceber a sua severidade. Isso me fez entender que tenho uma série de aspectos a serem trabalhados ainda.

Ele conta, também, “Quando compartilhei meus próprios resultados com meus funcionários, eles acharam engraçado a minha surpresa com a severidade do resultado da avaliação.” Disseram, “ Veja só com quem tínhamos que negociar!”. “Isto me mostrou que, às vezes, me torno rígido e assim permaneço. Isto também me fez dar mais valor às pessoas que me rodeiam. Eu tenho uma ótima equipe. E saber mais sobre seus motivadores e as áreas em que podem ser desenvolvidos, coloca-me numa boa posição para ajudá-los a se desenvolverem plenamente, o que é bom tanto para eles quanto para a organização.”

Este processo de auto-avaliação é verdadeiramente o primeiro passo para se tornar um grande líder. Em seu mais novo livro, Primal Leadership, Daniel Goleman fala sobre um segundo passo: obter uma fotografia de como você realmente é, por meio de feedbacks constantes sobre sua performance e comportamento, tanto dos seus subordinados quanto dos seus colegas.

Explica, no entanto, que líderes normalmente evitam procurar diretamente por feedbacks, especialmente quando este é negativo. Além disso, os subordinados não sabem aproveitar esta chance para fazer uma crítica construtiva sobre seus chefes. De acordo com o contato que Goleman teve com líderes, eles não evitam feedbacks por se acharem infalíveis, mas por acreditarem não poder mudar. Porém, Goleman diz que há evidências de que líderes experientes também podem aprender.

A seguir, algumas sugestões para melhorar suas habilidades de liderança:

* Busque ativamente por sugestões para melhorar sua performance, tanto de colegas quanto de subordinados, como parte de um processo contínuo de melhoria.
* Peça feedback sobre suas qualidades, para que esteja sempre consciente de quais são e para ter certeza de estar utilizando-se delas.
* Adote um orientador pessoal.
* Identifique potenciais líderes e treine-os para desenvolver suas habilidades de liderança.
* Enfatize e promova o desenvolvimento das qualidades das outras pessoas.

Lembre-se, Daniel Goleman diz em seu livro, “A maior razão de as pessoas pedirem demissão é a insatisfação com o seu chefe. Pessoas que têm chefes ruins, apresentam 4 vezes mais chance de deixar a companhia do que pessoas que gostam do líder para o qual trabalham.”

Portanto, se você nasceu com aqueles 40% de habilidade de liderança natural, deve fazer a sua parte para continuamente melhorar e aperfeiçoar os 60% restantes, se o seu objetivo é realmente ser um grande líder.

Finalizando, liderança é um trabalho em constante evolução. O que funcionou no ano passado, não necessariamente funcionará no próximo ano. Os verdadeiros líderes reconhecem isso e se adaptam. E ensinam seus funcionários a se adaptarem também. Todos fazemos, em nosso trabalho, tarefas que gostamos e outras das quais não gostamos. Entender as tendências e motivações naturais das pessoas pode ajudar a traçar planos, criar disciplina para você e para os outros no sentido de tratar as deficiências ou achar pessoas para preencher as lacunas. Quanto mais os líderes estão sintonizados consigo próprios e com a sua equipe, mais forte a organização é como um todo.
Por Harold Weinstein – Membro do TEC (Organização internacional de executivos)












Principios de um LÍDER moderno

Já que a missão do novo líder é motivar, capacitar e inspirar, veja como os princípios abaixo - todos começando com a letra D – pontuam suas atividades:
DESCONTRAÇÃO
A empresa precisa de colaboradores criativos, certo? Portanto rigidez e autoritarismo nem pensar. É importante a equipe estar solta, à vontade para criar, opinar, discordar. Uma piada, ou uma brincadeira feita na hora certa pode ajudar e muito. Seja gente, seja sincero, seja agradável. Uma decoração leve também ajuda. E bom humor é fundamental.
DIRECIONAMENTO
Pode parecer um paradoxo, mas paralelamente à descontração, é preciso foco. Ao direcionar, o líder ajuda seus colaboradores a incorporar a missão da empresa, harmonizar objetivos e estabelecer prioridades.
DESAFIO
Por meio do desafio, trabalho deixa de significar sacrifício ou tortura (como já foi em sua origem etimológica) e passa a ser sinônimo de criatividade, realização, aprendizado e, sobretudo, prazer. Esta motivação é adquirida aos poucos, cada vez que uma pessoa se percebe mais capaz. O psicólogo organizacional Mihaly Csikszentmihaly, em seu livro A Psicologia da Felicidade mostra como administrar desafios para obtermos bons resultados e prazer: quando uma pessoa está aprendendo uma nova tarefa, ela tem pouca aptidão e provavelmente alto grau de ansiedade. Com o tempo, ela aprende a realizar a tarefa, e sua ansiedade chega a um ponto ótimo de fluidez, prazer e resultados. Mais tempo passa e nosso personagem já “tira de letra” a aptidão para a tarefa. Nesse momento, seu desafio será pequeno. Se a tarefa se tornar repetitiva, a conseqüência será o tédio. Antes que ele se instale, é hora do novo desafio!
DIFERENCIAÇÃO
É ótimo reconhecer e valorizar as diferenças entre cada membro da equipe. Ajuda e motiva aproveitar as características individuais de cada um, tanto de personalidade como de experiência profissional. A pessoa se sente respeitada, passa a ousar mais, sem medo de ser diferente dos outros. Só com a aceitação das diferenças acontece a verdadeira inclusão.
DESAPEGO
Uma equipe é mais produtiva quando seus membros estão realmente voltados para a melhor solução e conseguem se desapegar de idéias e paradigmas anteriores. È preciso abandonar o ego, as certezas, a noção de uma única alternativa. Às vezes é difícil, mas a conscientização do comportamento, a mudança de valores e principalmente o treino podem ajudar muito.
Juntado esses 5 Ds com uma boa dose de motivação e comprometimento, o líder consegue o que é mais importante em uma equipe: DETERMINAÇÃO. E se ele mesmo a tiver, será um líder querido, eficaz e inspirador.


sexta-feira, 29 de abril de 2011


VISÃO DE PROCESSOS E EXCELÊNCIA OPERACIONAL


A melhoria de processos tornou-se um desafio constante às empresas que atuam nos mercados mais competitivos e, neste contexto, a Produção Enxuta (Lean), Seis Sigma e Manutenção Produtiva Total (TPM) despontam, atualmente, como as principais abordagens de planejamento e gerenciamento da produção que têm sido efetivamente adotadas por empresas líderes na busca sistematizada da excelência operacional, em diversos setores industriais.
Os princípios de organização e gerenciamento de operações, e os conceitos, métodos e ferramentas para melhoria de processos apregoados por estas abordagens têm sido aplicados não apenas como meios para a melhoria do desempenho de processos em si, mas também para confrontar paradigmas obsoletos ainda bastante arraigados na cultura e no sistema de produção de muitas empresas.
O objetivo do módulo II foi proporcionar uma compreensão geral, das abordagens como um modelo para planejamento e gestão de sistemas de produção, constituído de um conjunto bem articulado de princípios, conceitos e ferramentas que balizam os esforços que uma empresa precisa empreender rumo à manufatura classe mundial, procurando caracterizar o enfoque e peculiaridades de cada uma, salientar suas virtudes e vantagens, e identificar aspectos em comum.
O módulo II, teve uma abordagem mais conceitual e formativa, e inclui a discussão de experiências observadas no setor industrial.
Mim chamou muita atenção às dinâmicas da Fábrica de barcos e das moedas, onde percebemos o quanto agimos do nosso jeitão de ser e fazer e a importância que tem o planejamento.
Um outro ponto que chamou a atenção foi a ferramenta POKA YOKE, pelas funções determinantes que apresenta:
Método de contato: Identifica os defeitos em virtude da existência ou não de contato entre o dispositivo e alguma característica ligada à forma ou dimensão do produto.
Método de conjunto: Determina se um dado número de atividades previstas são executadas.
Método de etapas: Determina se são seguidos os estágios ou operações estabelecidas por um dado procedimento.



O QUE SERÁ COLOCADO EM PRATICA E COMO
Incrementar o usa das ferramentas com o objetivo de identificar os gargalos, as causas comuns e as causas especiais, buscar a eliminação das causas especiais.
Trabalhar a percepção da equipe para a identificação desta causa, repassando informações e fazendo estudos de casos, discutindo os resultados e ações para melhorá-los através do uso das ferramentas.

PDCA:
O ciclo PDCA é um método que visa controlar e conseguir resultados eficazes e confiáveis nas atividades de uma organização. É um eficiente modo de apresentar uma melhoria no processo, evita erros lógicos nas análises, e torna as informações mais fáceis de entender.
Este ciclo está composto em quatro fases básicas: Planejar, Executar, Verificar e Atuar corretivamente.

O PDCA poderá ser usado ainda como ferramenta de melhoria onde as fases serão melhores divididas e discutidas, conforme abaixo:
T
Fazer plano de ação para a solução dos problemas fazendo aquilo que o cliente espera de nós

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Execução: uma abordagem qualitativa



“Uma forma de entender a execução é pensar nela como se fosse o processo Seis Sigmas de melhoria contínua. As pessoas que adotam essa metodologia procuram desvios do que seria considerado tolerável. Quando encontram, apressam-se a corrigir o problema. Elas usam o processo para elevar o nível constantemente, melhorando a qualidade e o rendimento. Elas o utilizam em colaboração com as demais unidades para melhorar os produtos e os processos em toda a organização. É uma busca incansável da realidade, juntamente com o processo de melhoria continua. Os Líderes que executam procuram desvios do que é tolerável, a lacuna entre o resultado desejado e o real, desde margem de lucro até as pessoas a serem promovidas. Então buscam fechar as lacunas e aumentar o nível em toda a organização. Como os Seis Sigmas, a disciplina de execução não funciona, a menos que as pessoas sejam treinadas nela e pratiquem continuamente; não funcionam se apenas algumas pessoas no sistema praticam.”Livro Execução; Ram Charam e Larry Bossidy, pg. 39.

O tema execuçãoprecisa ser debatido e trabalhado, pois acreditamos que ele é muito relevante. Percebemos todos os dias, posturas de líderes que incorporam os aspectos virtuosos citados e outra parte que se coloca como vítima do processo e não protagonista. Somente seremos uma empresa e um negócio vencedor se todos agirmos na mesma direção. Ao mencionar o parágrafo do livro, queremos despertar uma reflexão qualitativa em todos os leitores/gestores.  Primeiramente, quando falamos em abordagem qualitativa, queremos falar em uma entrega qualificada, em uma entrega não baseada no simples esperado. Todos podemos e devemos entregar algo mais.
O mercado necessitamos que os líderes, quando conduzam qualquer projeto, incorporem esta abordagem. É preciso ser protagonista, é esperado de nós que hajamos como empreendedores que nos lembremos do Mandelli; “ANÃO NÃO PULA VARA”, É NECESSÁRIO Cs CONSTANTEMENTE SUBIR A VARA. 
O LIDER não é vítima do processo, é o protagonista de todo o negócio.
Vejamos que nenhum  produto ou processo, sejam eles de venda, compra, marketing ou de produção, ficam prontos em um única área ou setor, ou na mão de uma única pessoa. Todos seguem fases distintas, passam por multi áreas e na mão de muitos líderes.  Não importa se tratamos de processos normais ou mesmo de novos processos ou novos produtos. Se em cada fase, em cada processo, em cada área, em cada divisão onde transitam produtos, processos e outros, nós acrescentarmos realmente um perfil qualitativo, fazendo mais que simplesmente fazer, dá para pensar que termos uma grande oportunidade. 
A postura de que “isso é o que recebi da outra área” não é nada recomendável.  Não vale mais dizer: “foi assim que recebi”. A postura recomendável é exigir de todo mundo, em cada fase, o máximo existente de cada um.  Se alguém enviou determinado componente, definiu determinado processo, que eventualmente contraria o melhor existente ou a excelência operacional, o mínimo que esperamos do líder é que ele intervenha junto aos seus fornecedores, clientes de produtos ou serviços e não aceite a situação em hipótese alguma.
Podemos usar o exemplo da amostra. Se a amostra está definida para ser produzida de determinada forma, temos que ser disciplinados, e ao mudarmos algum tema, teremos que incorporar acréscimo de valor percebido.  Não podemos cada um fazer um “pouquinho de concessão”, ou “isso liberamos e isso  passa” e no final entre o que deveríamos ter feito e o que fizemos, surgirá uma grande lacuna que ninguém sabe explicar ou mesmo se responsabilizar. O negócio perderá.
Já incorporando o comportamento recomendado aos líderes e todos praticando uma abordagem qualitativa, faremos um negócio cada vez mais viável e com um detalhe importante, isso não custa mais. Portanto, podemos ser uma empresa muito melhor.
O LÍDER precisa ter liberdade para falar,  mostrar uma ideia nova, não deve aceitar em nenhuma hipótese o sentimento de resignação ou de se conformar com situações incoerentes. Todos  tem um compromisso, em cada fase do processo onde nos envolvemos, devemos agregar muito mais que a entrega. É necessário que qualquer produto ou processo, ou decisão depois de ter passado por nós, seja muito melhor, e se torne realmente o melhor existente.
Pensem nisso, discutam, comentem.

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Gestão de pessoas como diferencial competitivo



Um dos principais papeis de um líder se refere, principalmente, à preocupação de fazer uma análise correta e que possa ajudar as pessoas a serem melhores no que fazem. Penso que é um processo que deve ser estudado, aprofundado, exercitado em conjunto.
Os programas de gestão não devem buscar uma mudança drástica de rumo, e sim, trazer mais uma ferramenta que nos ajude a evoluir ainda mais na gestão das pessoas.
Portanto, é necessário que se faça um trabalho com calma, bem pensado e bem analisado. Que possamos para o nosso liderado que estamos em um processo de evolução conjunta e que o processo de avaliação e feed back devem fazer parte do conteúdo da evolução. O processo ganha confiança e se tornará muito mais fácil de avançar.
Devemos insistir muito que a avaliação deve ser realista. Não se engane e mostre sempre a realidade aos seus liderados. Devemos passar aos nossos liderados a real dimensão que envolve sua atuação. Se falarmos o que precisa ser falado de maneira clara e sincera, estaremos dando um grande passo para consolidar um bom futuro para as pessoas e o nosso negócio.

“É muito importante eliminar barreiras, construir pontes para melhorarmos a integração das pessoas e equipes e obtermos melhores resultados.
As barreiras de gestão são eliminadas sempre que os líderes discutem e compartilham com as equipes as estratégias, missão, visão e os valores organizacionais e contratam o desempenho em função disso.
Apartir daí podemos estabelecer uma discussão extremamente salutar sobre desempenho de equipes.
Esse é um passo importante para uma mudança em modelo de gestão. Não tenhamos dúvida de que este é o público que exerce grande influência em tudo que acontece em dentro de uma organização.
Todos precisam ter a consciência de que um percentual significativo do público, que fazem parte de uma empresa (base), ainda não sãO contemplados diretamente no processo de avaliação e feed back. É necessário ter o cuidado para não tratar esse público de forma separada, pois todos são importantes para o processo.
As práticas de orientação, acompanhamento, feedback, justiça e coerência na tomada de decisão, a prática do reconhecimento devem ser adotadas em todos os níveis.
Diante disso devemos nos questionar, quantos problemas podem ser evitados pelos gestores e quantos poderiam ser evitados pelo piso de fábrica, se as pessoas fossem mais bem orientadas? Quantas soluções são idealizadas por cada um desses públicos e quantas poderiam ser geradas?
Então fica com o desafio de fazer com que o processoa de avaliação nos ajude a aumentar o engajamento (direção, alinhamento e comprometimento) de TODOS os colaboradores. Ao executar com eficiência esta gestão, formaremos uma equipe de alto potencial e estará caminhando firmemente rumo a EXCELÊNCIA OPERACIONAL.”

O caminho do desenvolvimento de pessoas é um caminho sem volta e nunca será concluido. Será cada vez mais necessária uma consciência de que é um processo que necessitará de manutenção e aprimoramento constante.

terça-feira, 12 de abril de 2011

Missão e Valores

Por muitos anos a relação entre líderes e liderados não passava de uma convivência entre CHEFE E CHEFIADO, ou seja um mandava e os outros atendiam sem questionar, como e porque tal tarefa estaria sendo realizado, na grande maioria das vezes os resultados vinham a qualquer custo e sem uma sequ~encia correta de ações.
MANDA QUEM PODE, PBDECE QUEM TEM JUÍZO. Isso é o que valia, no entanto chegou a globalização e necessidade de mudanças, as empresas ou profissionais que não acompanharam as necessidades de mercado foram ficando para trás.
Segundo Jack Welch, no seu livro PAIXÃO por VENCER, sita no capitulo 1, "MISSÃO E VALORES", como a base de tudo.
Uma boa declaração de missão e um bom conjunto de valors são tão reais que chegam a ser palpáveis por sua concretude. A mssão anuncia com exatidão para onde se está indo e os valores descrevem compromissos que o levarão para lá.
MISSÃO - uma boa declaração de missão precisa responder basicamnete a perguntas:
- Como pretendemos vencer neste negócio?

Nunca deverá responder a perguntas como:
- Onde erramos?
- Como podemos errar onde éramos os melhores antigamente?

As declarações de missão eficazes equilibram o possível e o impossível. Elas incutem nas pessoas o senso de direção em busca do LUCRO e a dose de inspiração de sentir-se parte de algo grande e importante.
Uma missão ganha vida vida de várias maneiras diferentes e não pode ser atribuída somente a alta administração, mas sim a todos que fazem parte do negócio, principalmente as pessoas de base, para que os resultados sejam atingidos é necesário que todos se sintam dono de cada momento, é preciso que os detalhes sejam observado, pois levam à grandes tomadas de decisão.
Já os valores são apenas comportamentos específicos e práticos que não podem deixar dúvidas, as pessoas devem ser capazes de usá-los como instrumento de orden-unida, pois eles são o como da missão, o meio para um fim - vencer.
Quando da criação dos valores deve ser envolvidos todos os seguimentos da organização e não pode deixar de lada a cultura da empresa, as mudanças culturais não acontecem da noite para o dia, no entanto a dedicação para que realmente seja cuidadosamente levado a sério.
Vejamos a carta de valores de uma grande empresa:

LUCRO
COMPETITIVIDADE
INOVAÇÃO E AGILIDADE
ÉTICA.

Como podemos ver são comportamentais e não deixam margens para a imaginação, ou se tem ou não tem.
E, finalmente, o segredo está na conexão, a missão objetiva é ótima. E os valores que descrevem comportamentos específicos também são formidáveis. Mas, para que a missão e os valores de uma empresa realmente trabalhem juntos como uma proposta vencedora, é preciso que se reforcem multuamente.

Liderança corporativa


Com a globalização, temos vários estilos de liderança dentro e fora das organizações e no mundo. Mas o verdadeiro líder é aquele que dá exemplos porque os liderados são o seu próprio reflexo. Um líder tem que ter princípios básicos como ética, humildade, empatia, coragem, persistência, integridade e amar o próximo como a si mesmo.

O país vive hoje uma de suas piores crises de que se tem notícia. Não cabe aqui altercar neste assunto político. O que importa para nós administradores é saber que todas as crises devem ser encaradas sem medo. Podemos fazer algo de melhor para o nosso país, agindo, participando de uma discussão sociopolítica e contribuindo com a sociedade.

Temos várias histórias de líderes, se fossemos citá-las levaria um bom tempo, desde quando deixei setor público e passein a trabalhar no setor privado, mais precisamente o campo industrial tenho lido vários livros sobre o assunto (Ex: Qual é atua Obra, A empresa totalmente voltada para o cliente, Muito além da hierarquia, O livro do Barnardinho, Seja lider de si mesmo e muitos outros, atualmente estou lendo Paixão por vencer e relendo um dos mais importante até aqui EXECUÇÃO de RAM CHARAM) que tem facilidado o estudo sobre os estilos de liderança, porque acredito no verdadeiro espírito de liderança e na sua essência de fazer e de realizar. Um exemplo a ser citado é o nosso mestre Jesus que, para mim, foi uns dos maiores líderes. Aqui não quero escrever sobre religião, mas sim deste homem. Você nem imagina o que é pegar doze homens e tranformá-los em seguidores e multiplicadores: sem recursos. Ele conseguiu levar ao próximo a sua mensagem de fé e amor, este sim foi um líder de verdade.

Com o crescimento das empresas no cenário global, o líder de hoje tem que enfrentar as crises com muita determinação e persistência; é preciso arregaçar as mangas e fazer valer seu potencial de trabalho em equipe. Nestes tempos, não há lugar para desânimo, mas sim de pessoas motivadas e com uma visão mais holística do mercado e proativas.

Uma qualidade de um líder eficaz é a sensibilidade e trabalho em equipe. O líder motivado sempre tem objetivos claros e definidos para alcançar os seus objetivos e metas dentro e fora da organização.

O verdadeiro líder é aquele que compartilha ideais e toma decisões com sua equipe.

O líder de sucesso deve possuir a capacidade de colocar-se no lugar dos outros, que saibam trabalhar com gente em situação complexa e não apenas administrar recursos, esta atribuição básica são dos gerentes operacionais.

Líderes têm humor. Ninguém é infalível; para sobreviver nestes tempos difíceis, você terá de rir de si mesmo e das situações. O humor é a melhor arma para evitar que sua equipe enlouqueça neste mercado tão competitivo e stressante.

Nunca é tarde para fazer algumas coisas, o dia tem 24 horas para todos nós. As oportunidades estão espalhadas pelos quatro cantos, basta ficarmos atentos e antenados no mercado, estude, cante, grite, fale, se emocione, chore, deixa a criança que existe dentro de você viver sem medo de ser feliz e seja um verdadeiro LÍDER.

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Confira quais são os 11 principais erros dos novos gestores




Ser promovido a um cargo de chefia pode ser o desejo de muitos profissionais. Mas o tão sonhado posto pode virar pesadelo se a pessoa não souber gerenciar a sua equipe. Neste momento, é comum que os novos gestores errem por falta de experiência ou por excesso de vontade de querer acertar.


O coach-executivo da Alliance Coaching, Pablo Aversa, explica que os erros acontecem porque as pessoas que são promovidas a um cargo de liderança não recebem treinamento.


Para que isso não ocorra, ele indica que as empresas promovam treinamentos tantos externo como internos, contratem serviços de coaching ou ainda desenvolvam um programa em que gestores mais experientes compartilhem ideias e escutem os novos gestores.


"Escolher um mentor pode ajudar. Converse com alguém que você confie, pode ser da mesma empresa ou até mesmo de fora. Este mentor se sentirá lisonjeado. Dificilmente alguém negará ajuda", acrescenta.


Outra maneira de evitar erros é não ter uma postura preestabelecida em mente. Além disso, o novo gestor tem de ser humilde ao lidar com a sua equipe, ou seja, assumir que está aprendendo.



11 principais erros

Para ajudar nesta nova etapa da carreira, o especialista indicou os principais erros cometidos pelos novos gestores. Confira:


Considerar que você sabe tudo: mesmo que o profissional tenha total conhecimento de sua área, ele não sabe tudo, já que a parte mais importante do trabalho ele ainda não domina: gerenciar pessoas. Aversa aconselha que o novo líder ouça as pessoas que estão ao seu redor e procure saber a opinião delas;


Mostrar a todos quem está no comando: todos da sua equipe sabem que você está no comando. Não é necessário demostrar todo o tempo que você é o chefe. O fundamental é que o novo gestor faça a diferença;


Mudar tudo: só porque alguma atividade não é feita da mesma forma que você costuma fazer, não significa que necessariamente está errada;


Ter medo de fazer tudo: talvez você não tenha solicitado essa promoção e não esteja certo que poderá dar conta do trabalho. Mas não permita que isso faça com que você não exerça sua função da melhor maneira possível. Seus superiores não teriam colocado você neste cargo se eles não tivessem confiança que você pode dar conta do desafio;



É comum que os novos gestores errem por falta de experiência ou por

excesso de vontade de querer acertar





Não dedicar tempo para conhecer seu time: mesmo que você tenha trabalhado ao lado dos profissionais da sua equipe durante anos, isso não significa que você os conhece. Entenda o que os estimula, como motivá-los, o que os deixa apreensivos ou preocupados. Conheça-os individualmente, porque essa é a única forma pela qual você pode gerenciá-los de maneira eficaz. Lembre-se que sua equipe é o que irá fazer com que você se saia bem ou não no desafio de ser um bom líder. Dê a sua atenção e dedique tempo para eles;


Não perder tempo com o seu chefe: quem acredita que o chefe compreenderá que o novo gestor está ocupado e não precisa do seu tempo está enganado! Seu trabalho, da mesma forma como era antes de você virar um gestor, é apoiar seu chefe. Assegure-se que você dedica algum tempo para ele, para que ambos possam trocar informações e para receber direcionamento e treinamento;


Não se preocupar com problemas ou com funcionários problemáticos: você não pode mais evitar problemas ou acreditar que eles vão se resolver sozinhos. Quando algo acontece é a sua função descobrir a melhor solução e fazer com que ela seja executada. Isso não significa que você não pode pedir opinião ou apoio dos demais. Você é a pessoa que tem que garantir que a questão está sendo devidamente encaminhada;


Não se permitir ser humano: ser chefe não representa que você não pode rir, demonstrar emoções, ou mesmo cometer um erro ocasional;


Não proteger seu time: os profissionais de sua equipe receberão pressão de todos os lados. Outras áreas da empresa podem querer culpar você por interfaces frágeis. Seu chefe pode querer informar todas as funções desagradáveis no seu departamento. O departamento de Recursos Humanos pode decidir que o nível salarial das posições classificadas na sua área está super-estimado. É sua função defender o seu time e se assegurar que eles são tratados da forma mais justa possível;


Evitar responsabilidade por qualquer coisa: goste ou não, como gestor você é responsável por tudo o que acontece no seu time. Por isso, você tem de construir canais de comunicação de forma que não haja surpresas. Não tem jeito: a responsabilidade vai de mãos dadas com a autoridade conquistada;


Rotular gerações: outro erro comum é rotular as diferentes gerações que trabalham na empresa. Os gestores têm de saber aproveitar os diferentes tipos de profissionais. O mais importante é aprender a conviver, dessa maneira todos ganharão: a empresa, os profissionais e o chefe!

domingo, 3 de abril de 2011

Qualidade, compromisso de todos: Não é opcional!!!

A entrega da fatia, a OPE, a gestão de baixo custo, a gestão de pessoas, a qualidade, são atribuições que, como vocês podem ver, não têm a figura do “ou”, o que significa que todos têm que andar juntos e produzir resultados excelentes. Se deixarmos qualquer um dos itens como opcional é certo que o mercado nos penalizará.
A qualidade sempre foi e será um fator decisivo na escolha do cliente e, ao decidir pela compra, a qualidade ou não o acompanhará por muito tempo. Portanto, um preço eventualmente incoerente, significa uma compra mal sucedida e ponto final. A qualidade boa ou ruim o acompanhará até o último dia de vida do produto. A escolha é do cliente, mas a responsabilidade de produzir um calçado que os deixe felizes e querendo novamente comprar e reviver esta satisfação: “fiz a escolha certa”, é integralmente nossa.

Os problemas mais comuns e que afetam a qualidade, em sua grande maioria, não são problemas de definição de processo, problemas de equipamento, de matéria prima e tampouco dos operadores.
Constatamos em diversos exemplos que nós, os líderes, é que estamos falhando na orientação, na comunicação, na definição, no acompanhamento, na disciplina, na análise crítica, na checagem, na orientação do caminho certo e na prevenção.

Por inúmeras vezes, quando falamos com as pessoas que operavam o processo, a resposta é de que ela já sabia e que também já havia procurado sua liderança!!

Ora, quando um colaborador procura um líder para melhorar um processo de qualidade e não é atendido, esta pessoa criará uma referencia definitiva de resignação, o que é extremamente prejudicial a todo o nosso negócio. Ele alimentará o sentimento que não faz diferença nenhuma procurar seu líder, pois nada será feito, nada mudará!! Com isso, o líder perde força perante o colaborador tornando mais difícil o engajamento que tanto temos buscado.
Devemos sempre evitar este tipo de pensamento em nossas equipes.

Diante disso, é possível concluir que se nos comprometermos realmente e definitivamente em fazer bem feito o básico, certamente diminuiremos bastante os níveis de insatisfação dos nossos clientes e, na mesma proporção, aumentaremos a satisfação e o engajamento de todos os envolvidos em nosso negócio.
Todos precisam saber e entender que a qualidade é a base para nossa produtividade e competitividade! Este é o caminho para nossa gestão de baixo custo!
“Uma das responsabilidades dos lideres e acompanhar tudo ate o final. Qualidade é premissa básica de sobrevivência” (Livro Execucao).
Vamos prestar atenção nas auditorias de processo que estão sendo implementadas em todas as áreas e aproveitar os resultados que elas nos apresentam para melhorar sempre. É fazer toda a equipe se envolver no resultado das auditorias e desafiá-las a fazer 100% na auditoria! Não devemos nos contentar com um resultado diferente deste!
Utilizar o resultado da auditoria de processo como um elemento de gestão, de engajamento e mobilização da equipe é fundamental.
Para termos qualidade, precisamos ter paixão pela solução definitiva, ter prazer em ser profundo nas análises, em “matar o problema” de forma que ele nunca mais aconteça. Precisamos querer assumir o papel de protagonistas em tudo o que fazemos. Tudo depende da nossa atitude, do nosso posicionamento e direção.
Se as equipes perceberem e entenderem que qualidade é ponto fundamental para nós, sentirem que o nosso acompanhamento é constante, se perceberem nossa indignação diante dos problemas de qualidade, certamente, as não conformidades também irão se “envergonhar” e irão diminuir.
Estamos assistindo a uma série de avanços em termos de diminuição dos custos, melhora de produtividade, pelo fato de estarmos acompanhando melhor, decidindo melhor... Acreditamos que o mesmo princípio se aplica a tudo!!
A implementação da cultura da qualidade não se dá por decreto, mas sim por meio de um processo de conscientização, aprendizagem, comprometimento, exemplos todos os dias e, necessariamente, com a liderança iniciando e conduzindo o processo por toda a empresa.

quarta-feira, 30 de março de 2011

Uma homenagem A um grande líder da vida



O Brasil perde um de seus grandes lídere, José Alencar não foi somente um grande empreendedor ou um grande político, foi acima de tudo um grande ser humano que contribuiu de forma significativa para a melhoria de vida de milhões de brasileiros.
Suoa obstinação pela vida comovel uma nação que hoje entristecida amarga sua perda fíica, más seu ensinamentos ficarão pra sempre na memória deste povo tãO carente de homens públicos dignos e honestos, leais e acima de tudo de muita crença.
A cada vez que vemos as imágens deste grande guerreiro nos emocionamos e tiramos grandes e valiosas lições de vida.

Uma vez perguntado se tinha medo da morte, respondeu:

- Eu não conheço a morte, não tenho medo da morte, tenho medo é da desronra, pois um homem desonrado morre em vida.

Descance em paz grande guerreiro.

sábado, 26 de março de 2011

Tudo Muda, inclusive você

Você concorda que o mundo é dinâmico e tudo em nossas vidas muda o tempo todo? Concorda que o cliente está a cada dia melhor informado e mais exigente? Que os preços estão mais competitivos e a qualidade dos produtos nivelada? Você concorda que o bom atendimento e a otimização da prestação de serviços são importantes diferenciais competitivos?

Se você respondeu afirmativamente a pelo menos uma das questões acima, deve estar ciente de que você também, independente da situação que se encontra, precisa mudar, afinal de contas, admitamos ou não, “a nossa vida é como se fosse um Rio, onde a água que corre em seu leito nunca é a mesma”.

Daí eu volto a lhe perguntar: o quanto você mudou no último ano? As mudanças em sua vida foram voluntárias ou circunstanciais? Você tem consciência da importância da mudança voluntária para elevar a sua auto-estima e triunfar?
Pois, saiba que diante da certeza de que tudo muda, vence mais rápido aquele que for capaz de provocar, em si, mudanças, traçando e cumprindo as suas próprias metas. Caso contrário, estará à deriva e a mercê dos ventos das transformações, sem saber se haverá porto seguro para atracar. Além disso, não deve-se esquecer os ricos ensinamentos do psicólogo Abraham Maslow ao afirmar: “se você está pretendendo ser qualquer coisa aquém do que é capaz, provavelmente será infeliz pelo resto da vida.”

Vale, ainda ressaltar, que aquele que não quer mudar por achar, por exemplo, que a vida está boa, corre o risco de descer alguns degraus na escada do sucesso, pois como tudo evolui, ficar onde está significa distânciar-se, cada dia mais, do topo. Podemos comparar a nossa evolução como a tentativa de subir uma escada rolante que só desce. Assim, se pararmos, ela nos leva para baixo.

Mas, se eu sou um profissional de vendas, como devo agir para me preparar adequadamente para as mudanças? Há muitas formas, porém seguir os passos abaixo poderá contribuir bastante para qualquer pessoa que busque evolução.

* Reserve uma hora diária para rever suas metas. Aprenda com o que está funcionando e ajuste o que não estiver indo muito bem;
* Recorra à comodidade e ferramentas do telefone celular, para fazer negócios e manter relacionamentos;
* Utilize a internet e seus aplicativos para contatar, prospectar, vender e fidelizar clientes;
* Não fique fora das mídias sociais, pois elas podem ser muito úteis em sua trajetória para o topo;
* Invista em sua educação. Leia bons livros, faça cursos, pesquise na internet, frequente treinamentos e conferências;
* Peça aos seus clientes para ajudá-lo a superar as suas metas. Se eles se recusarem a contribuir, você saberá que não está fazendo o “dever de casa” como deveria, e se eles ajudarem, você vencerá mais rápido. Qualquer que seja a situação, você só tem a ganhar;

Saiba que seguir os passos acima pode não garantir o seu sucesso, mas ignorá-los será prejuízo na certa, afinal de contas é como disse Paul Tagliabue: “O futuro não acontece – é moldado por decisões”.

Pense nisso, ótima semana e que Deus nos abençoe.

Você concorda que o mundo é dinâmico e tudo em nossas vidas muda o tempo todo? Concorda que o cliente está a cada dia melhor informado e mais exigente? Que os preços estão mais competitivos e a qualidade dos produtos nivelada? Você concorda que o bom atendimento e a otimização da prestação de serviços são importantes diferenciais competitivos?

Se você respondeu afirmativamente a pelo menos uma das questões acima, deve estar ciente de que você também, independente da situação que se encontra, precisa mudar, afinal de contas, admitamos ou não, “a nossa vida é como se fosse um Rio, onde a água que corre em seu leito nunca é a mesma”.

Daí eu volto a lhe perguntar: o quanto você mudou no último ano? As mudanças em sua vida foram voluntárias ou circunstanciais? Você tem consciência da importância da mudança voluntária para elevar a sua auto-estima e triunfar?
Pois, saiba que diante da certeza de que tudo muda, vence mais rápido aquele que for capaz de provocar, em si, mudanças, traçando e cumprindo as suas próprias metas. Caso contrário, estará à deriva e a mercê dos ventos das transformações, sem saber se haverá porto seguro para atracar. Além disso, não deve-se esquecer os ricos ensinamentos do psicólogo Abraham Maslow ao afirmar: “se você está pretendendo ser qualquer coisa aquém do que é capaz, provavelmente será infeliz pelo resto da vida.”

Vale, ainda ressaltar, que aquele que não quer mudar por achar, por exemplo, que a vida está boa, corre o risco de descer alguns degraus na escada do sucesso, pois como tudo evolui, ficar onde está significa distânciar-se, cada dia mais, do topo. Podemos comparar a nossa evolução como a tentativa de subir uma escada rolante que só desce. Assim, se pararmos, ela nos leva para baixo.

Mas, se eu sou um profissional de vendas, como devo agir para me preparar adequadamente para as mudanças? Há muitas formas, porém seguir os passos abaixo poderá contribuir bastante para qualquer pessoa que busque evolução.

* Reserve uma hora diária para rever suas metas. Aprenda com o que está funcionando e ajuste o que não estiver indo muito bem;
* Recorra à comodidade e ferramentas do telefone celular, para fazer negócios e manter relacionamentos;
* Utilize a internet e seus aplicativos para contatar, prospectar, vender e fidelizar clientes;
* Não fique fora das mídias sociais, pois elas podem ser muito úteis em sua trajetória para o topo;
* Invista em sua educação. Leia bons livros, faça cursos, pesquise na internet, frequente treinamentos e conferências;
* Peça aos seus clientes para ajudá-lo a superar as suas metas. Se eles se recusarem a contribuir, você saberá que não está fazendo o “dever de casa” como deveria, e se eles ajudarem, você vencerá mais rápido. Qualquer que seja a situação, você só tem a ganhar;

Saiba que seguir os passos acima pode não garantir o seu sucesso, mas ignorá-los será prejuízo na certa, afinal de contas é como disse Paul Tagliabue: “O futuro não acontece – é moldado por decisões”.

Pense nisso, ótima semana e que Deus nos abençoe.
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Você concorda que o mundo é dinâmico e tudo em nossas vidas muda o tempo todo? Concorda que o cliente está a cada dia melhor informado e mais exigente? Que os preços estão mais competitivos e a qualidade dos produtos nivelada? Você concorda que o bom atendimento e a otimização da prestação de serviços são importantes diferenciais competitivos?

Se você respondeu afirmativamente a pelo menos uma das questões acima, deve estar ciente de que você também, independente da situação que se encontra, precisa mudar, afinal de contas, admitamos ou não, “a nossa vida é como se fosse um Rio, onde a água que corre em seu leito nunca é a mesma”.

Daí eu volto a lhe perguntar: o quanto você mudou no último ano? As mudanças em sua vida foram voluntárias ou circunstanciais? Você tem consciência da importância da mudança voluntária para elevar a sua auto-estima e triunfar?
Pois, saiba que diante da certeza de que tudo muda, vence mais rápido aquele que for capaz de provocar, em si, mudanças, traçando e cumprindo as suas próprias metas. Caso contrário, estará à deriva e a mercê dos ventos das transformações, sem saber se haverá porto seguro para atracar. Além disso, não deve-se esquecer os ricos ensinamentos do psicólogo Abraham Maslow ao afirmar: “se você está pretendendo ser qualquer coisa aquém do que é capaz, provavelmente será infeliz pelo resto da vida.”

Vale, ainda ressaltar, que aquele que não quer mudar por achar, por exemplo, que a vida está boa, corre o risco de descer alguns degraus na escada do sucesso, pois como tudo evolui, ficar onde está significa distânciar-se, cada dia mais, do topo. Podemos comparar a nossa evolução como a tentativa de subir uma escada rolante que só desce. Assim, se pararmos, ela nos leva para baixo.

Mas, se eu sou um profissional de vendas, como devo agir para me preparar adequadamente para as mudanças? Há muitas formas, porém seguir os passos abaixo poderá contribuir bastante para qualquer pessoa que busque evolução.

* Reserve uma hora diária para rever suas metas. Aprenda com o que está funcionando e ajuste o que não estiver indo muito bem;
* Recorra à comodidade e ferramentas do telefone celular, para fazer negócios e manter relacionamentos;
* Utilize a internet e seus aplicativos para contatar, prospectar, vender e fidelizar clientes;
* Não fique fora das mídias sociais, pois elas podem ser muito úteis em sua trajetória para o topo;
* Invista em sua educação. Leia bons livros, faça cursos, pesquise na internet, frequente treinamentos e conferências;
* Peça aos seus clientes para ajudá-lo a superar as suas metas. Se eles se recusarem a contribuir, você saberá que não está fazendo o “dever de casa” como deveria, e se eles ajudarem, você vencerá mais rápido. Qualquer que seja a situação, você só tem a ganhar;

Saiba que seguir os passos acima pode não garantir o seu sucesso, mas ignorá-los será prejuízo na certa, afinal de contas é como disse Paul Tagliabue: “O futuro não acontece – é moldado por decisões”.

Pense nisso, ótima semana e que Deus nos abençoe.

Escrito por Evaldo Costa

terça-feira, 22 de março de 2011

Indicação de leitura

Segue duas boas indicações de leitura.

O que os líderes fazem



01 - Os líderes são incansáveis em melhorar a equipe, usando todos os encontros como oportunidades para avaliar, treinar e reforçar a autoconfiança.
02 - Os líderes se empenham para que as pessoas não só compreendAm a visão, mas também para que a vivenciem e a respirem.
03 - Os líderes se põem no lugar de todos, transpirando energia positiva e otimismo.
04 - Os líderes angariam confiAnça com franqueza, transparência e reconhecendo os méritos alheios.
05 - Os líderes têm corAgem para tomar decições impopulares e agir com base no instinto.
06 - Os líderes quetionam e instigam, por meio de uma curiosidade constante que se aproxima do ceticismo, esforçando-se para que suas perguntas sejam respondidas com ação.
07 - Os líderes inspiram a assunção de riscos e o aprendizado constante, dando o exemplo.
08 - Os líderes comemoram.

Brevemente estaremos comentando todos estes ítens, Aguardem.

sábado, 19 de março de 2011

Academia Grendene traz para Sobral Ozires Silva







EXECUTAR, não é simplemente uma tática - é uma disciplina e um sistema. Deve estar embutida na estratégia da empresa, em seus objetivos e sua cultura.
Com este pensamento a Grendene proporcionou a seus gestores momentos emocionantes na tarde de hoje com a palestra proferida por Ozires Silva, fundador da EMBRAER.
foram depoimentos que nos levam a refletir sobre nosso verdadeiro papel na modificação do meio em que vivemos, nos proporcionaou um mergulho na sociedade do conhecimento.

sexta-feira, 18 de março de 2011

Nota de esclarecimento


NOTA DE ESCALRECIMENTO.
A notícia sobre fechamento do terceiro turno e sobre demissões na Grendene S/A é improcedente.
Embora a sazonalidade que traz a variação no número de colaboradores seja típica do setor calçadista, a Grendene através de uma gestão de pessoal bem atenta que inclui adiantamento de férias e uso de banco de horas tem evitado os desligamentos típicos desta sazonalidade. Desta forma, notadamente desde 2009, a Grendene tem conseguido manter o seu quadro de funcionários estável.
Ratificamos que não haverá fechamento do terceiro turno nem estão previstas demissões sazonais.
Herbert Rocha – RP da Grendene para Sobral.

domingo, 13 de março de 2011

Gestão de pessoas na prática


Recorrendo às questões históricas, percebemos que o movimento promovido pela Era da Informação fez com que as organizações percebessem claramente que o grande diferencial competitivo nos negócios são as pessoas. Como gerir esse diferencial intelectual, adotando ações que as ajudem entregar o seu melhor e permanecerem motivadas é a grande questão.

Temos vários estudos que detalham os famosos subsistemas de RH. Aparentemente, bastaria a execução de cada um deles e pronto, teríamos a resposta exata para os nossos problemas de gestão de pessoas. No entanto, como explicar por que tantas empresas diariamente executam suas rotinas de RH, possuem equipes com vários colaboradores atuando nestas tarefas e mesmo assim os problemas continuam?

O desalinhamento estratégico é a resposta para tal indagação. Estrutura-se a área, mas quando pensamos em Atração & Seleção de Talentos, Remuneração Estratégica, Planos de Carreira, Desenvolvimento de Pessoas, Avaliação de Desempenho e Gerenciamento de Indicadores de RH tudo fica nas rotinas sistemáticas e isoladas, sem nenhum direcionamento pautado pelos objetivos e metas traçadas para a empresa.

A solução torna-se clara quando entendemos que o caminho para atrair e selecionar as pessoas certas depende do conhecimento profundo de quais são os valores da organização, o que realmente é talento dentro daquele contexto e o que este profissional deverá fazer para agregar valor ao plano de metas da empresa.

Ao pensarmos em remuneração estratégica temos que projetar quanto estimamos faturar a cada ano e como podemos retribuir os resultados positivos em termos de remuneração, benefícios e outras vantagens aos nossos colaboradores de forma justa e mantendo o equilíbrio financeiro da empresa. Com isso, os profissionais se sentem estimulados a se capacitarem cada vez mais e suas perspectivas de futuro na empresa parecem ser mais nítidas, o que os leva a permanecerem na organização mesmo que recebam tentadoras propostas, pois o que os motiva a trabalhar neste lugar não é somente o retorno financeiro imediato, mas principalmente as possibilidades de carreira que o mesmo apresenta.

Quanto ao desenvolvimento humano, é preciso oferecer práticas e conteúdos que contribuam para o crescimento pessoal e profissional dos colaboradores. Programas de treinamento com metodologias que envolvam as pessoas no processo de aprendizagem, revelem o que a organização necessita, como quer ser vista, o que considera importante e o que faz questão que seja aplicado por cada ser humano que nela atua.

A avaliação de desempenho também é uma importante ferramenta que se propõe a analisar o desempenho do profissional em função das atividades que ele realiza, das metas estabelecidas, dos resultados alcançados e do seu potencial de desenvolvimento. Ou seja, auxilia o colaborador a perceber se aquilo que se esperava dele foi atingido e quais são os gaps que deverão ser desenvolvidos para o futuro. O objetivo final dessa avaliação é contribuir para o desenvolvimento das pessoas na organização.

A Gestão de Pessoas deve formar e consolidar equipes internas produtivas e comprometidas com a estratégia e as metas da empresa, utilizando adequadamente processos seletivos, atividades de treinamento, aperfeiçoamento e desenvolvimento de habilidades individuais, otimizando recursos e investimentos, com o objetivo de maximizar os lucros. Monitorar todos estes elementos faz parte da rotina de gerenciamento dos indicadores de RH que demonstram se o investimento em pessoas trouxe ou não retornos financeiros para o negócio.

Portanto, o segredo para as organizações é manter os seus talentos numa relação de verdadeira parceria de ganhos mútuos, pois se quisermos pensar na empresa hoje e no futuro é preciso entender que a excelência empresarial é um trabalho realizado com e por meio das pessoas.

GRENDENE 40 ANOS - ESTA HISTÓRIA TAMBÉM É NOSSA

sexta-feira, 11 de março de 2011

Lucro da Grendene aumenta 44,3% no quarto trimestre

Já a receita líquida de outubro e dezembro deste ano foi de R$ 488,1 milhões, um acréscimo de 1,6% ante os R$ 480,3 milhões anunciados no quarto trimestre do ano anterior.

24 de fevereiro de 2011 - A Grendene (GRND3) anunciou um lucro líquido de R$ 122,7 milhões no quarto trimestre de 2010, uma alta de 44,3% ante os R$ 85 milhões contabilizados no mesmo período do ano passado.

Já a receita líquida de outubro e dezembro deste ano foi de R$ 488,1 milhões, um acréscimo de 1,6% ante os R$ 480,3 milhões anunciados no quarto trimestre do ano anterior.

Por sua vez, o Ebitda (lucro antes de impostos, depreciação e amortização) no período somou R$ 105,3 milhões, um avanço de 74,4% no confronto com os R$ 60,4 milhões verificados nos últimos três meses de 2009.

Grendene negocia com importadores da Líbia e Sudão

Grendene negocia com importadores da Líbia e Sudão

A fabricante brasileira de calçados, que produz 500 mil pares/dia, já exporta para nove países árabes. As negociações com os distribuidores líbios e sudaneses começaram no final de janeiro.

A fabricante de calçados Grendene, fundada em Farroupilha, no Rio Grande do Sul, está abrindo mercado em mais dois países árabes: Líbia e Sudão. A companhia já exporta para Arábia Saudita, Emirados Árabes, Kuwait, Síria, Líbano, Jordânia, Iraque, Egito e Marrocos. As negociações com distribuidores líbios e sudaneses começaram no final de janeiro, durante participação da empresa na Feira Internacional de Cartum, no Sudão, e na missão brasileira ao Norte da África organizada pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).

Divulgação Divulgação

Grendene participou da Feira Internacional de Cartum, no Sudão
De acordo com Artur Bonotto, trader da companhia para o Oriente Médio e Norte da África, os primeiros embarques devem ocorrer até o final do primeiro semestre. "As negociações estão bastante adiantadas. Já enviamos amostras e devemos fechar os primeiros pedidos para a próxima estação", afirma. "A feira no Sudão nos proporcionou ótimos contatos. Participamos do evento pela primeira vez e ficamos bem impressionados", diz. O estande brasileiro na mostra foi organizado pela Câmara de Comércio Árabe Brasileira.

Segundo Bonotto, o Sudão, com 40 milhões de habitantes, é um mercado potencial para a Grendene. "Podemos atender a demanda deles por produtos de massa, com qualidade e design bem superiores aos produtos chineses", garante o trader.

A avaliação de Bonotto sobre a missão também é positiva. "A missão também foi muito boa principalmente pela questão política, contato com governantes locais e embaixadas brasileiras nos países árabes que podem auxiliar nos negócios", diz. A missão brasileira, liderada pelo ministro Miguel Jorge, visitou Líbia, Tunísia, Argélia e Marrocos entre os dias 24 e 30 de janeiro.

Hoje, no Norte da África, o Egito é o maior mercado importador da Grendene, seguido por Marrocos. "São dois mercados maduros onde nossa marca já está consolidada pelo trabalho desenvolvido em parceira com os distribuidores locais", afirma.

O Grendene exporta para 90 países. Entre os maiores mercados de destino da fabricante estão Estados Unidos, Canadá, países da América Latina, Europa, África e Oriente Médio.

A primeira unidade fabril da Grendene surgiu em Farroupilha, no interior do Rio Grande do Sul, em 1971. O que era uma pequena fábrica de embalagens plásticas aos poucos foi se transformando em uma das maiores produtoras mundiais de calçados sintéticos e líder em vários segmentos no mercado brasileiro. Hoje a companhia gera 20 mil empregos diretos e produz 500 mil pares/dia.

A empresa detém marcas como Melissa, Rider, Grendha, Ipanema Gisele Bündchen, Ipanema, Grendene Kids, Grendene Baby e Ilhabela. A empresa tem seis unidades industriais, compostas por 12 fábricas de calçados com capacidade instalada total de 176 milhões de pares/ano, além de uma matrizaria e uma fábrica de PVC com capacidade de produção de 51 mil toneladas/ano para consumo próprio na produção de calçados.

A Parábola imperdível dos concurseiros

Alexandre Rangel no seu livro As mais belas parábolas de todos os tempos,v. I, p. 29 (Belo Horizonte: Editora Leitura, 2002) narra uma parábola que encaixa com perfeição no perfil desafiador do concurseiro. É a seguinte:

“Um velho sábio ensinava ao povo ser trabalhador e cauteloso. Nada de bom pode vir a uma nação cujo povo reclama e espera que outros resolvam seus problemas. Deus dá as coisas boas da vida a quem lida com os problemas por conta própria.

Uma noite, enquanto todos dormiam, ele pôs uma enorme pedra na estrada, impedindo a passagem. Escondeu-se e ficou observando. Primeiro apareceu um fazendeiro com uma carroça carregada de sementes. Ele sedesviou da pedra e saiu praguejando: “Por que esses preguiçosos não mandam retirar essa pedra da estrada.

Logo depois veio um jovem soldado que tropeçou na pedra. Se irritou, praguejou, reclamou, mas nada fez para desobstruir o caminho. Todos que passaram por lá resmungavam, reclamavam, mas ninguém fez nada para retirar aquela pedra da estrada. Em seguida apareceu a filha do moleiro que, embora cansada, resolveu remover a grande pedra. Empurrou, empurrou, puxou para cá, puxou para lá e depois de tanto insistir conseguiu livrar ocaminho, colocando a pedra na lateral da estrada. Para sua surpresa, encontrou uma caixa debaixo da pedra. Ergueu-a. Era pesada, pois estava cheia de alguma coisa. Na sua tampa havia os seguintes dizeres:

“Esta caixa pertence a quem retirar a pedra do caminho”.

Ela abriu a caixa e descobriu que estava cheia de ouro. Ficou muito feliz. Foi para sua casa. Quando o fazendeiro e o soldado souberam do ocorrido, correram para o local. Revolveram o pó da estrada com os pés, na esperança de encontrar um pedaço de ouro. Nada acharam. O sábio disse: “Meus amigos, com frequência encontramos obstáculos e fardos no nosso caminho. Podemos reclamar em alto e bom som enquanto nos desviamos deles se assim preferirmos, ou podemos erguê-los e descobrir o que eles significam. A decepção é normalmente o preço da preguiça”.

Caros amigos concurseiros (e quem mais estiver lendo essa parábola): nós nos movemos em razão das nossas necessidades (isso é normalmente certo). A regra, portanto, é a zona do conforto,do comodismo, da inércia, da preguiça.

Mas saiba: você não chega a lugar nenhum quando você tem vontade forte, mas uma fraca disposição para obedecer-lhe (Carlos Drummond de Andrade, brasileiro, poeta). O pior naufrágio, na nossa vida, é daquele que nunca saiu do porto (Amyr Klink, brasileiro, navegador). Se você nada faz para mudar sua realidade, vai continuar conseguindo o que você sempre conseguiu (Anthony Robbins, americano, escritor). A preguiça anda tão devagar que a pobreza [a decepção, o insucesso] facilmentea alcança (Confúcio, chinês, filósofo). Trabalho duro tem um retorno futuro, preguiça retorna agora (Steven Wright, americano, ator).

Avante!