sábado, 19 de março de 2011
Academia Grendene traz para Sobral Ozires Silva
EXECUTAR, não é simplemente uma tática - é uma disciplina e um sistema. Deve estar embutida na estratégia da empresa, em seus objetivos e sua cultura.
Com este pensamento a Grendene proporcionou a seus gestores momentos emocionantes na tarde de hoje com a palestra proferida por Ozires Silva, fundador da EMBRAER.
foram depoimentos que nos levam a refletir sobre nosso verdadeiro papel na modificação do meio em que vivemos, nos proporcionaou um mergulho na sociedade do conhecimento.
sexta-feira, 18 de março de 2011
Nota de esclarecimento
NOTA DE ESCALRECIMENTO.
A notícia sobre fechamento do terceiro turno e sobre demissões na Grendene S/A é improcedente.
Embora a sazonalidade que traz a variação no número de colaboradores seja típica do setor calçadista, a Grendene através de uma gestão de pessoal bem atenta que inclui adiantamento de férias e uso de banco de horas tem evitado os desligamentos típicos desta sazonalidade. Desta forma, notadamente desde 2009, a Grendene tem conseguido manter o seu quadro de funcionários estável.
Ratificamos que não haverá fechamento do terceiro turno nem estão previstas demissões sazonais.
Herbert Rocha – RP da Grendene para Sobral.
domingo, 13 de março de 2011
Gestão de pessoas na prática
Recorrendo às questões históricas, percebemos que o movimento promovido pela Era da Informação fez com que as organizações percebessem claramente que o grande diferencial competitivo nos negócios são as pessoas. Como gerir esse diferencial intelectual, adotando ações que as ajudem entregar o seu melhor e permanecerem motivadas é a grande questão.
Temos vários estudos que detalham os famosos subsistemas de RH. Aparentemente, bastaria a execução de cada um deles e pronto, teríamos a resposta exata para os nossos problemas de gestão de pessoas. No entanto, como explicar por que tantas empresas diariamente executam suas rotinas de RH, possuem equipes com vários colaboradores atuando nestas tarefas e mesmo assim os problemas continuam?
O desalinhamento estratégico é a resposta para tal indagação. Estrutura-se a área, mas quando pensamos em Atração & Seleção de Talentos, Remuneração Estratégica, Planos de Carreira, Desenvolvimento de Pessoas, Avaliação de Desempenho e Gerenciamento de Indicadores de RH tudo fica nas rotinas sistemáticas e isoladas, sem nenhum direcionamento pautado pelos objetivos e metas traçadas para a empresa.
A solução torna-se clara quando entendemos que o caminho para atrair e selecionar as pessoas certas depende do conhecimento profundo de quais são os valores da organização, o que realmente é talento dentro daquele contexto e o que este profissional deverá fazer para agregar valor ao plano de metas da empresa.
Ao pensarmos em remuneração estratégica temos que projetar quanto estimamos faturar a cada ano e como podemos retribuir os resultados positivos em termos de remuneração, benefícios e outras vantagens aos nossos colaboradores de forma justa e mantendo o equilíbrio financeiro da empresa. Com isso, os profissionais se sentem estimulados a se capacitarem cada vez mais e suas perspectivas de futuro na empresa parecem ser mais nítidas, o que os leva a permanecerem na organização mesmo que recebam tentadoras propostas, pois o que os motiva a trabalhar neste lugar não é somente o retorno financeiro imediato, mas principalmente as possibilidades de carreira que o mesmo apresenta.
Quanto ao desenvolvimento humano, é preciso oferecer práticas e conteúdos que contribuam para o crescimento pessoal e profissional dos colaboradores. Programas de treinamento com metodologias que envolvam as pessoas no processo de aprendizagem, revelem o que a organização necessita, como quer ser vista, o que considera importante e o que faz questão que seja aplicado por cada ser humano que nela atua.
A avaliação de desempenho também é uma importante ferramenta que se propõe a analisar o desempenho do profissional em função das atividades que ele realiza, das metas estabelecidas, dos resultados alcançados e do seu potencial de desenvolvimento. Ou seja, auxilia o colaborador a perceber se aquilo que se esperava dele foi atingido e quais são os gaps que deverão ser desenvolvidos para o futuro. O objetivo final dessa avaliação é contribuir para o desenvolvimento das pessoas na organização.
A Gestão de Pessoas deve formar e consolidar equipes internas produtivas e comprometidas com a estratégia e as metas da empresa, utilizando adequadamente processos seletivos, atividades de treinamento, aperfeiçoamento e desenvolvimento de habilidades individuais, otimizando recursos e investimentos, com o objetivo de maximizar os lucros. Monitorar todos estes elementos faz parte da rotina de gerenciamento dos indicadores de RH que demonstram se o investimento em pessoas trouxe ou não retornos financeiros para o negócio.
Portanto, o segredo para as organizações é manter os seus talentos numa relação de verdadeira parceria de ganhos mútuos, pois se quisermos pensar na empresa hoje e no futuro é preciso entender que a excelência empresarial é um trabalho realizado com e por meio das pessoas.
sexta-feira, 11 de março de 2011
Lucro da Grendene aumenta 44,3% no quarto trimestre
Já a receita líquida de outubro e dezembro deste ano foi de R$ 488,1 milhões, um acréscimo de 1,6% ante os R$ 480,3 milhões anunciados no quarto trimestre do ano anterior.
24 de fevereiro de 2011 - A Grendene (GRND3) anunciou um lucro líquido de R$ 122,7 milhões no quarto trimestre de 2010, uma alta de 44,3% ante os R$ 85 milhões contabilizados no mesmo período do ano passado.
Já a receita líquida de outubro e dezembro deste ano foi de R$ 488,1 milhões, um acréscimo de 1,6% ante os R$ 480,3 milhões anunciados no quarto trimestre do ano anterior.
Por sua vez, o Ebitda (lucro antes de impostos, depreciação e amortização) no período somou R$ 105,3 milhões, um avanço de 74,4% no confronto com os R$ 60,4 milhões verificados nos últimos três meses de 2009.
24 de fevereiro de 2011 - A Grendene (GRND3) anunciou um lucro líquido de R$ 122,7 milhões no quarto trimestre de 2010, uma alta de 44,3% ante os R$ 85 milhões contabilizados no mesmo período do ano passado.
Já a receita líquida de outubro e dezembro deste ano foi de R$ 488,1 milhões, um acréscimo de 1,6% ante os R$ 480,3 milhões anunciados no quarto trimestre do ano anterior.
Por sua vez, o Ebitda (lucro antes de impostos, depreciação e amortização) no período somou R$ 105,3 milhões, um avanço de 74,4% no confronto com os R$ 60,4 milhões verificados nos últimos três meses de 2009.
Grendene negocia com importadores da Líbia e Sudão
Grendene negocia com importadores da Líbia e Sudão
A fabricante brasileira de calçados, que produz 500 mil pares/dia, já exporta para nove países árabes. As negociações com os distribuidores líbios e sudaneses começaram no final de janeiro.
A fabricante de calçados Grendene, fundada em Farroupilha, no Rio Grande do Sul, está abrindo mercado em mais dois países árabes: Líbia e Sudão. A companhia já exporta para Arábia Saudita, Emirados Árabes, Kuwait, Síria, Líbano, Jordânia, Iraque, Egito e Marrocos. As negociações com distribuidores líbios e sudaneses começaram no final de janeiro, durante participação da empresa na Feira Internacional de Cartum, no Sudão, e na missão brasileira ao Norte da África organizada pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).
Divulgação Divulgação
Grendene participou da Feira Internacional de Cartum, no Sudão
De acordo com Artur Bonotto, trader da companhia para o Oriente Médio e Norte da África, os primeiros embarques devem ocorrer até o final do primeiro semestre. "As negociações estão bastante adiantadas. Já enviamos amostras e devemos fechar os primeiros pedidos para a próxima estação", afirma. "A feira no Sudão nos proporcionou ótimos contatos. Participamos do evento pela primeira vez e ficamos bem impressionados", diz. O estande brasileiro na mostra foi organizado pela Câmara de Comércio Árabe Brasileira.
Segundo Bonotto, o Sudão, com 40 milhões de habitantes, é um mercado potencial para a Grendene. "Podemos atender a demanda deles por produtos de massa, com qualidade e design bem superiores aos produtos chineses", garante o trader.
A avaliação de Bonotto sobre a missão também é positiva. "A missão também foi muito boa principalmente pela questão política, contato com governantes locais e embaixadas brasileiras nos países árabes que podem auxiliar nos negócios", diz. A missão brasileira, liderada pelo ministro Miguel Jorge, visitou Líbia, Tunísia, Argélia e Marrocos entre os dias 24 e 30 de janeiro.
Hoje, no Norte da África, o Egito é o maior mercado importador da Grendene, seguido por Marrocos. "São dois mercados maduros onde nossa marca já está consolidada pelo trabalho desenvolvido em parceira com os distribuidores locais", afirma.
O Grendene exporta para 90 países. Entre os maiores mercados de destino da fabricante estão Estados Unidos, Canadá, países da América Latina, Europa, África e Oriente Médio.
A primeira unidade fabril da Grendene surgiu em Farroupilha, no interior do Rio Grande do Sul, em 1971. O que era uma pequena fábrica de embalagens plásticas aos poucos foi se transformando em uma das maiores produtoras mundiais de calçados sintéticos e líder em vários segmentos no mercado brasileiro. Hoje a companhia gera 20 mil empregos diretos e produz 500 mil pares/dia.
A empresa detém marcas como Melissa, Rider, Grendha, Ipanema Gisele Bündchen, Ipanema, Grendene Kids, Grendene Baby e Ilhabela. A empresa tem seis unidades industriais, compostas por 12 fábricas de calçados com capacidade instalada total de 176 milhões de pares/ano, além de uma matrizaria e uma fábrica de PVC com capacidade de produção de 51 mil toneladas/ano para consumo próprio na produção de calçados.
A fabricante brasileira de calçados, que produz 500 mil pares/dia, já exporta para nove países árabes. As negociações com os distribuidores líbios e sudaneses começaram no final de janeiro.
A fabricante de calçados Grendene, fundada em Farroupilha, no Rio Grande do Sul, está abrindo mercado em mais dois países árabes: Líbia e Sudão. A companhia já exporta para Arábia Saudita, Emirados Árabes, Kuwait, Síria, Líbano, Jordânia, Iraque, Egito e Marrocos. As negociações com distribuidores líbios e sudaneses começaram no final de janeiro, durante participação da empresa na Feira Internacional de Cartum, no Sudão, e na missão brasileira ao Norte da África organizada pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).
Divulgação Divulgação
Grendene participou da Feira Internacional de Cartum, no Sudão
De acordo com Artur Bonotto, trader da companhia para o Oriente Médio e Norte da África, os primeiros embarques devem ocorrer até o final do primeiro semestre. "As negociações estão bastante adiantadas. Já enviamos amostras e devemos fechar os primeiros pedidos para a próxima estação", afirma. "A feira no Sudão nos proporcionou ótimos contatos. Participamos do evento pela primeira vez e ficamos bem impressionados", diz. O estande brasileiro na mostra foi organizado pela Câmara de Comércio Árabe Brasileira.
Segundo Bonotto, o Sudão, com 40 milhões de habitantes, é um mercado potencial para a Grendene. "Podemos atender a demanda deles por produtos de massa, com qualidade e design bem superiores aos produtos chineses", garante o trader.
A avaliação de Bonotto sobre a missão também é positiva. "A missão também foi muito boa principalmente pela questão política, contato com governantes locais e embaixadas brasileiras nos países árabes que podem auxiliar nos negócios", diz. A missão brasileira, liderada pelo ministro Miguel Jorge, visitou Líbia, Tunísia, Argélia e Marrocos entre os dias 24 e 30 de janeiro.
Hoje, no Norte da África, o Egito é o maior mercado importador da Grendene, seguido por Marrocos. "São dois mercados maduros onde nossa marca já está consolidada pelo trabalho desenvolvido em parceira com os distribuidores locais", afirma.
O Grendene exporta para 90 países. Entre os maiores mercados de destino da fabricante estão Estados Unidos, Canadá, países da América Latina, Europa, África e Oriente Médio.
A primeira unidade fabril da Grendene surgiu em Farroupilha, no interior do Rio Grande do Sul, em 1971. O que era uma pequena fábrica de embalagens plásticas aos poucos foi se transformando em uma das maiores produtoras mundiais de calçados sintéticos e líder em vários segmentos no mercado brasileiro. Hoje a companhia gera 20 mil empregos diretos e produz 500 mil pares/dia.
A empresa detém marcas como Melissa, Rider, Grendha, Ipanema Gisele Bündchen, Ipanema, Grendene Kids, Grendene Baby e Ilhabela. A empresa tem seis unidades industriais, compostas por 12 fábricas de calçados com capacidade instalada total de 176 milhões de pares/ano, além de uma matrizaria e uma fábrica de PVC com capacidade de produção de 51 mil toneladas/ano para consumo próprio na produção de calçados.
A Parábola imperdível dos concurseiros
Alexandre Rangel no seu livro As mais belas parábolas de todos os tempos,v. I, p. 29 (Belo Horizonte: Editora Leitura, 2002) narra uma parábola que encaixa com perfeição no perfil desafiador do concurseiro. É a seguinte:
“Um velho sábio ensinava ao povo ser trabalhador e cauteloso. Nada de bom pode vir a uma nação cujo povo reclama e espera que outros resolvam seus problemas. Deus dá as coisas boas da vida a quem lida com os problemas por conta própria.
Uma noite, enquanto todos dormiam, ele pôs uma enorme pedra na estrada, impedindo a passagem. Escondeu-se e ficou observando. Primeiro apareceu um fazendeiro com uma carroça carregada de sementes. Ele sedesviou da pedra e saiu praguejando: “Por que esses preguiçosos não mandam retirar essa pedra da estrada.
Logo depois veio um jovem soldado que tropeçou na pedra. Se irritou, praguejou, reclamou, mas nada fez para desobstruir o caminho. Todos que passaram por lá resmungavam, reclamavam, mas ninguém fez nada para retirar aquela pedra da estrada. Em seguida apareceu a filha do moleiro que, embora cansada, resolveu remover a grande pedra. Empurrou, empurrou, puxou para cá, puxou para lá e depois de tanto insistir conseguiu livrar ocaminho, colocando a pedra na lateral da estrada. Para sua surpresa, encontrou uma caixa debaixo da pedra. Ergueu-a. Era pesada, pois estava cheia de alguma coisa. Na sua tampa havia os seguintes dizeres:
“Esta caixa pertence a quem retirar a pedra do caminho”.
Ela abriu a caixa e descobriu que estava cheia de ouro. Ficou muito feliz. Foi para sua casa. Quando o fazendeiro e o soldado souberam do ocorrido, correram para o local. Revolveram o pó da estrada com os pés, na esperança de encontrar um pedaço de ouro. Nada acharam. O sábio disse: “Meus amigos, com frequência encontramos obstáculos e fardos no nosso caminho. Podemos reclamar em alto e bom som enquanto nos desviamos deles se assim preferirmos, ou podemos erguê-los e descobrir o que eles significam. A decepção é normalmente o preço da preguiça”.
Caros amigos concurseiros (e quem mais estiver lendo essa parábola): nós nos movemos em razão das nossas necessidades (isso é normalmente certo). A regra, portanto, é a zona do conforto,do comodismo, da inércia, da preguiça.
Mas saiba: você não chega a lugar nenhum quando você tem vontade forte, mas uma fraca disposição para obedecer-lhe (Carlos Drummond de Andrade, brasileiro, poeta). O pior naufrágio, na nossa vida, é daquele que nunca saiu do porto (Amyr Klink, brasileiro, navegador). Se você nada faz para mudar sua realidade, vai continuar conseguindo o que você sempre conseguiu (Anthony Robbins, americano, escritor). A preguiça anda tão devagar que a pobreza [a decepção, o insucesso] facilmentea alcança (Confúcio, chinês, filósofo). Trabalho duro tem um retorno futuro, preguiça retorna agora (Steven Wright, americano, ator).
Avante!
“Um velho sábio ensinava ao povo ser trabalhador e cauteloso. Nada de bom pode vir a uma nação cujo povo reclama e espera que outros resolvam seus problemas. Deus dá as coisas boas da vida a quem lida com os problemas por conta própria.
Uma noite, enquanto todos dormiam, ele pôs uma enorme pedra na estrada, impedindo a passagem. Escondeu-se e ficou observando. Primeiro apareceu um fazendeiro com uma carroça carregada de sementes. Ele sedesviou da pedra e saiu praguejando: “Por que esses preguiçosos não mandam retirar essa pedra da estrada.
Logo depois veio um jovem soldado que tropeçou na pedra. Se irritou, praguejou, reclamou, mas nada fez para desobstruir o caminho. Todos que passaram por lá resmungavam, reclamavam, mas ninguém fez nada para retirar aquela pedra da estrada. Em seguida apareceu a filha do moleiro que, embora cansada, resolveu remover a grande pedra. Empurrou, empurrou, puxou para cá, puxou para lá e depois de tanto insistir conseguiu livrar ocaminho, colocando a pedra na lateral da estrada. Para sua surpresa, encontrou uma caixa debaixo da pedra. Ergueu-a. Era pesada, pois estava cheia de alguma coisa. Na sua tampa havia os seguintes dizeres:
“Esta caixa pertence a quem retirar a pedra do caminho”.
Ela abriu a caixa e descobriu que estava cheia de ouro. Ficou muito feliz. Foi para sua casa. Quando o fazendeiro e o soldado souberam do ocorrido, correram para o local. Revolveram o pó da estrada com os pés, na esperança de encontrar um pedaço de ouro. Nada acharam. O sábio disse: “Meus amigos, com frequência encontramos obstáculos e fardos no nosso caminho. Podemos reclamar em alto e bom som enquanto nos desviamos deles se assim preferirmos, ou podemos erguê-los e descobrir o que eles significam. A decepção é normalmente o preço da preguiça”.
Caros amigos concurseiros (e quem mais estiver lendo essa parábola): nós nos movemos em razão das nossas necessidades (isso é normalmente certo). A regra, portanto, é a zona do conforto,do comodismo, da inércia, da preguiça.
Mas saiba: você não chega a lugar nenhum quando você tem vontade forte, mas uma fraca disposição para obedecer-lhe (Carlos Drummond de Andrade, brasileiro, poeta). O pior naufrágio, na nossa vida, é daquele que nunca saiu do porto (Amyr Klink, brasileiro, navegador). Se você nada faz para mudar sua realidade, vai continuar conseguindo o que você sempre conseguiu (Anthony Robbins, americano, escritor). A preguiça anda tão devagar que a pobreza [a decepção, o insucesso] facilmentea alcança (Confúcio, chinês, filósofo). Trabalho duro tem um retorno futuro, preguiça retorna agora (Steven Wright, americano, ator).
Avante!
domingo, 27 de fevereiro de 2011
24 de Março - Grendene 40 anos
Hoje a Grendene completa 40 anos...e essa data chega para nos cheia de significado, de lembranças e reflexões. Essa data nos faz lembrar de muitas histórias...Histórias de pessoas visionárias que viram o que ninguém antes viu, pessoas que apostaram num conceito de produto, num material, num modelo de negócio decisivos para a história que foi escrita até aqui. Essa data nos faz lembrar que temos muitos motivos para comemorar. Comemorar cada conquista, cada resultado, cada colaborador, cada produto, cada marca, cada meta, cada mercado, cada cliente conquistado... cada dia vivido aqui...
A cada ano, a Grendene crescia e novas pessoas foram convidadas a fazer parte desse projeto, engajaram-se nesse sonho, no mesmo espírito de empreendorismo, superação, criatividade, inovação, persistência e trabalho, muito trabalho. Pessoas que passaram a compartilhar os mesmos valores: lucro, competitividade, inovação, agilidade, ética...Todos esses elementos compõe um enredo, um cenário uma história repleta de protagonistas...Pessoas especiais que são capazes de se reinventar constantemente, a partir de novos aprendizados e maiores desafios. Pessoas que tornam o impossível possível todos os dias. Pessoas admiráveis.
Essa data desperta em nos um sentimento enorme de orgulho, de dever cumprido, de contribuição, de união e objetivo em comum. Essa data nos faz lembrar de maturidade, de consciência, responsabilidade e protagonismo.
Essa é a história da Grendene. Essa é a minha história. Essa história também é sua. É a você que hoje queremos agradecer... Você que chegou agora há pouco, você que está desde o começo, você que entrou no meio do caminho e ajudou a Grendene a ser mais forte. Hoje, mais do que nunca, todos juntos somos um só... Somos Grendene... somos os responsáveis pelo que aconteceu até aqui e seremos responsáveis pelo que virá. Vamos juntos comemorar por todo esse ano e construir o caminho que nos fará viver e perpetuar essa marca, esse nome, esse sonho....
Grendene 40 ANOS. Essa história também é sua
Parabéns a todos
A cada ano, a Grendene crescia e novas pessoas foram convidadas a fazer parte desse projeto, engajaram-se nesse sonho, no mesmo espírito de empreendorismo, superação, criatividade, inovação, persistência e trabalho, muito trabalho. Pessoas que passaram a compartilhar os mesmos valores: lucro, competitividade, inovação, agilidade, ética...Todos esses elementos compõe um enredo, um cenário uma história repleta de protagonistas...Pessoas especiais que são capazes de se reinventar constantemente, a partir de novos aprendizados e maiores desafios. Pessoas que tornam o impossível possível todos os dias. Pessoas admiráveis.
Essa data desperta em nos um sentimento enorme de orgulho, de dever cumprido, de contribuição, de união e objetivo em comum. Essa data nos faz lembrar de maturidade, de consciência, responsabilidade e protagonismo.
Essa é a história da Grendene. Essa é a minha história. Essa história também é sua. É a você que hoje queremos agradecer... Você que chegou agora há pouco, você que está desde o começo, você que entrou no meio do caminho e ajudou a Grendene a ser mais forte. Hoje, mais do que nunca, todos juntos somos um só... Somos Grendene... somos os responsáveis pelo que aconteceu até aqui e seremos responsáveis pelo que virá. Vamos juntos comemorar por todo esse ano e construir o caminho que nos fará viver e perpetuar essa marca, esse nome, esse sonho....
Grendene 40 ANOS. Essa história também é sua
Parabéns a todos
segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
Como tirar a estratégia do papel
01 - Estamos modificando a maneira como divulgamos o plano estratégico para toda a companhia, de modo a envolver cada vez mais os funcionários.
Numa grande empresa, deve-se começar a desdobrar as metas a partir dos nineis mais altos da hierarquia e, só depois, descer para os demais níveis hierarquicos? Ou é melhor definir e implementar as metas de uma só vez em toda a organização?
Se parparetirmos do princípio de que as metas de cada um são atingidas
Numa grande empresa, deve-se começar a desdobrar as metas a partir dos nineis mais altos da hierarquia e, só depois, descer para os demais níveis hierarquicos? Ou é melhor definir e implementar as metas de uma só vez em toda a organização?
Se parparetirmos do princípio de que as metas de cada um são atingidas
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
LIVRO EXECUÇÃO
Ontem estivemos reunidos no Hotel Ytacaranha (Meruoca) para discutirmos o livro EXECUÇÃO, foi uma experiência fantastica, eramos 190 getores que EXECUTAM.
O aprendizado adquierido foi de fundamental importãncia para a vida profissional de todos qua alí estavam, podemos festejar os belos resultados construídos por todos.
ACADEMIA GRENDENE:AGINDO HOJE NA CONSTRUÇÃO DO FUTURO, nosso muito obrigado por contribuir para nosso crescimento profissional e pessoal.
Sabemos que estamos no caminho certo e que vamos ter muito sucesso, pois somos uma equipe que EXECUTA.
O aprendizado adquierido foi de fundamental importãncia para a vida profissional de todos qua alí estavam, podemos festejar os belos resultados construídos por todos.
ACADEMIA GRENDENE:AGINDO HOJE NA CONSTRUÇÃO DO FUTURO, nosso muito obrigado por contribuir para nosso crescimento profissional e pessoal.
Sabemos que estamos no caminho certo e que vamos ter muito sucesso, pois somos uma equipe que EXECUTA.
domingo, 28 de novembro de 2010
O que um Líder 5 Estrelas deve Saber
Se desejamos construir famílias mais felizes, empresas mais saudáveis e comunidades mais solidárias precisamos mudar a forma de pensar a liderança. As competências aplicáveis nos últimos 50 anos não são mais tão úteis na nova sociedade do serviço, do cliente, do relacionamento móvel e do mundo volátil em que vivemos. Parecem desmoronar as verdades sobre a motivação, a lealdade, o comprometimento e – a liderança! A escassez de líderes competentes é um fato.
No campo político, a grande maioria dos países ressente-se da falta de estatura e competência de seus líderes. No mundo empresarial as empresas não conseguem formar líderes em quantidade e qualidade suficientes para se expandirem, nem para se posicionarem junto a seus clientes, fornecedores, parceiros. Nas famílias agrava-se a distância entre pais e filhos. As comunidades ressentem-se de lideranças mais eficazes.
O que fazer? Uma saída é tentar aprender com a prática daqueles a quem chamo de "líderes cinco-estrelas". Ao longo de minha carreira tenho tido a oportunidade de conviver com vários deles. São líderes – homens e mulheres, alguns bastante jovens – diferenciados, notáveis, mesmo aqueles que são anônimos por não ocuparem cargos nem posição social de destaque. Mas exercem a liderança de forma competente. Temos o que aprender com eles. Quais são seus segredos?
Oferecem causas, em vez de apenas empregos, tarefas ou metas. Criam um ambiente de motivação profunda ao deixar claro o significado que transcende a tarefa, o trabalho, o job description das pessoas que o cercam. Vão muito além de metas e objetivos a serem cumpridos. Indicam o "porto de chegada" e as escalas intermediárias na " viagem" da sua equipe, família, grupo comunitário. E deixam claro que o importante não é inventar o futuro, em vez de perder tempo tentando adivinhá-lo. Contribuem para ajudar as pessoas que os cercam a entenderem melhor os momentos que atravessam. Estimulam os outros no sentimento de que fazem parte de algo nobre, que extrapola a simples troca do trabalho por remuneração. E a superarem situações indesejadas ou inesperadas.
Formam outros líderes, em vez de apenas seguidores. O líder diferenciado não é mais aquele que tem atrás de si um grupo de pessoas que seguem fielmente o rumo traçado e são recompensadas pela sua lealdade. Essa é uma visão elitista da liderança que precisa ser desmistificada. Os líderes competentes são aqueles que têm em torno de si pessoas capazes de exercer a liderança quando necessário. Criam mecanismos, atitudes e posturas que estimulam o desenvolvimento do líder que existe dentro de cada um. Formam, assim, outros líderes. E fazem isso porque já perceberam que as empresas, hoje, necessitam de uma quantidade muito maior de líderes.
Lideram 360 graus, em vez de 90 graus. O líder diferenciado atua onde faz diferença. Não influencia somente quem está do lado "de dentro" numa família, empresa, escola, hospital. Exerce a liderança também "fora", para cima e para os lados. Na empresa, sabe que precisa exercer a liderança perante clientes, parceiros e comunidades. Cuida de perto dos canais de distribuição de seus produtos e serviços. Precisa, às vezes, intervir em operações de seus fornecedores para que esses garantam a qualidade e o custo requeridos para aumentar a competitividade de seu negócio. Precisa influenciar as associações no setor em que atua. Algumas vezes tem que articular com líderes comunitários para que a empresa exerça uma eficaz cidadania corporativa. O líder 360 graus consegue liderar também para "cima". Numa empresa, significa influenciar seu chefe, os diretores, o presidente, os acionistas – enfim, todos aqueles que, na escala de poder, ocupam posição hierárquica superior. Isso requer coragem, ousadia, iniciativa, criatividade.
Surpreendem pelos resultados, em vez de fazer apenas o combinado. O líder do futuro não será aquele que chega aonde anunciou que chegaria. Não bastará cumprir metas. Será aquele que fará mais do que o combinado, surpreenderá pelos resultados que conseguir transformar em realidade. Consegue obter resultados incomuns de pessoas comuns. Surpreende, superando sempre o esperado. Em vez de dar ordens e cobrar rendimento, incentiva cada um a fazer o seu melhor. E dá o melhor de si. Não espera acontecer. Cria as oportunidades. Estimula o senso de urgência e não deixa as coisas para amanhã. Incentiva parcerias, apóia iniciativas. Prioriza o que a equipe precisa, não apenas o que desejam seus integrantes. Consegue o grau de compromisso e disciplina necessário para realizar sonhos definidos em conjunto, não apenas satisfações imediatistas. Celebra os sucessos e as pequenas vitórias. Distribui parte dos resultados gerados, em retribuição à comunidade.
Inspiram pelos valores, em vez de apenas pelo carisma. Inspirar pelos valores é a tarefa mais importante desses líderes. É a "cola" que une as outras forças do líder, a que dá sentido a tudo. O líder diferenciado compreende que o critério do sucesso não é apenas o resultado, mas também a forma como o resultado é obtido. Constrói um código de conduta com os integrantes dos grupos dos quais faz parte, em torno de valores que são explicitados, disseminados e praticados.
Constrói uma cultura aceita e compromissada. O líder cinco-estrelas cria um clima de ética, integridade, confiança, respeito pelo outro, transparência, aprendizado contínuo, inovação, proatividade, paixão, humildade, inteligência emocional. Cultiva a capacidade de servir clientes, fornecedores, comunidades, parceiros. Encara o empreendedorismo como um estado de espírito, não como sinônimo de pessoa jurídica. Esse líder educa pelo exemplo. Fala aos olhos, não apenas aos ouvidos.
Se esses "segredos" não passarem por suficientes, resta adicionar duas outras atitudes que distinguem ainda mais esses "líderes cinco-estrelas".
A primeira delas é que esses líderes aprenderam a ser líderes 24 horas por dia, ou seja, em todas as dimensões da vida. Exercem a liderança de forma coerente no escritório, em casa, na escola, na comunidade. Entendem que a liderança não ocorre apenas quando estamos no trabalho. Por que salientar essa atitude? Porque, infelizmente, a maioria exerce o papel de líder apenas quando está no seu ambiente formal e se comporta de modo completamente diferente – às vezes até antagônico – em outras circunstancias da vida. São "líderes meia-boca" que defendem certos valores quando estão com o crachá das suas organizações, mas que têm outras atitudes quando estão em casa ou em diversas situações do cotidiano.
A segunda atitude é que esses líderes, antes de pretender liderar os outros, aprenderam a liderar a si mesmos. Essa é uma das competências mais fundamentais dos chamados líderes cinco-estrelas. Sabem que, ao liderar, desafiam as pessoas a mudarem seus hábitos cotidianos, posturas, atitudes, comportamentos, modos de pensar – enfim, a modificar a forma de encarar suas vidas.
Esses líderes verdadeiros entendem que a mudança começa dentro de cada um de nós. Mas esses sabem que o líder, quando deseja mudar algo, deve começar a mudança em si. Sabem que liderança não é uma questão técnica, mas de atitudes e posturas. Atitudes perante outros, mas também perante a si mesmo. Isso implica em liderar suas emoções, seus ímpetos, suas deficiências e saber suplementá-las com pessoas de sua equipe ou com parceiros na sua vida pessoal. Isso exige elevada dose de autoconhecimento.
E você, leitor? Quais desses pontos você já pratica e não constituem segredos para você? Quais os que você precisa praticar mais para ser também chamado um "líder cinco-estrelas"?
Temos de evitar atuar no novo jogo da liderança usando aquela velha forma de pensar que nos conduz sempre aos mesmos lugares. Temos de mudar o padrão da liderança se de fato desejamos criar famílias bem mais felizes, empresas mais saudáveis e comunidades mais solidárias.
Faça seu comentário!
No campo político, a grande maioria dos países ressente-se da falta de estatura e competência de seus líderes. No mundo empresarial as empresas não conseguem formar líderes em quantidade e qualidade suficientes para se expandirem, nem para se posicionarem junto a seus clientes, fornecedores, parceiros. Nas famílias agrava-se a distância entre pais e filhos. As comunidades ressentem-se de lideranças mais eficazes.
O que fazer? Uma saída é tentar aprender com a prática daqueles a quem chamo de "líderes cinco-estrelas". Ao longo de minha carreira tenho tido a oportunidade de conviver com vários deles. São líderes – homens e mulheres, alguns bastante jovens – diferenciados, notáveis, mesmo aqueles que são anônimos por não ocuparem cargos nem posição social de destaque. Mas exercem a liderança de forma competente. Temos o que aprender com eles. Quais são seus segredos?
Oferecem causas, em vez de apenas empregos, tarefas ou metas. Criam um ambiente de motivação profunda ao deixar claro o significado que transcende a tarefa, o trabalho, o job description das pessoas que o cercam. Vão muito além de metas e objetivos a serem cumpridos. Indicam o "porto de chegada" e as escalas intermediárias na " viagem" da sua equipe, família, grupo comunitário. E deixam claro que o importante não é inventar o futuro, em vez de perder tempo tentando adivinhá-lo. Contribuem para ajudar as pessoas que os cercam a entenderem melhor os momentos que atravessam. Estimulam os outros no sentimento de que fazem parte de algo nobre, que extrapola a simples troca do trabalho por remuneração. E a superarem situações indesejadas ou inesperadas.
Formam outros líderes, em vez de apenas seguidores. O líder diferenciado não é mais aquele que tem atrás de si um grupo de pessoas que seguem fielmente o rumo traçado e são recompensadas pela sua lealdade. Essa é uma visão elitista da liderança que precisa ser desmistificada. Os líderes competentes são aqueles que têm em torno de si pessoas capazes de exercer a liderança quando necessário. Criam mecanismos, atitudes e posturas que estimulam o desenvolvimento do líder que existe dentro de cada um. Formam, assim, outros líderes. E fazem isso porque já perceberam que as empresas, hoje, necessitam de uma quantidade muito maior de líderes.
Lideram 360 graus, em vez de 90 graus. O líder diferenciado atua onde faz diferença. Não influencia somente quem está do lado "de dentro" numa família, empresa, escola, hospital. Exerce a liderança também "fora", para cima e para os lados. Na empresa, sabe que precisa exercer a liderança perante clientes, parceiros e comunidades. Cuida de perto dos canais de distribuição de seus produtos e serviços. Precisa, às vezes, intervir em operações de seus fornecedores para que esses garantam a qualidade e o custo requeridos para aumentar a competitividade de seu negócio. Precisa influenciar as associações no setor em que atua. Algumas vezes tem que articular com líderes comunitários para que a empresa exerça uma eficaz cidadania corporativa. O líder 360 graus consegue liderar também para "cima". Numa empresa, significa influenciar seu chefe, os diretores, o presidente, os acionistas – enfim, todos aqueles que, na escala de poder, ocupam posição hierárquica superior. Isso requer coragem, ousadia, iniciativa, criatividade.
Surpreendem pelos resultados, em vez de fazer apenas o combinado. O líder do futuro não será aquele que chega aonde anunciou que chegaria. Não bastará cumprir metas. Será aquele que fará mais do que o combinado, surpreenderá pelos resultados que conseguir transformar em realidade. Consegue obter resultados incomuns de pessoas comuns. Surpreende, superando sempre o esperado. Em vez de dar ordens e cobrar rendimento, incentiva cada um a fazer o seu melhor. E dá o melhor de si. Não espera acontecer. Cria as oportunidades. Estimula o senso de urgência e não deixa as coisas para amanhã. Incentiva parcerias, apóia iniciativas. Prioriza o que a equipe precisa, não apenas o que desejam seus integrantes. Consegue o grau de compromisso e disciplina necessário para realizar sonhos definidos em conjunto, não apenas satisfações imediatistas. Celebra os sucessos e as pequenas vitórias. Distribui parte dos resultados gerados, em retribuição à comunidade.
Inspiram pelos valores, em vez de apenas pelo carisma. Inspirar pelos valores é a tarefa mais importante desses líderes. É a "cola" que une as outras forças do líder, a que dá sentido a tudo. O líder diferenciado compreende que o critério do sucesso não é apenas o resultado, mas também a forma como o resultado é obtido. Constrói um código de conduta com os integrantes dos grupos dos quais faz parte, em torno de valores que são explicitados, disseminados e praticados.
Constrói uma cultura aceita e compromissada. O líder cinco-estrelas cria um clima de ética, integridade, confiança, respeito pelo outro, transparência, aprendizado contínuo, inovação, proatividade, paixão, humildade, inteligência emocional. Cultiva a capacidade de servir clientes, fornecedores, comunidades, parceiros. Encara o empreendedorismo como um estado de espírito, não como sinônimo de pessoa jurídica. Esse líder educa pelo exemplo. Fala aos olhos, não apenas aos ouvidos.
Se esses "segredos" não passarem por suficientes, resta adicionar duas outras atitudes que distinguem ainda mais esses "líderes cinco-estrelas".
A primeira delas é que esses líderes aprenderam a ser líderes 24 horas por dia, ou seja, em todas as dimensões da vida. Exercem a liderança de forma coerente no escritório, em casa, na escola, na comunidade. Entendem que a liderança não ocorre apenas quando estamos no trabalho. Por que salientar essa atitude? Porque, infelizmente, a maioria exerce o papel de líder apenas quando está no seu ambiente formal e se comporta de modo completamente diferente – às vezes até antagônico – em outras circunstancias da vida. São "líderes meia-boca" que defendem certos valores quando estão com o crachá das suas organizações, mas que têm outras atitudes quando estão em casa ou em diversas situações do cotidiano.
A segunda atitude é que esses líderes, antes de pretender liderar os outros, aprenderam a liderar a si mesmos. Essa é uma das competências mais fundamentais dos chamados líderes cinco-estrelas. Sabem que, ao liderar, desafiam as pessoas a mudarem seus hábitos cotidianos, posturas, atitudes, comportamentos, modos de pensar – enfim, a modificar a forma de encarar suas vidas.
Esses líderes verdadeiros entendem que a mudança começa dentro de cada um de nós. Mas esses sabem que o líder, quando deseja mudar algo, deve começar a mudança em si. Sabem que liderança não é uma questão técnica, mas de atitudes e posturas. Atitudes perante outros, mas também perante a si mesmo. Isso implica em liderar suas emoções, seus ímpetos, suas deficiências e saber suplementá-las com pessoas de sua equipe ou com parceiros na sua vida pessoal. Isso exige elevada dose de autoconhecimento.
E você, leitor? Quais desses pontos você já pratica e não constituem segredos para você? Quais os que você precisa praticar mais para ser também chamado um "líder cinco-estrelas"?
Temos de evitar atuar no novo jogo da liderança usando aquela velha forma de pensar que nos conduz sempre aos mesmos lugares. Temos de mudar o padrão da liderança se de fato desejamos criar famílias bem mais felizes, empresas mais saudáveis e comunidades mais solidárias.
Faça seu comentário!
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
Nosso conhecimento é nosso chefe
Ao conversarmos com nossos colegas sobre práticas que poderiam tornar sua vida profissional mais produtiva, é comum observamos certa concentração em determinadas ações.
Normalmente vem a figura do chefe, que é considerado, por muitos, como um grande responsável pelas dificuldades de crescimento profissional.
Aliás, a palavra chefe já nos remete ao período indígena, quando cada tribo possuía um “chefe”, aquele senhor que normalmente, devido sua idade, tinha experiência o suficiente para tomar as melhores decisões.
A mudança da chefia só acontecia com a morte dele.
Também encontramos o termo chefe nos grupos de animais, o de leões é um deles. O chefe do grupo tem prioridade sobre as fêmeas e desta forma perpetua seus genes. O motivo desta liderança? A força.
Com o decorrer dos anos, outros leões mais novos poderiam desafiar o chefe e conquistar o seu cargo, a base da força…
Embora haja esta diferença quanto ao fator que justifica o cargo de chefia, existe, dois fatos em comum, nestas situações…
Todos os elementos do grupo, que não são chefes, possuem suas atribuições dentro do grupo bem definidas e respeitam as decisões tomadas pelas chefia.
Com o passar do tempo, temos visto que muitos de nós passamos a delegar ao chefe não somente as tomadas de decisões, mas principalmente, os motivos por não atingirmos os nossos objetivos…
Grande equívoco…
Não dependemos de ninguém para que possamos atender nossas metas pessoais, que são realmente aquelas que se perpetuam para sempre.
Em nosso trabalho, por exemplo, por mais que tenhamos, ainda mais nos dias de hoje, muitas ações que inibem nossas atividades, somo muito maiores que tudo isso.
O conhecimento é uma destas coisas que nos torna maior…
Ao desenvolvermos, de forma deliberada, atividades em prol do resgate, compartilhamento e disseminação de conhecimentos, nos mostramos ainda maiores do que somos, ou que supostamente, qualquer chefe acha que somos.
Talvez esta seja uma das maiores contribuições que a gestão do conhecimento pode proporcionar para o atendimento de nossas metas…. a total dependência de nós mesmos.
Normalmente vem a figura do chefe, que é considerado, por muitos, como um grande responsável pelas dificuldades de crescimento profissional.
Aliás, a palavra chefe já nos remete ao período indígena, quando cada tribo possuía um “chefe”, aquele senhor que normalmente, devido sua idade, tinha experiência o suficiente para tomar as melhores decisões.
A mudança da chefia só acontecia com a morte dele.
Também encontramos o termo chefe nos grupos de animais, o de leões é um deles. O chefe do grupo tem prioridade sobre as fêmeas e desta forma perpetua seus genes. O motivo desta liderança? A força.
Com o decorrer dos anos, outros leões mais novos poderiam desafiar o chefe e conquistar o seu cargo, a base da força…
Embora haja esta diferença quanto ao fator que justifica o cargo de chefia, existe, dois fatos em comum, nestas situações…
Todos os elementos do grupo, que não são chefes, possuem suas atribuições dentro do grupo bem definidas e respeitam as decisões tomadas pelas chefia.
Com o passar do tempo, temos visto que muitos de nós passamos a delegar ao chefe não somente as tomadas de decisões, mas principalmente, os motivos por não atingirmos os nossos objetivos…
Grande equívoco…
Não dependemos de ninguém para que possamos atender nossas metas pessoais, que são realmente aquelas que se perpetuam para sempre.
Em nosso trabalho, por exemplo, por mais que tenhamos, ainda mais nos dias de hoje, muitas ações que inibem nossas atividades, somo muito maiores que tudo isso.
O conhecimento é uma destas coisas que nos torna maior…
Ao desenvolvermos, de forma deliberada, atividades em prol do resgate, compartilhamento e disseminação de conhecimentos, nos mostramos ainda maiores do que somos, ou que supostamente, qualquer chefe acha que somos.
Talvez esta seja uma das maiores contribuições que a gestão do conhecimento pode proporcionar para o atendimento de nossas metas…. a total dependência de nós mesmos.
quinta-feira, 21 de outubro de 2010
Cinco ações para preservar talentos dentro das organizações
O talento humano é um dos mais valiosos recursos de uma organização, o qual temos que aprender a promover e manter. Consequentemente é importante que as empresas gerem políticas eficientes para preservar os melhores colaboradores, ou seja, as pessoas realmente capazes de contribuir para o desenvolvimento das organizações. Mas como, afinal, preservar estes talentos dentro das organizações?
Atualmente, é comum observar que muitas organizações estão preocupadas em adotar, quase que exclusivamente, programas de incentivos financeiros, baseados nas competências específicas de cada organização. Entretanto, este incentivo, aplicado isoladamente, muitas vezes torna-se apenas uma forma paliativa de se estimular a motivação e, que, mesmo que esta seja alcançada, seu efeito de duração será muito breve. Sendo assim, com o decorrer do tempo não será solucionado o problema da permanência dos talentos, nem haverá aumento do comprometimento das pessoas.
Uma solução que vem sendo utilizada por diversas empresas, entre elas organizações que são referências em suas áreas de atuação, como Google, Dell, Novartis, Toyota, entre outras, é a mudança de foco em relação aos processos de gestão e valorização profissional. Estimulando a atitude e a autonomia do colaborador o mesmo se sentirá útil e enxergará oportunidade de crescimento dentro das empresas. Isso, além de gerar comprometimento, irá fazer a pessoa admirar a gestão da empresa que trabalha.
Para que esses processos gerem os resultados necessários para a organização, as lideranças e os departamentos de recursos humanos precisam manter sua atenção constantemente voltada para algumas ações importantes, tais como:
* Apoiar os colaboradores, para que participem ativamente de diferentes decisões e ações da organização. Tendo voz ativa dentro da empresa e colaborando com decisões a serem tomadas, além de fazer o colaborador se sentir útil, ajudará a empresa a reduzir seus custos e formar grandes líderes e liderados;
* Sendo ouvidos durante a inicialização de algum determinado projeto, o colaborador mostrará sua verdadeira capacidade profissional e de inovação. Eventualmente, isto poderá ter um significado motivacional mais importante para o colaborador do que, em muitos casos, uma própria promoção;
* Conceber políticas de recursos humanos abrangentes, que proporcionem um clima organizacional satisfatório, uma comunicação interna adequada e eficiente que vise à solução de conflitos e que sirva de alicerce para o verdadeiro trabalho em equipe;
* Lembrar sempre que não há plano de desenvolvimento sem um entendimento prévio entre a organização e o individuo. Para que isto seja possível, é preciso realmente conhecer as necessidades dos colaboradores e fazer que os colaboradores sintam realmente as perspectivas da empresa;
* Reconhecer o trabalho realizado, a iniciativa individual e a disponibilidade do colaborador, também é fundamental para estimular a vontade de superação e de querer ser e fazer cada vez melhor do indivíduo.
Tornar esses passos realidade são um desafio, que não será vencido a menos que o líder realmente acredite no potencial e na capacidade de desenvolvimento de sua equipe. Além disso, é preciso crer na capacidade da organização de se repensar, entendendo que o seu colaborador entrega, agrega e soma à organização suas ideias, sua criatividade e todo seu potencial.
Atualmente, é comum observar que muitas organizações estão preocupadas em adotar, quase que exclusivamente, programas de incentivos financeiros, baseados nas competências específicas de cada organização. Entretanto, este incentivo, aplicado isoladamente, muitas vezes torna-se apenas uma forma paliativa de se estimular a motivação e, que, mesmo que esta seja alcançada, seu efeito de duração será muito breve. Sendo assim, com o decorrer do tempo não será solucionado o problema da permanência dos talentos, nem haverá aumento do comprometimento das pessoas.
Uma solução que vem sendo utilizada por diversas empresas, entre elas organizações que são referências em suas áreas de atuação, como Google, Dell, Novartis, Toyota, entre outras, é a mudança de foco em relação aos processos de gestão e valorização profissional. Estimulando a atitude e a autonomia do colaborador o mesmo se sentirá útil e enxergará oportunidade de crescimento dentro das empresas. Isso, além de gerar comprometimento, irá fazer a pessoa admirar a gestão da empresa que trabalha.
Para que esses processos gerem os resultados necessários para a organização, as lideranças e os departamentos de recursos humanos precisam manter sua atenção constantemente voltada para algumas ações importantes, tais como:
* Apoiar os colaboradores, para que participem ativamente de diferentes decisões e ações da organização. Tendo voz ativa dentro da empresa e colaborando com decisões a serem tomadas, além de fazer o colaborador se sentir útil, ajudará a empresa a reduzir seus custos e formar grandes líderes e liderados;
* Sendo ouvidos durante a inicialização de algum determinado projeto, o colaborador mostrará sua verdadeira capacidade profissional e de inovação. Eventualmente, isto poderá ter um significado motivacional mais importante para o colaborador do que, em muitos casos, uma própria promoção;
* Conceber políticas de recursos humanos abrangentes, que proporcionem um clima organizacional satisfatório, uma comunicação interna adequada e eficiente que vise à solução de conflitos e que sirva de alicerce para o verdadeiro trabalho em equipe;
* Lembrar sempre que não há plano de desenvolvimento sem um entendimento prévio entre a organização e o individuo. Para que isto seja possível, é preciso realmente conhecer as necessidades dos colaboradores e fazer que os colaboradores sintam realmente as perspectivas da empresa;
* Reconhecer o trabalho realizado, a iniciativa individual e a disponibilidade do colaborador, também é fundamental para estimular a vontade de superação e de querer ser e fazer cada vez melhor do indivíduo.
Tornar esses passos realidade são um desafio, que não será vencido a menos que o líder realmente acredite no potencial e na capacidade de desenvolvimento de sua equipe. Além disso, é preciso crer na capacidade da organização de se repensar, entendendo que o seu colaborador entrega, agrega e soma à organização suas ideias, sua criatividade e todo seu potencial.
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
Críticas e caráter
Ninguém gosta de ser criticado, mas aprendemos e crescemos com as críticas honestas. É preciso ter caráter para não se sentir desanimado com a crítica.
E muitas destas críticas são movidas por inveja de concorrentes ou adversários desleais que atacam na calada da noite.
Mesmo assim, a regra do sucesso é seguir em frente.
Alguns acusam injustamente o concorrente ou adversário como cópia para justificar o seu medo de perder o posto e a sua própria incompetência. Quando não, eles são as próprias cópias e julgando-se mais famosos acusam injustamente.
Falam na sombra, articulam o mal, mas não são capazes de ver o que acontece a luz do sol.
Portanto, aceite a crítica honesta, tenha bom senso de encará-la com tranqüilidade, mas não deixe a crítica desviá-lo de seu objetivo.
As pessoas medianas não se arriscam, evitando a crítica. Não dizem, não fazem, não são nada e evitam a crítica garantindo a sua permanência na mediocridade, no mediano.
A verdade é que quanto mais você realiza mais está sujeito a ser criticado. Afinal, ninguém chuta cachorro morto e nem atira pedra em pipa que está no chão.
A estrada para o sucesso tem inúmeras armadilhas. É preciso ter muito caráter e esforço para não cair nelas.
Pense nisso, um forte abraço e esteja com Deus!
Compartilhe:
E muitas destas críticas são movidas por inveja de concorrentes ou adversários desleais que atacam na calada da noite.
Mesmo assim, a regra do sucesso é seguir em frente.
Alguns acusam injustamente o concorrente ou adversário como cópia para justificar o seu medo de perder o posto e a sua própria incompetência. Quando não, eles são as próprias cópias e julgando-se mais famosos acusam injustamente.
Falam na sombra, articulam o mal, mas não são capazes de ver o que acontece a luz do sol.
Portanto, aceite a crítica honesta, tenha bom senso de encará-la com tranqüilidade, mas não deixe a crítica desviá-lo de seu objetivo.
As pessoas medianas não se arriscam, evitando a crítica. Não dizem, não fazem, não são nada e evitam a crítica garantindo a sua permanência na mediocridade, no mediano.
A verdade é que quanto mais você realiza mais está sujeito a ser criticado. Afinal, ninguém chuta cachorro morto e nem atira pedra em pipa que está no chão.
A estrada para o sucesso tem inúmeras armadilhas. É preciso ter muito caráter e esforço para não cair nelas.
Pense nisso, um forte abraço e esteja com Deus!
Compartilhe:
sábado, 9 de outubro de 2010
Estamos juntos nisso?
Em um restaurante, vi um pai dando uma bronca no filho pequeno e os irmãos tentando defendê-lo. Quando viram que não tinha jeito de tirá-lo da encrenca assumiram a culpa também.
As mesas eram muito próximas e todos acabaram ouvindo a história toda.
O pai meio sem jeito olhou para a platéia e perguntou: – Que faço com eles? Pensei que fosse um só, mas estão juntos nisso!
Um senhor ao nosso lado respondeu: – Explique com calma porque não deveriam ter feito o que fizeram e orgulhe-se, afinal sabem o que é solidariedade e comprometimento.
Na infância fazemos muitas traquinagens, então há momentos bons e ruins.
Quer ver um momento excitante? Aprontar em grupo.
E um terrível? Apanhar sozinho!
Quando aprontamos e escapamos somos heróis, mas quando nos pegam e levamos uma surra, e sozinhos, pagamos o maior mico. Ficamos até em dúvida se a pior parte é apanhar ou encarar os amigos depois.
Amigos? Crianças esquecem a amizade e partem para a provocação! Interessante é que na infância os laços são muito fortes e não se rompem com facilidade. Nessa idade, sabemos que sempre haverá o amanhã e a vez do outro. Ninguém perde por esperar.
Ora, crescemos e daí?
Quando nos perguntarem “estamos juntos nisso”, o que responderemos?
Depende da questão? Claro que sim, mas esta não é uma pergunta tão fácil como parece.
Também não é uma pergunta para se fazer a qualquer hora, concorda? Afinal a concordância será depois cobrada!
Raciocinemos:
Vai se casar? Um bom momento para perguntar: – Estamos, realmente, juntos nisso?
Até que a morte nos separe tem se mostrado muito tempo na era moderna, mas que tal um comprometimento de verdade enquanto durar a relação?
Quer ver outro momento especial?
A decisão de ter filhos. Bom, pode ser que não de tempo para planos, mas já que a cegonha virá mesmo que tal refletir um pouco e descobrir o que falta e perguntar: – Estamos juntos nisso?
Foi assim que começamos, mas vai continuar?
Casamentos podem não ser para a vida toda, mas filhos com certeza são. Estamos comprometidos com sua “criação” e educação?
Que tal este?
Você vem tentando convencer seu pai a lhe pagar um curso no exterior. Ele não está animado, afinal seu comprometimento com os estudos não é dos maiores. Depois de refletir bastante ele diz: – Eu pago, mas vou estabelecer algumas condições, se não forem cumpridas você me dará seu carro e só poderá ter um quando você o comprar com seu esforços. Estamos juntos nisso?
Quando você está cuidando de algumas tarefas, comandando uma equipe ou vai contratar alguém, depois de explicar o que espera do grupo ou da pessoa, não gostaria de ter uma resposta franca quando perguntasse: – Estamos juntos nisso?
Imagine que seu chefe está em uma enrascada, convenceu os colegas e obteve apoio para um projeto e agora as coisas não se mostram nada bem. Os trabalhos não evoluem, ele acha que está correndo sério risco e resolveu pedir sua ajuda.
Para você as implicações seriam menores em caso de fracasso, mas isso não evitará que tenha que se expor defendendo algumas ideias e indicações de soluções.
Depois de uma conversa franca, ele lhe diz: – Fico feliz que você possa me ajudar, mas como este trabalho envolve riscos, gostaria que refletisse e só dissesse sim quando tivesse certeza que pode responder positivamente que estamos juntos nisso.
Neste momento está seguro que estamos juntos nisso ou quer mais tempo para pensar?
Há um bilhete na minha mesa, com várias rubricas, me provocando por causa dessa frase.
Está escrito o seguinte: Estamos juntos nisso. O que você propõe?
Simples: Vamos fazer deste um grande país?
E você, está conosco?
Estamos juntos nisso?
As mesas eram muito próximas e todos acabaram ouvindo a história toda.
O pai meio sem jeito olhou para a platéia e perguntou: – Que faço com eles? Pensei que fosse um só, mas estão juntos nisso!
Um senhor ao nosso lado respondeu: – Explique com calma porque não deveriam ter feito o que fizeram e orgulhe-se, afinal sabem o que é solidariedade e comprometimento.
Na infância fazemos muitas traquinagens, então há momentos bons e ruins.
Quer ver um momento excitante? Aprontar em grupo.
E um terrível? Apanhar sozinho!
Quando aprontamos e escapamos somos heróis, mas quando nos pegam e levamos uma surra, e sozinhos, pagamos o maior mico. Ficamos até em dúvida se a pior parte é apanhar ou encarar os amigos depois.
Amigos? Crianças esquecem a amizade e partem para a provocação! Interessante é que na infância os laços são muito fortes e não se rompem com facilidade. Nessa idade, sabemos que sempre haverá o amanhã e a vez do outro. Ninguém perde por esperar.
Ora, crescemos e daí?
Quando nos perguntarem “estamos juntos nisso”, o que responderemos?
Depende da questão? Claro que sim, mas esta não é uma pergunta tão fácil como parece.
Também não é uma pergunta para se fazer a qualquer hora, concorda? Afinal a concordância será depois cobrada!
Raciocinemos:
Vai se casar? Um bom momento para perguntar: – Estamos, realmente, juntos nisso?
Até que a morte nos separe tem se mostrado muito tempo na era moderna, mas que tal um comprometimento de verdade enquanto durar a relação?
Quer ver outro momento especial?
A decisão de ter filhos. Bom, pode ser que não de tempo para planos, mas já que a cegonha virá mesmo que tal refletir um pouco e descobrir o que falta e perguntar: – Estamos juntos nisso?
Foi assim que começamos, mas vai continuar?
Casamentos podem não ser para a vida toda, mas filhos com certeza são. Estamos comprometidos com sua “criação” e educação?
Que tal este?
Você vem tentando convencer seu pai a lhe pagar um curso no exterior. Ele não está animado, afinal seu comprometimento com os estudos não é dos maiores. Depois de refletir bastante ele diz: – Eu pago, mas vou estabelecer algumas condições, se não forem cumpridas você me dará seu carro e só poderá ter um quando você o comprar com seu esforços. Estamos juntos nisso?
Quando você está cuidando de algumas tarefas, comandando uma equipe ou vai contratar alguém, depois de explicar o que espera do grupo ou da pessoa, não gostaria de ter uma resposta franca quando perguntasse: – Estamos juntos nisso?
Imagine que seu chefe está em uma enrascada, convenceu os colegas e obteve apoio para um projeto e agora as coisas não se mostram nada bem. Os trabalhos não evoluem, ele acha que está correndo sério risco e resolveu pedir sua ajuda.
Para você as implicações seriam menores em caso de fracasso, mas isso não evitará que tenha que se expor defendendo algumas ideias e indicações de soluções.
Depois de uma conversa franca, ele lhe diz: – Fico feliz que você possa me ajudar, mas como este trabalho envolve riscos, gostaria que refletisse e só dissesse sim quando tivesse certeza que pode responder positivamente que estamos juntos nisso.
Neste momento está seguro que estamos juntos nisso ou quer mais tempo para pensar?
Há um bilhete na minha mesa, com várias rubricas, me provocando por causa dessa frase.
Está escrito o seguinte: Estamos juntos nisso. O que você propõe?
Simples: Vamos fazer deste um grande país?
E você, está conosco?
Estamos juntos nisso?
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
Vencedores X Perdedores
“Os vencedores fazem acontecer: os perdedores deixam acontecer”.
O vencedor sempre faz parte da resposta e o perdedor sempre faz parte do problema. O vencedor tem um plano, o perdedor tem uma desculpa.
O vencedor diz: “Deixe-me fazer isso por você”; o perdedor diz: “Isso não é minha função”. O vencedor vê uma resposta para cada problema e o perdedor vê um problema em cada resposta.
O vencedor diz: “Talvez seja difícil, mas não impossível” e o perdedor diz: “Talvez seja possível, mas é difícil demais”.
Quando o vencedor comete um erro, diz: “Eu me enganei”; quando o perdedor comete um erro, diz: “Não tive culpa”.
O vencedor estabelece compromissos e o perdedor só faz promessas. O vencedor diz: “Preciso fazer alguma coisa”; o perdedor diz: “Alguém precisa fazer alguma coisa”.
Os vencedores fazem parte da equipe e os perdedores estão à parte da equipe. Os vencedores veem o ganho, os perdedores, o gasto. Os vencedores enxergam as possibilidades e os perdedores problemas.
Os vencedores acreditam no ganha ganha e os perdedores acreditam que, para alguém ganhar, alguém tem de perder.
Os vencedores enxergam o futuro e os perdedores falam do passado. Os vencedores escolhem o que dizem e os perdedores dizem o que escolhem.
Os vencedores usam argumentos duros e palavras suaves… Os perdedores usam argumentos suaves e palavras duras.
Enfim, os vencedores mantém os seus valores e cedem em pequenas coisas e os perdedores mantém as pequenas coisas e sem seus valores.
O vencedor sempre faz parte da resposta e o perdedor sempre faz parte do problema. O vencedor tem um plano, o perdedor tem uma desculpa.
O vencedor diz: “Deixe-me fazer isso por você”; o perdedor diz: “Isso não é minha função”. O vencedor vê uma resposta para cada problema e o perdedor vê um problema em cada resposta.
O vencedor diz: “Talvez seja difícil, mas não impossível” e o perdedor diz: “Talvez seja possível, mas é difícil demais”.
Quando o vencedor comete um erro, diz: “Eu me enganei”; quando o perdedor comete um erro, diz: “Não tive culpa”.
O vencedor estabelece compromissos e o perdedor só faz promessas. O vencedor diz: “Preciso fazer alguma coisa”; o perdedor diz: “Alguém precisa fazer alguma coisa”.
Os vencedores fazem parte da equipe e os perdedores estão à parte da equipe. Os vencedores veem o ganho, os perdedores, o gasto. Os vencedores enxergam as possibilidades e os perdedores problemas.
Os vencedores acreditam no ganha ganha e os perdedores acreditam que, para alguém ganhar, alguém tem de perder.
Os vencedores enxergam o futuro e os perdedores falam do passado. Os vencedores escolhem o que dizem e os perdedores dizem o que escolhem.
Os vencedores usam argumentos duros e palavras suaves… Os perdedores usam argumentos suaves e palavras duras.
Enfim, os vencedores mantém os seus valores e cedem em pequenas coisas e os perdedores mantém as pequenas coisas e sem seus valores.
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
Os segredos dos líderes inspiradores
Se desejamos construir famílias mais felizes, empresas mais saudáveis e comunidades mais solidárias precisamos mudar a forma de pensar sobre como exercemos a Liderança.As competências que foram aplicáveis durante os últimos 50 anos já não são mais tão úteis na nova sociedade do serviço, do cliente, do relacionamento móvel e do mundo volátil em que vivemos. Parecem desmoronar as conhecidas verdades sobre a motivação no trabalho, a lealdade, o comprometimento e... a liderança! A escassez de líderes competentes é um fato. No campo político, a grande maioria dos países ressente-se da falta de estatura e competência de seus líderes.
No mundo empresarial as empresas não conseguem formar líderes em quantidade e qualidade suficientes para se expandirem, nem para se posicionarem mais próximos de seus clientes, fornecedores, parceiros. Nas famílias agrava-se a distância entre pais e filhos que acaba incubando cenas de violência contra inocentes. As comunidades ressentem-se de lideranças mais eficazes. Vivemos uma crise de liderança. A atual crise internacional não é apenas relativa a escassez de crédito.
É também uma crise de escassez de líderes íntegros capazes de agir para solucionar problemas e não apenas jogar para a platéia. O que fazer? Uma saída é tentar aprender com a prática daqueles a quem chamo de "Líderes Inspiradores": · Oferecem causas, em vez de apenas empregos, tarefas ou metas. Criam um ambiente de motivação profunda ao deixar claro o significado que transcende a tarefa, o trabalho, o job description das pessoas que o cercam. Vão muito além de metas e objetivos para serem cumpridos. Indicam o "porto de chegada". Contribuem para ajudar as pessoas que os cercam a entenderem melhor os momentos que atravessam.
Estimulam as pessoas a sentirem que fazem parte de algo nobre, que extrapola a simples troca do trabalho por remuneração. E a superarem situações indesejadas ou inesperadas. Esses líderes oferecem às pessoas aquilo que mais desejam: uma bandeira, uma razão para suas vidas. Acreditam que as pessoas estão dispostas a oferecer o melhor de si e até mesmo a fazer sacrifícios, desde que conheçam a Causa, o Porquê, a Razão de Ser do seu cotidiano. · Formam outros líderes, em vez de apenas seguidores. O líder inspirador não é mais aquele que tem atrás de si um grupo de pessoas que segue fielmente o rumo traçado e são recompensados pela sua lealdade. Essa é uma visão elitista da liderança que precisa ser desmistificada.
Os líderes competentes são aqueles que têm em torno de si pessoas capazes de exercer a liderança quando necessário. Criam mecanismos, atitudes e posturas que estimulam o desenvolvimento do líder que existe dentro de cada um com quem convive. Formam, assim, outros líderes. Em vez do mítico líder carismático que serviu de modelo na era do comando, os líderes eficazes são aqueles capazes de arquitetar e implantar formas de organização que permitem o florescimento da liderança nos que o cercam. · Lideram 360 graus, em vez de apenas 90 graus.
O líder inspirador atua onde faz diferença. Não influencia somente quem está do lado "de dentro" numa empresa, escola, hospital. Exerce a liderança também "fora", para cima e para os lados. Numa empresa, sabe que precisa exercer a liderança perante clientes, parceiros e comunidades. Cuida de perto dos canais de distribuição de seus produtos e serviços. Precisa, às vezes, intervir em operações de seus fornecedores para que esses garantam o padrão de qualidade e custo requerido para aumentar a competitividade de seu negócio. O líder 360 graus consegue liderar também para "cima". Significa influenciar seu chefe, os diretores, o presidente, os acionistas.
Surpreendem pelos resultados, em vez de fazer apenas o combinado. O líder do futuro não será aquele que apenas chega aonde anunciou que chegaria. Não bastará cumprir metas. Será aquele que fará mais do que o combinado, surpreenderá pelos resultados incomuns que obterá de pessoas comuns. Surpreende, superando sempre o esperado. Em vez de simplesmente dar ordens e cobrar rendimento, incentiva cada um a fazer o seu melhor, porque dá o melhor de si. Não espera acontecer. Cria as oportunidades. Estimula o senso de urgência, não deixa as coisas para amanhã. Não fica acumulando pendências nem vive cercado de pessoas acomodadas ou pessimistas.
O Líder Inspirador sabe compatibilizar as pressões da sobrevivência de curto prazo com as necessidades de longo prazo. O hoje com o amanhã. Cuida do presente enquanto cria o futuro. · Inspiram pelos valores, em vez de apenas pelo carisma. Inspirar pelos valores é a tarefa mais importante desses líderes. É a "cola" que une as outras forças do líder, a que dá sentido a tudo.Constrói um código de conduta junto com os membros dos grupos dos quais faz parte, em torno de valores que são explicitados, disseminados e praticados.
O Líder Inspirador cria um clima de ética, integridade, confiança, respeito pelo outro, transparência, aprendizado contínuo, inovação, proatividade, paixão, humildade, inteligência emocional. Cultiva a capacidade de servir clientes, fornecedores, comunidades, parceiros.
Esse líder educa pelo exemplo. Fala aos olhos, não apenas aos ouvidos. E você,? Quais desses pontos você já pratica e não se constituem em segredo para você ? Quais os que você precisa praticar mais? Temos de evitar de atuar no novo jogo da liderança usando a velha forma de pensar que nos leva sempre aos mesmos lugares. Temos de mudar o paradigma da liderança se de fato desejamos criar famílias mais felizes, empresas mais saudáveis e comunidades mais solidárias.
No mundo empresarial as empresas não conseguem formar líderes em quantidade e qualidade suficientes para se expandirem, nem para se posicionarem mais próximos de seus clientes, fornecedores, parceiros. Nas famílias agrava-se a distância entre pais e filhos que acaba incubando cenas de violência contra inocentes. As comunidades ressentem-se de lideranças mais eficazes. Vivemos uma crise de liderança. A atual crise internacional não é apenas relativa a escassez de crédito.
É também uma crise de escassez de líderes íntegros capazes de agir para solucionar problemas e não apenas jogar para a platéia. O que fazer? Uma saída é tentar aprender com a prática daqueles a quem chamo de "Líderes Inspiradores": · Oferecem causas, em vez de apenas empregos, tarefas ou metas. Criam um ambiente de motivação profunda ao deixar claro o significado que transcende a tarefa, o trabalho, o job description das pessoas que o cercam. Vão muito além de metas e objetivos para serem cumpridos. Indicam o "porto de chegada". Contribuem para ajudar as pessoas que os cercam a entenderem melhor os momentos que atravessam.
Estimulam as pessoas a sentirem que fazem parte de algo nobre, que extrapola a simples troca do trabalho por remuneração. E a superarem situações indesejadas ou inesperadas. Esses líderes oferecem às pessoas aquilo que mais desejam: uma bandeira, uma razão para suas vidas. Acreditam que as pessoas estão dispostas a oferecer o melhor de si e até mesmo a fazer sacrifícios, desde que conheçam a Causa, o Porquê, a Razão de Ser do seu cotidiano. · Formam outros líderes, em vez de apenas seguidores. O líder inspirador não é mais aquele que tem atrás de si um grupo de pessoas que segue fielmente o rumo traçado e são recompensados pela sua lealdade. Essa é uma visão elitista da liderança que precisa ser desmistificada.
Os líderes competentes são aqueles que têm em torno de si pessoas capazes de exercer a liderança quando necessário. Criam mecanismos, atitudes e posturas que estimulam o desenvolvimento do líder que existe dentro de cada um com quem convive. Formam, assim, outros líderes. Em vez do mítico líder carismático que serviu de modelo na era do comando, os líderes eficazes são aqueles capazes de arquitetar e implantar formas de organização que permitem o florescimento da liderança nos que o cercam. · Lideram 360 graus, em vez de apenas 90 graus.
O líder inspirador atua onde faz diferença. Não influencia somente quem está do lado "de dentro" numa empresa, escola, hospital. Exerce a liderança também "fora", para cima e para os lados. Numa empresa, sabe que precisa exercer a liderança perante clientes, parceiros e comunidades. Cuida de perto dos canais de distribuição de seus produtos e serviços. Precisa, às vezes, intervir em operações de seus fornecedores para que esses garantam o padrão de qualidade e custo requerido para aumentar a competitividade de seu negócio. O líder 360 graus consegue liderar também para "cima". Significa influenciar seu chefe, os diretores, o presidente, os acionistas.
Surpreendem pelos resultados, em vez de fazer apenas o combinado. O líder do futuro não será aquele que apenas chega aonde anunciou que chegaria. Não bastará cumprir metas. Será aquele que fará mais do que o combinado, surpreenderá pelos resultados incomuns que obterá de pessoas comuns. Surpreende, superando sempre o esperado. Em vez de simplesmente dar ordens e cobrar rendimento, incentiva cada um a fazer o seu melhor, porque dá o melhor de si. Não espera acontecer. Cria as oportunidades. Estimula o senso de urgência, não deixa as coisas para amanhã. Não fica acumulando pendências nem vive cercado de pessoas acomodadas ou pessimistas.
O Líder Inspirador sabe compatibilizar as pressões da sobrevivência de curto prazo com as necessidades de longo prazo. O hoje com o amanhã. Cuida do presente enquanto cria o futuro. · Inspiram pelos valores, em vez de apenas pelo carisma. Inspirar pelos valores é a tarefa mais importante desses líderes. É a "cola" que une as outras forças do líder, a que dá sentido a tudo.Constrói um código de conduta junto com os membros dos grupos dos quais faz parte, em torno de valores que são explicitados, disseminados e praticados.
O Líder Inspirador cria um clima de ética, integridade, confiança, respeito pelo outro, transparência, aprendizado contínuo, inovação, proatividade, paixão, humildade, inteligência emocional. Cultiva a capacidade de servir clientes, fornecedores, comunidades, parceiros.
Esse líder educa pelo exemplo. Fala aos olhos, não apenas aos ouvidos. E você,? Quais desses pontos você já pratica e não se constituem em segredo para você ? Quais os que você precisa praticar mais? Temos de evitar de atuar no novo jogo da liderança usando a velha forma de pensar que nos leva sempre aos mesmos lugares. Temos de mudar o paradigma da liderança se de fato desejamos criar famílias mais felizes, empresas mais saudáveis e comunidades mais solidárias.
terça-feira, 21 de setembro de 2010
Líderes cada vez melhores
Entre as grandes caracteristicas dos grandes profissionais, uma se destaca: a LIDERANÇA. Os líderes são de fato, os responsáveis por unir os valores e os desejos dos funcionários à cultura e aos objetivos estratégicos da organização. Como dizem os especialistas, gestores que se dedicam a compreender o que é importante para cada integrante do seu time levam vantagenm em relação àqueles que preferem ser apenas chefes. Isso porque quando atuam bem, os líderes conseguem fazer com que todos entreguem resultados melhores e sintam individualmente reconhecidos oelo trabalho que realizam. O máximo do perfil de um líder é trabalhar todo dia para desenvolver gente melhor do que ele. O esforço consistente para atrair, formar e reter gente que tenha valores compatíveis com os da empresa é praticado, diariamente pelos gestores.
Não é fácil levar a liderança do discurso à prática. Mas os grandes líderes provam que é possível, ao reconhecer o que seus liderados, em seu ambiente particular, mais precisam para trabalhar melhor e produzir mais.
Não é fácil levar a liderança do discurso à prática. Mas os grandes líderes provam que é possível, ao reconhecer o que seus liderados, em seu ambiente particular, mais precisam para trabalhar melhor e produzir mais.
quinta-feira, 9 de setembro de 2010
Execução - Lerry Bossidy e Ram Charam
Várias empresas apresentam ótimas idéias, criam planos detalhados... mas não conseguem executá-los da forma esperada.
Muitos líderes acham que executar é a parte banal e concentram-se apenas na estratégia. Estratégia sem execução não vira realidade. O líder é único que pode imbutir a execução na estratégia, resolver os problemas e fazer as coisas acontecerem!
Os 7 Comportamentos Essenciais para o Líder:
1. Conheça o seu Pessoal e o seu Negócio. Relatórios não substituem a convivência. Também não é sobre gerenciar cada detalhe, inibindo a criatividade. É sobre estar envolvido com a realidade do dia-a-dia da empresa.
2. Insista no Realismo. As empresas estão cheias de gente que nega a realidade, ignorando erros e fraquezas. Para uma execução efetiva é necessário questionar, buscar a verdade, encarar a realidade da empresa e ajudar seu pessoal a superar as dificuldades que surgirem.
3. Estabeleça Metas e Prioridades Claras. Certifique-se que estão claras e entendidas por todos. Documente de maneira simples. Facilite o acesso. Esclareça as dúvidas. Poucas prioridades, 4 no máximo.
4. Faça acompanhamento, Conclua os planos. Planos que não são concluídos diminuem a motivação da equipe e fazem com que iniciativas futuras não sejam levadas a sério. Essa é umas das principais causas de uma péssima execução. O líder deve criar mecanismos de acompanhamento, como reuniões para verificar se todos estão conseguindo fazer o que deveriam estar fazendo e resolver os conflitos.
5. Recompense os que "fazem acontecer". Se você quer que as pessoas produzam um comportamento específico, você deve recompensá-las para isso. Nas empresas que não executam, muitas vezes as recompensas não possuem relação nenhuma com os resultados alcançados.
6. Amplie as Habilidades das Pessoas através da Orientação. Orientar é uma das tarefas mais importantes de um líder. O líder deve passar sua experiência para os outros líderes, expandindo assim a capacidade de toda organização.
7. Conheça a si mesmo e tenha firmeza emocional. Sem isso, não se consegue ser honesto consigo mesmo, com a realidade do negócio e com as outras pessoas.
Criando a Base para a Mudança Cultural
Para criar a mudança cultura é essencial explicar os resultados esperados, discutir a forma de obter esses resultados (com orientação do líder) e recompensar aqueles que produzirem os resultados.
1. Mudança no Comportamento através da Mudanças nas Recompensas
A relação entre recompensas e desempenho é a base da mudança. Se uma empresa recompensa e promove as pessoas pela execução, sua cultura mudará. Não se deve recompensar apenas os números/resultados, mas o comportamento desejado também. É preciso dar um feedback construtivo (orientar) os que não estão se comportando de acordo com a nova cultura, em último caso afastá-los para não contaminar a organização.
2. A importância do Diálogo
Não se pode ter uma cultura de execução sem um diálogo que traga a realidade à superfície. Isso só é possível através de um diálogo franco, aberto e sem formalidades. O pessoal da empresa deve participar dos diálogos com a cabeça aberta e espaço para falar e receber opiniões sinceras.
As pessoas certas nos lugares certos
As análises, as experiências e capacidades de algumas pessoas podem fazer a diferença entre o sucesso e o fracasso de uma empresa. Essa é uma tarefa que nenhum líder deve delegar.
Não que o departamento de RH deva ser extinto, mas o líder deve se envolver pessoalmente no processo de seleção, avaliando os candidatos junto ao RH e fazer as perguntas corretas para obter as informações que precisa.
Para colocar as pessoas nas posições certas, o líder pode ter algumas dificuldades:
Falta de conhecimento. O líder se baseia somente em opiniões de terceiros ou não identifica corretamente as característica necessárias que o candidato deve ter para ter sucesso no novo cargo.
Falta de coragem. Mtas vezes as pessoas ocupam as posições erradas por falta de coragem do lider em efetuar as mudanças (por exemplo, demissões).
Conforto Psicológico: O líder se sente bem com uma pessoa no cargo (por ser fácil de lidar), mesmo que não seja a mais adequada.
Um ponto importante é saber se o candidato sabe "fazer acontecer", não só olhando o histórico de resultado mas procurando também saber "como" fez acontecer.
As principais características que devem ser procuradas em um talento são:
* Energizam as pessoas
* São determinados e não procrastinam decisões díficeis
* Conseguem as coisas através dos outros
* Acompanham tudo até que chegue ao fim.
Os Principais Processos da Execução (Pessoal, Estratégico e Operacional)
Processo de Pessoal
1. Ligar as Pessoas à Estratégia e às Operações: os líderes devem avaliar se possuem o tipo e a quantidade adequada de pessoas para executar a estratégia. Para isto deve ser avaliada a estratégia de curto (0-2 anos), médio (2-5 anos) e longo (+ de 5 anos) prazos.
2. Desenvolver o Grupo de Liderança: os objetivos de médio e longo prazos somente serão atingidos se a organização criar um grupo de líderes promissores que tenha capacidade de assumir gradualmente maiores responsabilidades. É importante também avaliar o risco que a saída de alguns profissionais representa para a empresa
3. Lidar com Aqueles que têm Mau Desempenho: É importante distinguir as pessoas que não se encaixaram bem na posição, aquelas que devem ser promovidas, as que devem ser orientadas e aquelas que devem ser afastadas.
4. Ligar o RH aos Resultados do Negócio: O RH deve estar integrado à estratégia e operações e apoiar os líderes no recrutamento.
Processo de Estratégia
Ao invés disso, deve ser um plano de ação que dê uma direção clara para as atividades da organização e sua criação deve envolver ativamente os líderes responsáveis por sua execução.
Um bom planejamento estratégico deve responder as seguintes questões:
1. Qual é a avaliação do ambiente externo? (política, sociedade, economia, demografia, tecnologia, concorrência)
2. Qual é o seu grau de entendimento sobre os clientes e os mercados existentes? Quem decide a compra e como se comporta?
3. Qual a melhor forma de fazer o negócio crescer de maneira rentável e quais são os obstáculos ao crescimento?
4. Quem são os concorrentes?
5. A empresa pode executar a estratégia?
6. Quais são os marcos mais importantes para executar o plano?
7. O curto e o longo prazo estão equilibrados?
8. Quais os principais problemas que a empresa poderá enfrentar?
9. Como o negócio gerará lucro numa base sustentável?
Processo de Operações
O processo de estratégia define aonde o negócio quer chegar, o processo de pessoal define quem vai fazer isso e o processo de operações diz qual é o caminho para atingir o objetivo.
É importante deixar claro novamente que não se trata de colocar números maiores do que no ano anterior, e sim de ter uma discussão franca sobre as possibilidades da organização. Todas as metas devem ser ambiciosas, mas realistas.
Líderes que "fizeram acontecer"
Jack Welch, Sam Walton e Herb Kelleher são exemplos de líderes que faziam acontecer. Sempre estavam intimamente ligados ao seu pessoal e às operações. Conheciam a realidade do negócio e conversavam sobre ela. Eles se informavam dos detalhes, ficavam entusiasmados com o que estava sendo feito e eram apaixonados por obter resultados. Esses líderes inspiravam pelo o exemplo.
Muitos líderes acham que executar é a parte banal e concentram-se apenas na estratégia. Estratégia sem execução não vira realidade. O líder é único que pode imbutir a execução na estratégia, resolver os problemas e fazer as coisas acontecerem!
Os 7 Comportamentos Essenciais para o Líder:
1. Conheça o seu Pessoal e o seu Negócio. Relatórios não substituem a convivência. Também não é sobre gerenciar cada detalhe, inibindo a criatividade. É sobre estar envolvido com a realidade do dia-a-dia da empresa.
2. Insista no Realismo. As empresas estão cheias de gente que nega a realidade, ignorando erros e fraquezas. Para uma execução efetiva é necessário questionar, buscar a verdade, encarar a realidade da empresa e ajudar seu pessoal a superar as dificuldades que surgirem.
3. Estabeleça Metas e Prioridades Claras. Certifique-se que estão claras e entendidas por todos. Documente de maneira simples. Facilite o acesso. Esclareça as dúvidas. Poucas prioridades, 4 no máximo.
4. Faça acompanhamento, Conclua os planos. Planos que não são concluídos diminuem a motivação da equipe e fazem com que iniciativas futuras não sejam levadas a sério. Essa é umas das principais causas de uma péssima execução. O líder deve criar mecanismos de acompanhamento, como reuniões para verificar se todos estão conseguindo fazer o que deveriam estar fazendo e resolver os conflitos.
5. Recompense os que "fazem acontecer". Se você quer que as pessoas produzam um comportamento específico, você deve recompensá-las para isso. Nas empresas que não executam, muitas vezes as recompensas não possuem relação nenhuma com os resultados alcançados.
6. Amplie as Habilidades das Pessoas através da Orientação. Orientar é uma das tarefas mais importantes de um líder. O líder deve passar sua experiência para os outros líderes, expandindo assim a capacidade de toda organização.
7. Conheça a si mesmo e tenha firmeza emocional. Sem isso, não se consegue ser honesto consigo mesmo, com a realidade do negócio e com as outras pessoas.
Criando a Base para a Mudança Cultural
Para criar a mudança cultura é essencial explicar os resultados esperados, discutir a forma de obter esses resultados (com orientação do líder) e recompensar aqueles que produzirem os resultados.
1. Mudança no Comportamento através da Mudanças nas Recompensas
A relação entre recompensas e desempenho é a base da mudança. Se uma empresa recompensa e promove as pessoas pela execução, sua cultura mudará. Não se deve recompensar apenas os números/resultados, mas o comportamento desejado também. É preciso dar um feedback construtivo (orientar) os que não estão se comportando de acordo com a nova cultura, em último caso afastá-los para não contaminar a organização.
2. A importância do Diálogo
Não se pode ter uma cultura de execução sem um diálogo que traga a realidade à superfície. Isso só é possível através de um diálogo franco, aberto e sem formalidades. O pessoal da empresa deve participar dos diálogos com a cabeça aberta e espaço para falar e receber opiniões sinceras.
As pessoas certas nos lugares certos
As análises, as experiências e capacidades de algumas pessoas podem fazer a diferença entre o sucesso e o fracasso de uma empresa. Essa é uma tarefa que nenhum líder deve delegar.
Não que o departamento de RH deva ser extinto, mas o líder deve se envolver pessoalmente no processo de seleção, avaliando os candidatos junto ao RH e fazer as perguntas corretas para obter as informações que precisa.
Para colocar as pessoas nas posições certas, o líder pode ter algumas dificuldades:
Falta de conhecimento. O líder se baseia somente em opiniões de terceiros ou não identifica corretamente as característica necessárias que o candidato deve ter para ter sucesso no novo cargo.
Falta de coragem. Mtas vezes as pessoas ocupam as posições erradas por falta de coragem do lider em efetuar as mudanças (por exemplo, demissões).
Conforto Psicológico: O líder se sente bem com uma pessoa no cargo (por ser fácil de lidar), mesmo que não seja a mais adequada.
Um ponto importante é saber se o candidato sabe "fazer acontecer", não só olhando o histórico de resultado mas procurando também saber "como" fez acontecer.
As principais características que devem ser procuradas em um talento são:
* Energizam as pessoas
* São determinados e não procrastinam decisões díficeis
* Conseguem as coisas através dos outros
* Acompanham tudo até que chegue ao fim.
Os Principais Processos da Execução (Pessoal, Estratégico e Operacional)
Processo de Pessoal
1. Ligar as Pessoas à Estratégia e às Operações: os líderes devem avaliar se possuem o tipo e a quantidade adequada de pessoas para executar a estratégia. Para isto deve ser avaliada a estratégia de curto (0-2 anos), médio (2-5 anos) e longo (+ de 5 anos) prazos.
2. Desenvolver o Grupo de Liderança: os objetivos de médio e longo prazos somente serão atingidos se a organização criar um grupo de líderes promissores que tenha capacidade de assumir gradualmente maiores responsabilidades. É importante também avaliar o risco que a saída de alguns profissionais representa para a empresa
3. Lidar com Aqueles que têm Mau Desempenho: É importante distinguir as pessoas que não se encaixaram bem na posição, aquelas que devem ser promovidas, as que devem ser orientadas e aquelas que devem ser afastadas.
4. Ligar o RH aos Resultados do Negócio: O RH deve estar integrado à estratégia e operações e apoiar os líderes no recrutamento.
Processo de Estratégia
Ao invés disso, deve ser um plano de ação que dê uma direção clara para as atividades da organização e sua criação deve envolver ativamente os líderes responsáveis por sua execução.
Um bom planejamento estratégico deve responder as seguintes questões:
1. Qual é a avaliação do ambiente externo? (política, sociedade, economia, demografia, tecnologia, concorrência)
2. Qual é o seu grau de entendimento sobre os clientes e os mercados existentes? Quem decide a compra e como se comporta?
3. Qual a melhor forma de fazer o negócio crescer de maneira rentável e quais são os obstáculos ao crescimento?
4. Quem são os concorrentes?
5. A empresa pode executar a estratégia?
6. Quais são os marcos mais importantes para executar o plano?
7. O curto e o longo prazo estão equilibrados?
8. Quais os principais problemas que a empresa poderá enfrentar?
9. Como o negócio gerará lucro numa base sustentável?
Processo de Operações
O processo de estratégia define aonde o negócio quer chegar, o processo de pessoal define quem vai fazer isso e o processo de operações diz qual é o caminho para atingir o objetivo.
É importante deixar claro novamente que não se trata de colocar números maiores do que no ano anterior, e sim de ter uma discussão franca sobre as possibilidades da organização. Todas as metas devem ser ambiciosas, mas realistas.
Líderes que "fizeram acontecer"
Jack Welch, Sam Walton e Herb Kelleher são exemplos de líderes que faziam acontecer. Sempre estavam intimamente ligados ao seu pessoal e às operações. Conheciam a realidade do negócio e conversavam sobre ela. Eles se informavam dos detalhes, ficavam entusiasmados com o que estava sendo feito e eram apaixonados por obter resultados. Esses líderes inspiravam pelo o exemplo.
O Sucesso deixa pistas
“O sucesso não é um acidente… É o resultado de suas atitudes e de suas escolhas”.
Um homem estava ao volante de seu carro quando viu uma fazenda excepcionalmente bela. Parou o carro, desceu do veículo e ficou ali parado contemplando e apreciando a plantação.
O fazendeiro, que dirigia o trator, vendo-o se aproximou.
O homem disse: “Deus o abençoou com essa bela fazenda. Deve sentir-se grato por isto”
E o fazendeiro replicou: “É, Deus me abençoou mesmo com uma bela fazenda e sou muito grato a Ele, mas o senhor tinha de ver esta fazenda quando deus a tinha só para si”. E completou: “Deus ajuda, mas Ele espera que cada um faça a sua parte”.
Com esta história eu faço a reflexão de que é preciso concentrar-se naquilo que você quer, não naquilo que não quer. O sucesso não é um acidente. É o resultado de sua atitude e sua atitude é uma escolha. O sucesso é, portanto, uma questão de boas escolhas e não do simplesmente do acaso.
Muita gente é maluca porque espera pela sorte grande. Isso raramente traz o sucesso, é um em um milhão. Assim, os ser humano comum busca segurança enquanto o ser humano extraordinário busca oportunidades.
Faço aqui alguns questionamentos:
1 - Por que algumas pessoas têm sucessivas histórias de êxito enquanto outras têm histórias seguidas de fracassos ou ainda, estão sempre se preparando para alguma coisa que nunca acontece?
2 - Por que há pessoas que vivem superando obstáculos e alcançando objetivos mais altos enquanto outros estão sempre patinando e lutando para chegar a lugar nenhum?
Se a resposta a essas duas perguntas passar a fazer parte do seu modo como você aprende, ela revolucionará a sua vida.
O sucesso deixa pistas… O sucesso não é mistério. É resultado de aplicação de alguns conceitos básicos. Por outro lado, o fracasso é simplesmente e quase sempre o resultado da constante repetição de alguns erros.
Isso pode soar simplista, mas a maioria das verdades do mundo são mesmo muito simples.
O humorista americano Bill Cosby disse não conhecer a chave para o sucesso, mas garante que a chave para o fracasso é tentar agradar a todo mundo. São aqueles que ainda não aprenderam o real significado da palavra “não”. O sucesso não é um destino, é um caminho.
Pessoas bem-sucedidas competem consigo mesmas, batem seus próprios recordes e tornam-se cada vez melhores. Pessoas mal sucedidas geralmente estão culpando o mundo por seus fracassos.
Pense nisso, um forte abraço e esteja com Deus!
Um homem estava ao volante de seu carro quando viu uma fazenda excepcionalmente bela. Parou o carro, desceu do veículo e ficou ali parado contemplando e apreciando a plantação.
O fazendeiro, que dirigia o trator, vendo-o se aproximou.
O homem disse: “Deus o abençoou com essa bela fazenda. Deve sentir-se grato por isto”
E o fazendeiro replicou: “É, Deus me abençoou mesmo com uma bela fazenda e sou muito grato a Ele, mas o senhor tinha de ver esta fazenda quando deus a tinha só para si”. E completou: “Deus ajuda, mas Ele espera que cada um faça a sua parte”.
Com esta história eu faço a reflexão de que é preciso concentrar-se naquilo que você quer, não naquilo que não quer. O sucesso não é um acidente. É o resultado de sua atitude e sua atitude é uma escolha. O sucesso é, portanto, uma questão de boas escolhas e não do simplesmente do acaso.
Muita gente é maluca porque espera pela sorte grande. Isso raramente traz o sucesso, é um em um milhão. Assim, os ser humano comum busca segurança enquanto o ser humano extraordinário busca oportunidades.
Faço aqui alguns questionamentos:
1 - Por que algumas pessoas têm sucessivas histórias de êxito enquanto outras têm histórias seguidas de fracassos ou ainda, estão sempre se preparando para alguma coisa que nunca acontece?
2 - Por que há pessoas que vivem superando obstáculos e alcançando objetivos mais altos enquanto outros estão sempre patinando e lutando para chegar a lugar nenhum?
Se a resposta a essas duas perguntas passar a fazer parte do seu modo como você aprende, ela revolucionará a sua vida.
O sucesso deixa pistas… O sucesso não é mistério. É resultado de aplicação de alguns conceitos básicos. Por outro lado, o fracasso é simplesmente e quase sempre o resultado da constante repetição de alguns erros.
Isso pode soar simplista, mas a maioria das verdades do mundo são mesmo muito simples.
O humorista americano Bill Cosby disse não conhecer a chave para o sucesso, mas garante que a chave para o fracasso é tentar agradar a todo mundo. São aqueles que ainda não aprenderam o real significado da palavra “não”. O sucesso não é um destino, é um caminho.
Pessoas bem-sucedidas competem consigo mesmas, batem seus próprios recordes e tornam-se cada vez melhores. Pessoas mal sucedidas geralmente estão culpando o mundo por seus fracassos.
Pense nisso, um forte abraço e esteja com Deus!
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
Formação de Líderes
Uma forte demanda das empresas no contexto competitivo mundial é o desenvolvimento de líderes que sejam capazes de conduzir suas equipes em direção dos objetivos organizacionais. Manter os liderados em constante aprendizado e criar um ambiente de trabalho motivador e desafiador são características dos líderes mais eficazes.
Liderança é, essencialmente, um conjunto de comportamentos capaz de inspirar a confiança dos liderados, despertar e catalisar o que há de melhor no perfil de cada liderado, inspirando-os a trabalhar em alinhamento.
Liderança sendo um COMPORTAMENTO, pode ser treinado e desenvolvido.
Liderança é, essencialmente, um conjunto de comportamentos capaz de inspirar a confiança dos liderados, despertar e catalisar o que há de melhor no perfil de cada liderado, inspirando-os a trabalhar em alinhamento.
Liderança sendo um COMPORTAMENTO, pode ser treinado e desenvolvido.
terça-feira, 7 de setembro de 2010
segunda-feira, 6 de setembro de 2010
Capital humano; o que é afinal de contas?
No post de hoje gostaria de discutir o que alguns teóricos contemporâneos querem dizer quando afirmam que o capital humano é um dos ativos mais valiosos no mercado hoje em dia.
Uma das concepções mais atualizadas em relação à gestão de pessoas — área da administração que trata da maneira como as organizações gerenciam seus funcionários — diz respeito à aplicação de um modelo participativo de administração, no qual os próprios colaboradores da empresa são chamados a contribuir para o processo criativo e de melhoria contínua em busca dos objetivos da organização. O que se entende por capital humano, neste contexto, é na verdade o conjunto de conhecimentos, habilidades e atitudes que as pessoas detêm, e que usam em prol do bom funcionamento da organização.
É por isso que as empresas estão tão exigentes em relação ao perfil das pessoas que contratam como empregados ou prestadores de serviço. Porque compreendem que a partir de agora as pessoas serão o cerne de todo o movimento que as permitirá permanecer verdadeiramente competitivas.
E sabe de uma coisa, as organizações estão ávidas por encontrar estas pessoas, e principalmente por conquistá-las! Em outras palavras: VOCÊ é o capital humano!
Sempre se ouve falar agora, em revistas especializadas, que a maior dificuldade das empresas, além de encontrar gente capaz para compor seus quadros, é conseguir manter os melhores profissionais que já contrataram, porque estes são disputados à tapa pela concorrência, por serem (ainda) raros!
Talvez você não tenha percebido, mas existe uma grande novidade aí:
Ora, o modelo do capitalismo tradicional sempre valorizou o aporte de dinheiro (capital financeiro), como fonte propulsora do desenvolvimento capaz de levar as empresas a obter o sucesso. Quem tinha dinheiro fazia as coisas acontecerem. Agora, o que está acontecendo é que o dinheiro, embora continue necessário, não é mais a única, nem mesmo a principal fonte de vantagem competitiva das empresas mais ousadas. O capital financeiro já não é mais a grande mola que impulsiona o desenvolvimento, e sim o capital humano.
Com um milhão de reais, mas sem uma idéia boa, não se faz muita coisa no mundo de hoje. Agora, com uma idéia excelente e atitude empreendedora qualquer um pode encontrar investidores que estejam dispostos a colocar muito mais que isso em um negócio, ou ajudar sua empresa a fazer bons negócios. A questão decisiva agora, não é apenas “ter dinheiro para fazer”; e sim ter cérebro para descobrir “o que é para ser feito”.
E em um ambiente no qual o importante é ter idéias e fazer as coisas bem feitas o conhecimento torna-se muitíssimo mais valorizado que o dinheiro apenas. É isto que tem causado uma mudança enorme na maneira como as organizações buscam as pessoas, e principalmente na maneira como se relacionam com elas.
Porque é possível à empresa ser dona de prédios, carros, computadores e máquinas, mas ela não pode ser dona da cabeça das pessoas. E como não podem “possuir” os funcionários, resta às empresas cada vez mais agradar a eles, que constituem o seu maior patrimônio, seu capital mais imprescindível.
Isto simplesmente inverte a lógica tradicional do capitalismo, vira tudo ao avesso e abre um enorme leque de oportunidades para as pessoas que sejam mesmo capazes e ousem trabalhar nestes novos tempos. A mesa virou, e quem tem competência, muito mais do que quem tem dinheiro, está por cima.
O mundo agora é dos que sabem e fazem, não mais dos que têm! Ou seja, trabalho existe, e muito, mas ainda são poucos os que se adaptaram à nova maneira de exercê-lo. E você, já se adaptou?
Uma das concepções mais atualizadas em relação à gestão de pessoas — área da administração que trata da maneira como as organizações gerenciam seus funcionários — diz respeito à aplicação de um modelo participativo de administração, no qual os próprios colaboradores da empresa são chamados a contribuir para o processo criativo e de melhoria contínua em busca dos objetivos da organização. O que se entende por capital humano, neste contexto, é na verdade o conjunto de conhecimentos, habilidades e atitudes que as pessoas detêm, e que usam em prol do bom funcionamento da organização.
É por isso que as empresas estão tão exigentes em relação ao perfil das pessoas que contratam como empregados ou prestadores de serviço. Porque compreendem que a partir de agora as pessoas serão o cerne de todo o movimento que as permitirá permanecer verdadeiramente competitivas.
E sabe de uma coisa, as organizações estão ávidas por encontrar estas pessoas, e principalmente por conquistá-las! Em outras palavras: VOCÊ é o capital humano!
Sempre se ouve falar agora, em revistas especializadas, que a maior dificuldade das empresas, além de encontrar gente capaz para compor seus quadros, é conseguir manter os melhores profissionais que já contrataram, porque estes são disputados à tapa pela concorrência, por serem (ainda) raros!
Talvez você não tenha percebido, mas existe uma grande novidade aí:
Ora, o modelo do capitalismo tradicional sempre valorizou o aporte de dinheiro (capital financeiro), como fonte propulsora do desenvolvimento capaz de levar as empresas a obter o sucesso. Quem tinha dinheiro fazia as coisas acontecerem. Agora, o que está acontecendo é que o dinheiro, embora continue necessário, não é mais a única, nem mesmo a principal fonte de vantagem competitiva das empresas mais ousadas. O capital financeiro já não é mais a grande mola que impulsiona o desenvolvimento, e sim o capital humano.
Com um milhão de reais, mas sem uma idéia boa, não se faz muita coisa no mundo de hoje. Agora, com uma idéia excelente e atitude empreendedora qualquer um pode encontrar investidores que estejam dispostos a colocar muito mais que isso em um negócio, ou ajudar sua empresa a fazer bons negócios. A questão decisiva agora, não é apenas “ter dinheiro para fazer”; e sim ter cérebro para descobrir “o que é para ser feito”.
E em um ambiente no qual o importante é ter idéias e fazer as coisas bem feitas o conhecimento torna-se muitíssimo mais valorizado que o dinheiro apenas. É isto que tem causado uma mudança enorme na maneira como as organizações buscam as pessoas, e principalmente na maneira como se relacionam com elas.
Porque é possível à empresa ser dona de prédios, carros, computadores e máquinas, mas ela não pode ser dona da cabeça das pessoas. E como não podem “possuir” os funcionários, resta às empresas cada vez mais agradar a eles, que constituem o seu maior patrimônio, seu capital mais imprescindível.
Isto simplesmente inverte a lógica tradicional do capitalismo, vira tudo ao avesso e abre um enorme leque de oportunidades para as pessoas que sejam mesmo capazes e ousem trabalhar nestes novos tempos. A mesa virou, e quem tem competência, muito mais do que quem tem dinheiro, está por cima.
O mundo agora é dos que sabem e fazem, não mais dos que têm! Ou seja, trabalho existe, e muito, mas ainda são poucos os que se adaptaram à nova maneira de exercê-lo. E você, já se adaptou?
Liderança: como desafiar sua equipe a encontrar soluções?
Liderança, ao contrário do que comumente se imagina, não significa alguns tomarem mais decisões do que outros e que ser líder é um cargo
Se você ainda acredita que é preciso ter chefes para dar instruções aos funcionários, ou departamentos para poder gerenciar a organização, assim como objetivos para que todos saibam o que devem fazer, informações de antemão para poder decidir, metas para poder controlar o desempenho, estímulos para motivar e hierarquia para definir responsabilidades chegou a hora de repensar seus conceitos. Vivemos no século XXI e muito além das teorias de cem anos atrás, aprendidas em universidades.
Liderança é um tema que desafia constantemente os pensadores de gestão a elaborar extensas listas de qualidades do "executivo ideal" ou do "líder ideal". Na maioria dos casos, essas listas não passam de coletâneas de idéias utópicas e tediosas. As organizações não precisam de seres humanos melhores ou de patriarcas mais perfeitos, mas, necessitam de modelos de direção que estejam à altura de nosso tempo, nos quais pessoas comuns possam tomar decisões assumindo responsabilidade própria e desenvolver suas qualidades de liderança.
Como, porém, se constrói tal modelo de direção que corresponda à nossa época e seja coerente?
Em primeiro lugar, é necessário dar-se conta de que não avançaremos com padrões de comportamento clássicos, com otimização de processos e novas ferramentas. O que se precisa – ao menos na maioria das organizações – é de uma mudança de paradigma, uma visão clara de um "outro" princípio de funcionamento.
Uma boa liderança cria um ambiente em que todos são energizados. Isso, porém, não acontece a partir de uma ameaça, do medo da punição ou da promessa de prêmios e sim do desejo de dar uma contribuição positiva. Liderança, ao contrário do que comumente se imagina, não significa alguns tomarem mais decisões do que outros e que ser líder é um cargo. Significa disciplinar a si mesmo e deixar que outras pessoas tomem também decisões. Além disso, exige modéstia e uma autocompreensão de que se está a serviço dos outros.
William Edward Deming, reconhecido pela melhoria dos processos produtivos nos Estados Unidos durante a Segunda Guerra Mundial, afirmou certa vez que a tarefa do líder é afastar o medo da organização, de modo que os funcionários sejam encorajados a tomar decisões de maneira autônoma. É provável que poucos integrantes de alta direção, gestores de empresas e proprietários sigam esse pensamento e coloquem a luta contra o medo em suas prioridades diárias e consigam, até agora, imaginar a possibilidade de abrir mão de poder e descentralizar maciçamente as decisões.
Herb Kelleher, ex CEO da Southwest Airlines e responsável direto por instituir um estilo de liderança para a geração de equipes autônomas e de alto desempenho, disse em entrevista a HSM de março/abril 2010 que "apesar de todas as dificuldades que as companhias aéreas atravessaram nos últimos 30 anos, a Southwest Airlines não demitiu funcionários, alcançou os maiores índices de satisfação de clientes e bateu recordes na bolsa de valores". Como fazer isso? Kelleher explicou que existe um enfoque humanista no tratamento dos funcionários. A empresa os valoriza como indivíduos e não apenas como trabalhadores.
Empregadores, observem seus funcionários ou colaboradores. O que você vê? Custos? Resistência? Oportunismo? Desânimo? Você vê pessoas que precisam ser conduzidas com rédea curta e controladas por meio de inspeção, estímulos e sansões porque não se pode confiar nelas? Ou você vê seres humanos inteligentes, motivados e dignos de confiança?
Aqui fica um desafio aos líderes. Perguntem a si mesmos:
1 - São os objetivos financeiros e os de desempenho, ou, então, as relações entre as pessoas e o mercado e seus padrões de trabalho e de pensamentos em conjunto que produzem os resultados aos quais damos valor?
2 - Não são as relações e os processos que moldam a capacidade da organização de aprender, de responder rapidamente ao mercado atendendo aos fatores críticos de sucesso e de criar o conhecimento necessário para seu desempenho de longo prazo?
Se você ainda acredita que é preciso ter chefes para dar instruções aos funcionários, ou departamentos para poder gerenciar a organização, assim como objetivos para que todos saibam o que devem fazer, informações de antemão para poder decidir, metas para poder controlar o desempenho, estímulos para motivar e hierarquia para definir responsabilidades chegou a hora de repensar seus conceitos. Vivemos no século XXI e muito além das teorias de cem anos atrás, aprendidas em universidades.
Liderança é um tema que desafia constantemente os pensadores de gestão a elaborar extensas listas de qualidades do "executivo ideal" ou do "líder ideal". Na maioria dos casos, essas listas não passam de coletâneas de idéias utópicas e tediosas. As organizações não precisam de seres humanos melhores ou de patriarcas mais perfeitos, mas, necessitam de modelos de direção que estejam à altura de nosso tempo, nos quais pessoas comuns possam tomar decisões assumindo responsabilidade própria e desenvolver suas qualidades de liderança.
Como, porém, se constrói tal modelo de direção que corresponda à nossa época e seja coerente?
Em primeiro lugar, é necessário dar-se conta de que não avançaremos com padrões de comportamento clássicos, com otimização de processos e novas ferramentas. O que se precisa – ao menos na maioria das organizações – é de uma mudança de paradigma, uma visão clara de um "outro" princípio de funcionamento.
Uma boa liderança cria um ambiente em que todos são energizados. Isso, porém, não acontece a partir de uma ameaça, do medo da punição ou da promessa de prêmios e sim do desejo de dar uma contribuição positiva. Liderança, ao contrário do que comumente se imagina, não significa alguns tomarem mais decisões do que outros e que ser líder é um cargo. Significa disciplinar a si mesmo e deixar que outras pessoas tomem também decisões. Além disso, exige modéstia e uma autocompreensão de que se está a serviço dos outros.
William Edward Deming, reconhecido pela melhoria dos processos produtivos nos Estados Unidos durante a Segunda Guerra Mundial, afirmou certa vez que a tarefa do líder é afastar o medo da organização, de modo que os funcionários sejam encorajados a tomar decisões de maneira autônoma. É provável que poucos integrantes de alta direção, gestores de empresas e proprietários sigam esse pensamento e coloquem a luta contra o medo em suas prioridades diárias e consigam, até agora, imaginar a possibilidade de abrir mão de poder e descentralizar maciçamente as decisões.
Herb Kelleher, ex CEO da Southwest Airlines e responsável direto por instituir um estilo de liderança para a geração de equipes autônomas e de alto desempenho, disse em entrevista a HSM de março/abril 2010 que "apesar de todas as dificuldades que as companhias aéreas atravessaram nos últimos 30 anos, a Southwest Airlines não demitiu funcionários, alcançou os maiores índices de satisfação de clientes e bateu recordes na bolsa de valores". Como fazer isso? Kelleher explicou que existe um enfoque humanista no tratamento dos funcionários. A empresa os valoriza como indivíduos e não apenas como trabalhadores.
Empregadores, observem seus funcionários ou colaboradores. O que você vê? Custos? Resistência? Oportunismo? Desânimo? Você vê pessoas que precisam ser conduzidas com rédea curta e controladas por meio de inspeção, estímulos e sansões porque não se pode confiar nelas? Ou você vê seres humanos inteligentes, motivados e dignos de confiança?
Aqui fica um desafio aos líderes. Perguntem a si mesmos:
1 - São os objetivos financeiros e os de desempenho, ou, então, as relações entre as pessoas e o mercado e seus padrões de trabalho e de pensamentos em conjunto que produzem os resultados aos quais damos valor?
2 - Não são as relações e os processos que moldam a capacidade da organização de aprender, de responder rapidamente ao mercado atendendo aos fatores críticos de sucesso e de criar o conhecimento necessário para seu desempenho de longo prazo?
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
Personagens do mundo corporativo: O Zé Ruela
No mundo corporativo existem muitas figurinhas carimbadas, e talvez a mais comum delas seja o “Zé Ruela”.
Quem nunca ouviu falar assim: “aquele cara de vendas é um Zé Ruela!”, “… e daí vem um Zé Ruela e mata todo o processo…”, “o cara que foi contratado é um Zé Ruela”. Afinal de contas, quem é esse tal personagem tão comentado nas rodinhas de funcionários?
Homônimos a parte, geralmente o tal Zé Ruela é um indivíduo sem atitude, com baixa capacidade de resolução de problemas, avesso ao envolvimento com tarefas que exijam responsabilidade; descompromissado ao extremo, faz parte do coro dos descontentes e dificilmente adota uma postura proativa, preferindo deixar como está para ver como é que fica. Resumindo: é alguém ordinário, sem importância, que está ali só por estar e mais atrapalha do que ajuda.
Se o funcionamento de uma empresa pode ser comparado a um motor e se as pessoas forem as engrenagens, o Zé Ruela é a engrenagem na qual faltam dentes. Não dá para contar com ele, porque foge do trabalho tal como os vampiros do alho (se bem dizem que o alho retarda o envelhecimento, e histórias de vampiros são mofadas de tão velhinhas).
Ficar um pouco a mais na empresa depois do expediente? Nunca! O Zé Ruela é o primeiro a arranjar compromissos fajutos para não poder esticar o horário. Treinamentos no final de semana, mesmo que sejam esporádicos? Nem pensar! O Zé Ruela acha que ele é a única pessoa que tem “outras coisas para fazer” aos sábados e domingos; o restante do pessoal que se dane. Ajudar a organizar o ambiente de trabalho (sala/departamento)? De jeito nenhum, pois o Zé Ruela entende que ambiente de trabalho é apenas o seu “quadrado”, e vive como se estivesse em uma ilha, sem se preocupar com o que acontece na baia ao lado. Nunca critique um Zé Ruela, mesmo em uma conversa particular, tête-à-tête, pois ele é incapaz de enxergar os próprios erros e certamente vai sair comentando pelos corredores que está sendo perseguido, que a coisa é pessoal, e por aí vai.
Naquelas conversas atravessadas que geram bate-bocas e discussões, pode ter certeza de que tudo surgiu por causa de um Zé Ruela que não tinha o que fazer e resolveu ocupar-se com a vida alheia. Zé Ruela que é Zé Ruela gosta de ver o circo pegar fogo, e passa adiante informações não confirmadas (da temida RP – Rádio Peão) e fica atrás da moita só assistindo de camarote.
O Zé Ruela não costuma ser convidado para nada, e quando o é, sempre reclama de tudo: da comida, da bebida, dos prêmios, do horário. É impossível agradá-lo, mesmo fazendo o que ele quer e o que pede.
Ah, o chefe advertiu o Zé Ruela em virtude de alguma atitude imprópria ou falha em procedimentos? Com certeza ele vai se defender mais ou menos assim: “eu fiz porque aqui todo mundo faz”, ou talvez “a empresa devia se preocupar com que faz tal coisa e tal coisa”, ou ainda “é, mas o fulano fez isso, isso e isso, e ninguém falou nada para ele”. Costuma achar que é o bode expiatório da empresa sem, no entanto, explicar por qual motivo. Assim, figuras tão insignificantes conseguem tornar-se o centro das atenções de uma hora para outra, e não porque cresceram em eficácia, mas porque suas burradas ficaram ainda mais aparentes e destoaram significativamente dos demais colegas de trabalho.
O Zé Ruela sossegadamente tira o pão da boca de quem trabalha direito, e nem fica com remorso. Age como se só a sua barriga roncasse de fome, como se fosse o único que sente frio por falta de agasalho e pensa sinceramente que a empresa deve bancar seus caprichos porque, já que foi selecionado para trabalhar ali, provavelmente deve ser o melhor profissional do mercado, um verdadeiro achado. Os headhunters das grandes corporações estavam dormindo no ponto e nem leram o currículo do sujeito.Ainda bem!
Nas empresas onde existe de fato a cooperação e o trabalho em equipe, todos têm consciência das necessidades uns dos outros e dividem tarefas sem maiores problemas: não há incômodo em trocar o toner da impressora, ninguém fica estressado por ter que ir ao almoxarifado pegar um pacote de papéis para a impressora e tampouco se for para fazer café para a turma – ou simplesmente pegar a garrafa na copa. Em compensação, nos locais onde o “zérruelismo” é prática corrente, será praxe sortear quem fará cada coisa porque muitos querem usufruir, porém pouquíssimos têm boa vontade; quando o azarado do Zé Ruela é incumbido de alguma tarefa, fica de cara feia, sai chutando cadeiras e portas, faz tudo com má vontade (quando faz), reclama o tempo todo e ameaça superiores com pedidos de demissão, entre outras atitudes impensadas e imbecis.
E quando o infeliz perde o emprego, então? A culpa é da chefia, do RH, da diretoria, do sindicato, do Presidente da República, do Conselho de Segurança da ONU… menos dele, que sempre é o injustiçado da história. Coitadinho do Zé Ruela, esse bichinho tão inofensivo!
Mas por que o Zé Ruela ainda existe? Simples: é porque algumas características dele são culturais, estão arraigadas e surgem em seu processo de formação. Elas vêm das primeiras lições sobre cidadania e comportamento. O Zé Ruela é moldado ainda pequenino, quando ainda está “verde”. Você certamente já ouviu aquela frase “pau que nasce torto…”? Pois é, acredito que ninguém nasce torto, mas pode vir a crescer torto por causa do terreno em que foi plantado. Salvo algumas raríssimas exceções, pessoas sem berço – isto é, bom caráter, disciplina, ética, civilidade, respeito, hombridade e afins – gerarão uma crescente legião de Zés Ruelas que fatalmente ocuparão os mais variados postos de trabalho e as mais diversas ocupações. Se bem que falar em “ocupações” nesse caso é mera licença poética, já que o Zé Ruela é um desocupado contumaz, desconectado da realidade. Em outras palavras, é um peso morto.
O Zé Ruela tem necessidade de atenção e faz de tudo para consegui-la. Um exemplo: há alguns anos conheci um rapaz que fazia questão de dar prejuízo na execução de suas tarefas, somente para mostrar ao supervisor de produção que ele ainda estava por ali: era prevaricador, fanfarrão, arruaceiro e arrogante; um profissional experiente, porém sem nenhum escrúpulo. E sabem o que era pior nisso tudo? O cara conseguiu um cargo de liderança! Uma catástrofe, sem sombra de dúvida. Na época surgiu burburinho incessante: quem era mais Zé Ruela, o dito cujo ou quem o promoveu? Que motivos havia para beneficiar alguém com tais (des)qualificações?
Hoje meditando sobre os fatos da época, consigo visualizar uma única explicação: o Zé Ruela era bajulador e o Zé Ruela-mor (leia-se, o superior dele) padecia de um mal chamado “estrelismo”: ele gostava de ser paparicado e de saber que tinha alguém na empresa como fiel seguidor e “cão de guarda”.
Juntou-se ali a fome com a vontade de comer e deu no que deu. Muita gente boa, inconformada com o absurdo, simplesmente resolveu ir cantar em outra freguesia, abandonando aquele navio fantasma infestado de ratos. Perda para aquela empresa, que resolveu apostar em certas soluções organizacionais de (duvidoso) baixo custo operacional e simplesmente naufragou, sendo comprada por seu principal concorrente.
O Zé Ruela é um cancro corporativo, responsável por boa parte das dores de cabeças dos gestores. Como a tendência desse corpo estranho é alastrar-se e contaminar estruturas adjacentes, ele acaba arregimentando simpatizantes por onde passa; alguém que já não andava muito satisfeito com a própria situação e acaba se deixando influenciar por um Zé Ruela, torna-se tão ou até mais impertinente do que o original. Vive como o piolho: andando pela cabeça dos outros.
Se você percebeu que às vezes sente vontade de praticar quaisquer desses atos, tome cuidado! A “zérruelice” é uma doença grave que fatalmente vai custar seu emprego e também pode acabar com sua carreira e futuras aspirações profissionais/pessoais/sociais, já que ninguém vai querer mais um chupim barulhento para sustentar.
Quem nunca ouviu falar assim: “aquele cara de vendas é um Zé Ruela!”, “… e daí vem um Zé Ruela e mata todo o processo…”, “o cara que foi contratado é um Zé Ruela”. Afinal de contas, quem é esse tal personagem tão comentado nas rodinhas de funcionários?
Homônimos a parte, geralmente o tal Zé Ruela é um indivíduo sem atitude, com baixa capacidade de resolução de problemas, avesso ao envolvimento com tarefas que exijam responsabilidade; descompromissado ao extremo, faz parte do coro dos descontentes e dificilmente adota uma postura proativa, preferindo deixar como está para ver como é que fica. Resumindo: é alguém ordinário, sem importância, que está ali só por estar e mais atrapalha do que ajuda.
Se o funcionamento de uma empresa pode ser comparado a um motor e se as pessoas forem as engrenagens, o Zé Ruela é a engrenagem na qual faltam dentes. Não dá para contar com ele, porque foge do trabalho tal como os vampiros do alho (se bem dizem que o alho retarda o envelhecimento, e histórias de vampiros são mofadas de tão velhinhas).
Ficar um pouco a mais na empresa depois do expediente? Nunca! O Zé Ruela é o primeiro a arranjar compromissos fajutos para não poder esticar o horário. Treinamentos no final de semana, mesmo que sejam esporádicos? Nem pensar! O Zé Ruela acha que ele é a única pessoa que tem “outras coisas para fazer” aos sábados e domingos; o restante do pessoal que se dane. Ajudar a organizar o ambiente de trabalho (sala/departamento)? De jeito nenhum, pois o Zé Ruela entende que ambiente de trabalho é apenas o seu “quadrado”, e vive como se estivesse em uma ilha, sem se preocupar com o que acontece na baia ao lado. Nunca critique um Zé Ruela, mesmo em uma conversa particular, tête-à-tête, pois ele é incapaz de enxergar os próprios erros e certamente vai sair comentando pelos corredores que está sendo perseguido, que a coisa é pessoal, e por aí vai.
Naquelas conversas atravessadas que geram bate-bocas e discussões, pode ter certeza de que tudo surgiu por causa de um Zé Ruela que não tinha o que fazer e resolveu ocupar-se com a vida alheia. Zé Ruela que é Zé Ruela gosta de ver o circo pegar fogo, e passa adiante informações não confirmadas (da temida RP – Rádio Peão) e fica atrás da moita só assistindo de camarote.
O Zé Ruela não costuma ser convidado para nada, e quando o é, sempre reclama de tudo: da comida, da bebida, dos prêmios, do horário. É impossível agradá-lo, mesmo fazendo o que ele quer e o que pede.
Ah, o chefe advertiu o Zé Ruela em virtude de alguma atitude imprópria ou falha em procedimentos? Com certeza ele vai se defender mais ou menos assim: “eu fiz porque aqui todo mundo faz”, ou talvez “a empresa devia se preocupar com que faz tal coisa e tal coisa”, ou ainda “é, mas o fulano fez isso, isso e isso, e ninguém falou nada para ele”. Costuma achar que é o bode expiatório da empresa sem, no entanto, explicar por qual motivo. Assim, figuras tão insignificantes conseguem tornar-se o centro das atenções de uma hora para outra, e não porque cresceram em eficácia, mas porque suas burradas ficaram ainda mais aparentes e destoaram significativamente dos demais colegas de trabalho.
O Zé Ruela sossegadamente tira o pão da boca de quem trabalha direito, e nem fica com remorso. Age como se só a sua barriga roncasse de fome, como se fosse o único que sente frio por falta de agasalho e pensa sinceramente que a empresa deve bancar seus caprichos porque, já que foi selecionado para trabalhar ali, provavelmente deve ser o melhor profissional do mercado, um verdadeiro achado. Os headhunters das grandes corporações estavam dormindo no ponto e nem leram o currículo do sujeito.Ainda bem!
Nas empresas onde existe de fato a cooperação e o trabalho em equipe, todos têm consciência das necessidades uns dos outros e dividem tarefas sem maiores problemas: não há incômodo em trocar o toner da impressora, ninguém fica estressado por ter que ir ao almoxarifado pegar um pacote de papéis para a impressora e tampouco se for para fazer café para a turma – ou simplesmente pegar a garrafa na copa. Em compensação, nos locais onde o “zérruelismo” é prática corrente, será praxe sortear quem fará cada coisa porque muitos querem usufruir, porém pouquíssimos têm boa vontade; quando o azarado do Zé Ruela é incumbido de alguma tarefa, fica de cara feia, sai chutando cadeiras e portas, faz tudo com má vontade (quando faz), reclama o tempo todo e ameaça superiores com pedidos de demissão, entre outras atitudes impensadas e imbecis.
E quando o infeliz perde o emprego, então? A culpa é da chefia, do RH, da diretoria, do sindicato, do Presidente da República, do Conselho de Segurança da ONU… menos dele, que sempre é o injustiçado da história. Coitadinho do Zé Ruela, esse bichinho tão inofensivo!
Mas por que o Zé Ruela ainda existe? Simples: é porque algumas características dele são culturais, estão arraigadas e surgem em seu processo de formação. Elas vêm das primeiras lições sobre cidadania e comportamento. O Zé Ruela é moldado ainda pequenino, quando ainda está “verde”. Você certamente já ouviu aquela frase “pau que nasce torto…”? Pois é, acredito que ninguém nasce torto, mas pode vir a crescer torto por causa do terreno em que foi plantado. Salvo algumas raríssimas exceções, pessoas sem berço – isto é, bom caráter, disciplina, ética, civilidade, respeito, hombridade e afins – gerarão uma crescente legião de Zés Ruelas que fatalmente ocuparão os mais variados postos de trabalho e as mais diversas ocupações. Se bem que falar em “ocupações” nesse caso é mera licença poética, já que o Zé Ruela é um desocupado contumaz, desconectado da realidade. Em outras palavras, é um peso morto.
O Zé Ruela tem necessidade de atenção e faz de tudo para consegui-la. Um exemplo: há alguns anos conheci um rapaz que fazia questão de dar prejuízo na execução de suas tarefas, somente para mostrar ao supervisor de produção que ele ainda estava por ali: era prevaricador, fanfarrão, arruaceiro e arrogante; um profissional experiente, porém sem nenhum escrúpulo. E sabem o que era pior nisso tudo? O cara conseguiu um cargo de liderança! Uma catástrofe, sem sombra de dúvida. Na época surgiu burburinho incessante: quem era mais Zé Ruela, o dito cujo ou quem o promoveu? Que motivos havia para beneficiar alguém com tais (des)qualificações?
Hoje meditando sobre os fatos da época, consigo visualizar uma única explicação: o Zé Ruela era bajulador e o Zé Ruela-mor (leia-se, o superior dele) padecia de um mal chamado “estrelismo”: ele gostava de ser paparicado e de saber que tinha alguém na empresa como fiel seguidor e “cão de guarda”.
Juntou-se ali a fome com a vontade de comer e deu no que deu. Muita gente boa, inconformada com o absurdo, simplesmente resolveu ir cantar em outra freguesia, abandonando aquele navio fantasma infestado de ratos. Perda para aquela empresa, que resolveu apostar em certas soluções organizacionais de (duvidoso) baixo custo operacional e simplesmente naufragou, sendo comprada por seu principal concorrente.
O Zé Ruela é um cancro corporativo, responsável por boa parte das dores de cabeças dos gestores. Como a tendência desse corpo estranho é alastrar-se e contaminar estruturas adjacentes, ele acaba arregimentando simpatizantes por onde passa; alguém que já não andava muito satisfeito com a própria situação e acaba se deixando influenciar por um Zé Ruela, torna-se tão ou até mais impertinente do que o original. Vive como o piolho: andando pela cabeça dos outros.
Se você percebeu que às vezes sente vontade de praticar quaisquer desses atos, tome cuidado! A “zérruelice” é uma doença grave que fatalmente vai custar seu emprego e também pode acabar com sua carreira e futuras aspirações profissionais/pessoais/sociais, já que ninguém vai querer mais um chupim barulhento para sustentar.
O respeito tem que começar por nós mesmos
Não é incomum ouvirmos em nosso dia a dia o quanto somos vitimas de desrespeito.
Situações de falta de respeito ocorrem em vários ambientes e sob diferentes realidades.
Pois bem, não tenho a intenção de apresentar o meu entendimento em diferentes cenários, nem tenho competência para isso, me limitarei a uma pequena parcela do ambiente empresarial.
Quantas vezes, muitos funcionários são submetidos a certas situações, que podemos afirmar, são, até mesmo, constrangedoras.
Creio que são freqüentes… infelizmente.
Certa vez, ao conversar com uma amiga, ela, que era diretora de uma empresa, tinha sido informada que a partir da próxima semana sua diretoria seria incorporada a outra…
Ela continuaria com o mesmo salário e benefícios, no entanto seria, digamos, rebaixada, na hierarquia da empresa.
Não há dúvidas que a organização precisava fazer alterações… se tornar mais flexível, rápida e eficiente na tomada de decisões.
No entanto, o quanto é razoável propor isto a um colaborador? Um rebaixamento no nível hierárquico.
Não sei… realmente não sei.. o quanto, eventualmente, não seja mais verdadeiro, efetivamente, propor o desligamento do profissional a submetê-lo a este tipo de situação?
Sim, pode fazer parte do aprendizado de um profissional passar por determinadas situações como esta.
No entanto, vamos aos fatos… normalmente como esta história acaba?
Bem, com o descontentamento do funcionário e um futuro pedido de demissão.
…ou a demissão do mesmo… por não ter se adaptado as novas funções.
O quanto as organizações realmente fazem este tipo de análise?
O quanto é respeito ou desrespeito ao funcionário… ou simplesmente um ação necessária para tornar a empresa mais ágil?
Realmente não sei… mas tenho minhas crenças…
Creio que as organizações oferecem oportunidades… sim chances para que os colaboradores realmente se posicionem…
Estas alterações afetam o ego… e o ego das pessoas precisam ser respeitados.
Peço licença, para procurar o dicionário.
Ego, a parte mais superficial do indivíduo, a qual quando modificada, tem por funções a comprovação da realidade e a aceitação.
Será que as empresas buscam saber o quanto estas alterações afetam ou afetaram o ego das pessoas.
Bem, mas as empresas são as pessoas que nelas trabalharam.
Pois bem, então é possível perguntar: O quanto os funcionários que propõem estas mudanças estão realmente preocupados com seus colegas, que tiveram suas funções alteradas?
Ah… mas houve uma conversa antes…
Será que é o suficiente…
Bem, isto é algo muito pessoal.
Para muitos uma simples conversa pode ser o suficiente.
No entanto, uma coisa é fato… o respeito aos demais deve ser mantido…
… e nada melhor e mais adequado que nós mesmo tomemos conta disso.
Ë legítimo que respeitemos o nosso ego.
Pois só assim os demais irão respeitá-lo.
É mandatório que respeitemos a nossa carreira.
Pois só assim os demais irão respeitá-la.
O respeito começa em nós mesmos.
Se não nos respeitarmos… ninguém o fará.
E pode ter certeza… respeito é algo muito mais importante que a conta que precisamos pagar no final do mês.
Uma vez que respeito tem abrangência a longo prazo… é para a vida toda… e nos incomoda para sempre.
Agora precisamos ter apenas uma certeza:
Não somos dependentes de nosso emprego.
E sim de trabalho… e trabalho nós sempre podemos encontrar em algum lá…
E sempre, onde exista RESPEITO.
Situações de falta de respeito ocorrem em vários ambientes e sob diferentes realidades.
Pois bem, não tenho a intenção de apresentar o meu entendimento em diferentes cenários, nem tenho competência para isso, me limitarei a uma pequena parcela do ambiente empresarial.
Quantas vezes, muitos funcionários são submetidos a certas situações, que podemos afirmar, são, até mesmo, constrangedoras.
Creio que são freqüentes… infelizmente.
Certa vez, ao conversar com uma amiga, ela, que era diretora de uma empresa, tinha sido informada que a partir da próxima semana sua diretoria seria incorporada a outra…
Ela continuaria com o mesmo salário e benefícios, no entanto seria, digamos, rebaixada, na hierarquia da empresa.
Não há dúvidas que a organização precisava fazer alterações… se tornar mais flexível, rápida e eficiente na tomada de decisões.
No entanto, o quanto é razoável propor isto a um colaborador? Um rebaixamento no nível hierárquico.
Não sei… realmente não sei.. o quanto, eventualmente, não seja mais verdadeiro, efetivamente, propor o desligamento do profissional a submetê-lo a este tipo de situação?
Sim, pode fazer parte do aprendizado de um profissional passar por determinadas situações como esta.
No entanto, vamos aos fatos… normalmente como esta história acaba?
Bem, com o descontentamento do funcionário e um futuro pedido de demissão.
…ou a demissão do mesmo… por não ter se adaptado as novas funções.
O quanto as organizações realmente fazem este tipo de análise?
O quanto é respeito ou desrespeito ao funcionário… ou simplesmente um ação necessária para tornar a empresa mais ágil?
Realmente não sei… mas tenho minhas crenças…
Creio que as organizações oferecem oportunidades… sim chances para que os colaboradores realmente se posicionem…
Estas alterações afetam o ego… e o ego das pessoas precisam ser respeitados.
Peço licença, para procurar o dicionário.
Ego, a parte mais superficial do indivíduo, a qual quando modificada, tem por funções a comprovação da realidade e a aceitação.
Será que as empresas buscam saber o quanto estas alterações afetam ou afetaram o ego das pessoas.
Bem, mas as empresas são as pessoas que nelas trabalharam.
Pois bem, então é possível perguntar: O quanto os funcionários que propõem estas mudanças estão realmente preocupados com seus colegas, que tiveram suas funções alteradas?
Ah… mas houve uma conversa antes…
Será que é o suficiente…
Bem, isto é algo muito pessoal.
Para muitos uma simples conversa pode ser o suficiente.
No entanto, uma coisa é fato… o respeito aos demais deve ser mantido…
… e nada melhor e mais adequado que nós mesmo tomemos conta disso.
Ë legítimo que respeitemos o nosso ego.
Pois só assim os demais irão respeitá-lo.
É mandatório que respeitemos a nossa carreira.
Pois só assim os demais irão respeitá-la.
O respeito começa em nós mesmos.
Se não nos respeitarmos… ninguém o fará.
E pode ter certeza… respeito é algo muito mais importante que a conta que precisamos pagar no final do mês.
Uma vez que respeito tem abrangência a longo prazo… é para a vida toda… e nos incomoda para sempre.
Agora precisamos ter apenas uma certeza:
Não somos dependentes de nosso emprego.
E sim de trabalho… e trabalho nós sempre podemos encontrar em algum lá…
E sempre, onde exista RESPEITO.
Comunicação: ouvir, entender e falar
Pensamos que ouvimos, pensamos que entendemos, pensamos que falamos, mas será mesmo?
Quantas vezes estamos em uma reunião com várias pessoas, cada uma falando de um assunto, cada uma falando de um tema. Maria pergunta uma coisa, João responde de um jeito, Pedro responde de outro. José acha que entendeu – pela introdução – o que Carlos vai falar, nem espera ele terminar sua explicação e já diz que não concorda. Após 5 minutos que o assunto encerrou, alguém pergunta sobre o que foi discutido como se fosse a primeira vez que se tocasse no assunto.
Onde estavam suas mentes? O que cada um entendeu do que foi dito? Como vão conduzir o dia a dia se não entendem o que se passou ali entre todos?
A confusão não ocorre somente quando estamos em uma sala com várias pessoas. Também por exemplo, quando estamos frente a frente com alguém que está dando seus preciosos 5 minutos para nos atender, porém pensando na próxima reunião que deve comparecer, na pilha de e-mails para responder, nas novas atividades que o gestor acabou de definir. Quando efetivamente esta pessoa parou para pensar, para analisar, para ouvir? Como teremos decisões corretas com atenção deficitária?
O que está se passando na cabeça destas pessoas?
Nossa mente possui muitos vícios e truques, um deles é querer pular rapidamente para as conclusões para seguir para o passo seguinte. Outro hábito é deduzir com base naquilo que já lhe aconteceu o que vai acontecer a seguir. No fundo estamos todos achando que tudo é igual, que tudo é uma repetição do passado. Com certeza muita coisa é repetição e afinal a experiência nos ajuda a avançar, contudo ela é base para evoluir, não para estagnar.
Pensamos muito mais rápido do que o outro consegue falar e como usamos o tempo extra? Para entender aquilo que estamos ouvindo ou para elaborar as respostas àquilo que não concordamos, deixando de ouvir? Nosso pensar está ancorado nas nossas experiências, educação, família, religião, grupo social, sendo que cada pessoa possui suas próprias referências e se assumimos que são as mesmas dos outros é bem provável que tenhamos problemas de comunicação com o entendimento, com o significado.
O que vemos e ouvimos está mais relacionado com o que buscamos e prestamos atenção. Não vemos aquilo que não buscamos e não ouvimos aquilo que não prestamos atenção.
Vamos ver alguns pontos da teoria sobre percepção para nos ajudar a entender este processo. Conforme Paul Robbins “Percepção pode ser definida como um mecanismo pelo qual indivíduos organizam e interpretam suas impressões sensoriais a fim de dar sentido ao seu ambiente. Entretanto o que alguém percebe pode ser substancialmente diferente da realidade objetiva e a interpretação é fortemente influenciada pelas características pessoais do individuo que o percebe“. As características pessoais que mais fortemente influenciam a percepção são: as motivações, os interesses, as experiências passadas e as expectativas.
Sabe-se que instintivamente usamos muitos atalhos no processo de ouvir, ou seja, técnicas individuais para facilitar o trabalho de perceber e interpretar os outros. Entre elas encontramos:
* Percepção Seletiva: Qualquer característica que faça uma pessoa, objeto ou evento sobressair, porque é impossível assimilarmos tudo que vemos; captamos apenas certos estímulos. Como não podemos captar tudo que vemos, pegamos uns pedacinhos aqui, outros ali, porém estes pedacinhos são escolhidos de acordo com nossos interesses, formação, experiência e atitudes. Desta forma podemos tirar conclusões não garantidas de uma situação ambígua.
* Efeito de Halo: Impressão geral sobre um indivíduo com base em uma única característica, propagação de uma virtude ou defeito sobre o julgamento geral da pessoa.
* Efeito de Contraste: Não avaliamos uma pessoa isoladamente, estamos sempre fazendo comparações. Ex. fazer uma apresentação, depois de outra muito boa ou muito ruim, irá alterar a forma como a sua será vista. Se uma pessoa fala com entusiasmo tenderemos a olhar a informação dela com mais atenção do que outra pessoa falando mais serenamente.
* Projeção: Julgar os outros presumindo que eles são como nós. Tendência de atribuir as próprias características a outras pessoas. Neste caso tendemos a achar que as pessoas são mais homogêneas do que elas realmente são.
* Estereótipo: Julgar pessoas com base no grupo ao qual esta pessoa pertence. Expandir pré-conceitos (bons ou ruins) do grupo social, ético, cultural, comportamental, minorias…
Rafael Echeverria em sua teoria sobre o observador dentro do desenvolvimento da ontologia da palavra diz “não sabemos as coisas como as coisas são, somente sabemos como observamos ou como interpretamos. Vivemos num mundo interpretativo. Distintas emoções predispõem as pessoas a observar certos eventos e não outros, distintas competências fazem algumas pessoas observarem fatos que outros não são capazes de observar. O mundo que uma pessoa vê a sua frente é somente o mundo que observa e cada individuo é um observador diferente que observa mundos distintos. Não existe um só mundo, mas tantos quantos são os observadores. A forma como atuamos no mundo depende do observador particular que somos”.
A técnica de parafrasear, ou seja, após ouvirmos atentamente até o final o que foi dito, repetirmos com nossas palavras para confirmar a compreensão, ajuda a própria pessoa a perceber a multiplicidade de significados que podem ter suas palavras e realizar as correções necessárias.
Uma escuta efetiva significa ouvir o que o outro diz e o que ele não diz, observar seus gestos, tom de voz, expressão corporal, pausas, olhar. Significa perceber a coerência entre o que a boca fala e o que o corpo fala. Importante dar um tempo após o outro ter terminado de falar para que ele próprio ouça suas palavras. Quando estamos ouvindo precisamos cuidar para não ficarmos preparando a resposta e deixar de ouvir. Ouvir também com o coração e com a intuição, perceber as emoções que estão surgindo em si mesmo e saber separar o que é seu e o que é do outro.
Se tratarmos o ouvir e compreender, precisamos também cuidar do falar. Marshall B. Rosenberg ensina no seu livro “Comunicação Não Violenta”, que nossas palavras são reações repetitivas e automáticas e deveriam tornar-se respostas conscientes baseadas no que estamos percebendo, sentindo e desejando. Sua técnica ajuda a sair de uma postura de crítica para uma situação de necessidades.
O método ensinado por Marshall consiste em 4 passos: primeiramente observamos o que de fato está acontecendo em uma situação e que está afetando nosso bem estar ou trabalho; em seguida identificamos como nos sentimos ao observar aquela ação; o terceiro passo é reconhecer quais de nossas necessidades estão ligadas ao sentimentos que identificamos e o último componente do processo é efetuar um pedido específico e concreto. Desta forma estamos expressando e escutando as pessoas com mais consciência, nos conectando melhor uns aos outros, com mais respeito e empatia.
O que podemos levar deste conhecimento para a gestão de projetos?
Projetos sempre lidam com mudanças, as quais trazem inseguranças, conflitos, irritabilidade, resistências e a melhor forma de superar todos estes obstáculos são através de um ouvir ativo, a busca do significado das palavras e uma fala sem crítica ou julgamento.
O PMBOK (Corpo de conhecimento de gerenciamento de projetos) detalha nas áreas de comunicação e recursos humanos processos específicos sobre planejamento e distribuição da informação, alinhamento de expectativas com stakeholders, formação de equipe, motivação e ressalta o papel de líder que o gerente de projeto deve exercer sobre a equipe do projeto, função essa que é muito mais critica numa organização matricial, com várias áreas envolvidas.
Para apoiar uma nova dinâmica de ouvir, entender e falar realize com a equipe uma reunião de “team building”, como propõe o processo de desenvolvimento da equipe de projeto na área de Recursos Humanos do PMBOK. Nesta reunião, além de motivá-los para a razão de ser do projeto, devem ser estabelecidas as regras de operar do grupo e nelas combinar o ouvir, o entender e o falar.
Faça um exercício com o grupo, em pares, peça que ouçam uma pessoa falar por 5 minutos, sem interrompê-la. Oriente-os a perceberem como se sentem, o que pensam e não dizem e vejam se algo muda no final. Inverta, para que vejam como é falar sem ser interrompido e ter um tempo para refletir depois. Este pequeno exercício ajuda a sensibilizar para ouvir, esperando até o final da fala do outro, prestando atenção nos pensamentos, julgamentos e criticas, verificando se estão fundamentados em fatos atuais ou conceitos passados e filtros.
Sempre é bom ressaltar que cada pessoa tem uma experiência que conduz para aquilo que é o seu certo, a experiência de outra pessoa leva para o que é o certo dela. Estimule a prática de falar de si, do que pensa, da sua experiência, não condicionando que ela é a única, lembrando que existem vários ângulos sobre um mesmo assunto. Acima de tudo, como diz Krishnamurti, lembrar sempre de falar o que é verdadeiro, amável e útil.
Quantas vezes estamos em uma reunião com várias pessoas, cada uma falando de um assunto, cada uma falando de um tema. Maria pergunta uma coisa, João responde de um jeito, Pedro responde de outro. José acha que entendeu – pela introdução – o que Carlos vai falar, nem espera ele terminar sua explicação e já diz que não concorda. Após 5 minutos que o assunto encerrou, alguém pergunta sobre o que foi discutido como se fosse a primeira vez que se tocasse no assunto.
Onde estavam suas mentes? O que cada um entendeu do que foi dito? Como vão conduzir o dia a dia se não entendem o que se passou ali entre todos?
A confusão não ocorre somente quando estamos em uma sala com várias pessoas. Também por exemplo, quando estamos frente a frente com alguém que está dando seus preciosos 5 minutos para nos atender, porém pensando na próxima reunião que deve comparecer, na pilha de e-mails para responder, nas novas atividades que o gestor acabou de definir. Quando efetivamente esta pessoa parou para pensar, para analisar, para ouvir? Como teremos decisões corretas com atenção deficitária?
O que está se passando na cabeça destas pessoas?
Nossa mente possui muitos vícios e truques, um deles é querer pular rapidamente para as conclusões para seguir para o passo seguinte. Outro hábito é deduzir com base naquilo que já lhe aconteceu o que vai acontecer a seguir. No fundo estamos todos achando que tudo é igual, que tudo é uma repetição do passado. Com certeza muita coisa é repetição e afinal a experiência nos ajuda a avançar, contudo ela é base para evoluir, não para estagnar.
Pensamos muito mais rápido do que o outro consegue falar e como usamos o tempo extra? Para entender aquilo que estamos ouvindo ou para elaborar as respostas àquilo que não concordamos, deixando de ouvir? Nosso pensar está ancorado nas nossas experiências, educação, família, religião, grupo social, sendo que cada pessoa possui suas próprias referências e se assumimos que são as mesmas dos outros é bem provável que tenhamos problemas de comunicação com o entendimento, com o significado.
O que vemos e ouvimos está mais relacionado com o que buscamos e prestamos atenção. Não vemos aquilo que não buscamos e não ouvimos aquilo que não prestamos atenção.
Vamos ver alguns pontos da teoria sobre percepção para nos ajudar a entender este processo. Conforme Paul Robbins “Percepção pode ser definida como um mecanismo pelo qual indivíduos organizam e interpretam suas impressões sensoriais a fim de dar sentido ao seu ambiente. Entretanto o que alguém percebe pode ser substancialmente diferente da realidade objetiva e a interpretação é fortemente influenciada pelas características pessoais do individuo que o percebe“. As características pessoais que mais fortemente influenciam a percepção são: as motivações, os interesses, as experiências passadas e as expectativas.
Sabe-se que instintivamente usamos muitos atalhos no processo de ouvir, ou seja, técnicas individuais para facilitar o trabalho de perceber e interpretar os outros. Entre elas encontramos:
* Percepção Seletiva: Qualquer característica que faça uma pessoa, objeto ou evento sobressair, porque é impossível assimilarmos tudo que vemos; captamos apenas certos estímulos. Como não podemos captar tudo que vemos, pegamos uns pedacinhos aqui, outros ali, porém estes pedacinhos são escolhidos de acordo com nossos interesses, formação, experiência e atitudes. Desta forma podemos tirar conclusões não garantidas de uma situação ambígua.
* Efeito de Halo: Impressão geral sobre um indivíduo com base em uma única característica, propagação de uma virtude ou defeito sobre o julgamento geral da pessoa.
* Efeito de Contraste: Não avaliamos uma pessoa isoladamente, estamos sempre fazendo comparações. Ex. fazer uma apresentação, depois de outra muito boa ou muito ruim, irá alterar a forma como a sua será vista. Se uma pessoa fala com entusiasmo tenderemos a olhar a informação dela com mais atenção do que outra pessoa falando mais serenamente.
* Projeção: Julgar os outros presumindo que eles são como nós. Tendência de atribuir as próprias características a outras pessoas. Neste caso tendemos a achar que as pessoas são mais homogêneas do que elas realmente são.
* Estereótipo: Julgar pessoas com base no grupo ao qual esta pessoa pertence. Expandir pré-conceitos (bons ou ruins) do grupo social, ético, cultural, comportamental, minorias…
Rafael Echeverria em sua teoria sobre o observador dentro do desenvolvimento da ontologia da palavra diz “não sabemos as coisas como as coisas são, somente sabemos como observamos ou como interpretamos. Vivemos num mundo interpretativo. Distintas emoções predispõem as pessoas a observar certos eventos e não outros, distintas competências fazem algumas pessoas observarem fatos que outros não são capazes de observar. O mundo que uma pessoa vê a sua frente é somente o mundo que observa e cada individuo é um observador diferente que observa mundos distintos. Não existe um só mundo, mas tantos quantos são os observadores. A forma como atuamos no mundo depende do observador particular que somos”.
A técnica de parafrasear, ou seja, após ouvirmos atentamente até o final o que foi dito, repetirmos com nossas palavras para confirmar a compreensão, ajuda a própria pessoa a perceber a multiplicidade de significados que podem ter suas palavras e realizar as correções necessárias.
Uma escuta efetiva significa ouvir o que o outro diz e o que ele não diz, observar seus gestos, tom de voz, expressão corporal, pausas, olhar. Significa perceber a coerência entre o que a boca fala e o que o corpo fala. Importante dar um tempo após o outro ter terminado de falar para que ele próprio ouça suas palavras. Quando estamos ouvindo precisamos cuidar para não ficarmos preparando a resposta e deixar de ouvir. Ouvir também com o coração e com a intuição, perceber as emoções que estão surgindo em si mesmo e saber separar o que é seu e o que é do outro.
Se tratarmos o ouvir e compreender, precisamos também cuidar do falar. Marshall B. Rosenberg ensina no seu livro “Comunicação Não Violenta”, que nossas palavras são reações repetitivas e automáticas e deveriam tornar-se respostas conscientes baseadas no que estamos percebendo, sentindo e desejando. Sua técnica ajuda a sair de uma postura de crítica para uma situação de necessidades.
O método ensinado por Marshall consiste em 4 passos: primeiramente observamos o que de fato está acontecendo em uma situação e que está afetando nosso bem estar ou trabalho; em seguida identificamos como nos sentimos ao observar aquela ação; o terceiro passo é reconhecer quais de nossas necessidades estão ligadas ao sentimentos que identificamos e o último componente do processo é efetuar um pedido específico e concreto. Desta forma estamos expressando e escutando as pessoas com mais consciência, nos conectando melhor uns aos outros, com mais respeito e empatia.
O que podemos levar deste conhecimento para a gestão de projetos?
Projetos sempre lidam com mudanças, as quais trazem inseguranças, conflitos, irritabilidade, resistências e a melhor forma de superar todos estes obstáculos são através de um ouvir ativo, a busca do significado das palavras e uma fala sem crítica ou julgamento.
O PMBOK (Corpo de conhecimento de gerenciamento de projetos) detalha nas áreas de comunicação e recursos humanos processos específicos sobre planejamento e distribuição da informação, alinhamento de expectativas com stakeholders, formação de equipe, motivação e ressalta o papel de líder que o gerente de projeto deve exercer sobre a equipe do projeto, função essa que é muito mais critica numa organização matricial, com várias áreas envolvidas.
Para apoiar uma nova dinâmica de ouvir, entender e falar realize com a equipe uma reunião de “team building”, como propõe o processo de desenvolvimento da equipe de projeto na área de Recursos Humanos do PMBOK. Nesta reunião, além de motivá-los para a razão de ser do projeto, devem ser estabelecidas as regras de operar do grupo e nelas combinar o ouvir, o entender e o falar.
Faça um exercício com o grupo, em pares, peça que ouçam uma pessoa falar por 5 minutos, sem interrompê-la. Oriente-os a perceberem como se sentem, o que pensam e não dizem e vejam se algo muda no final. Inverta, para que vejam como é falar sem ser interrompido e ter um tempo para refletir depois. Este pequeno exercício ajuda a sensibilizar para ouvir, esperando até o final da fala do outro, prestando atenção nos pensamentos, julgamentos e criticas, verificando se estão fundamentados em fatos atuais ou conceitos passados e filtros.
Sempre é bom ressaltar que cada pessoa tem uma experiência que conduz para aquilo que é o seu certo, a experiência de outra pessoa leva para o que é o certo dela. Estimule a prática de falar de si, do que pensa, da sua experiência, não condicionando que ela é a única, lembrando que existem vários ângulos sobre um mesmo assunto. Acima de tudo, como diz Krishnamurti, lembrar sempre de falar o que é verdadeiro, amável e útil.
Liderar equipes de multiplas gerações
A atividade de liderar equipes, por si só, é uma das mais significativas e complexas no contexto do gerenciamento de projetos. Normalmente, no período de formação do grupo, ocorrem curtos circuitos que o verdadeiro líder deve estar atento para evitar que os desentendimentos se alastrem e prejudiquem o desenvolvimento do projeto.
Quando se tratam de projetos de engenharia, cujas equipes são formadas por elementos de múltiplas gerações, a situação é um pouco mais intrigante porque envolve valores inerentes a cada geração, conflitos de egos e conceitos sociológicos
Segundo o pesquisador Robert Samuelson, uma pesquisa Gallup, realizada em 1969, constatou que 74 % dos americanos acreditavam no conflito de gerações. Esta mesma pesquisa, realizada no ano passado, registrou o índice de 79 % para esta mesma crença dos americanos.
Da realização da primeira pesquisa até hoje, o mundo mudou, as comunicações se amiudaram, as culturas se modernizaram e os paradigmas raciais e sociais foram mitigados. Entretanto ficaram arraigados os conceitos de diferenciação entre os valores das diversas gerações, inclusive entre as novas gerações diferenciadas que surgiram neste período de quase quarenta anos.
Estudiosos de comportamento organizacional, baseados em pesquisas americanas, costumam dividir as gerações de trabalho em quatro grupos, relativizando-os com a idade e com mudanças significativas ocorridas na época em que entraram no mercado de trabalho. Estes mesmos grupos formam também os contingentes da engenharia nacional, variando um pouco na correlação de faixa etária e de valores no trabalho, em relação aos citados pelos especialistas americanos.
Assim, no primeiro grupo, estão os trabalhadores que cresceram influenciados pelo desenvolvimento nacional dos anos 50/60, quando plantaram a semente do progresso e levaram a marca da engenharia no processo de interiorização do Brasil. Carregam uma elevada gama de conhecimentos adquiridos ao longo de mais de meio século de trabalho. São respeitados e respeitosamente carregam o título de doutor antes do nome. Acreditam no trabalho duro, no status quo, no conservadorismo e no simbolismo da autoridade. Devotam uma lealdade impar aos seus patrões, ou à organização, quando empregados.
O segundo grande grupo, denominado pelos americanos de baby boomers, pode ser correlacionado, aqui no Brasil, com os veteranos que começaram a encarar o batente entre os anos 65 e 85, no período da ditadura e do correspondente desenvolvimento nacional daquela época. Amavam os Beatles e os Rolling Stones, e têm adoração pela MPB e pelos movimentos pelos direitos civis. Com aversão à ditadura, sofreram na pele os efeitos da inflação desmesurada e da recessão econômica. Têm uma parcela do liberalismo hippie, do amor livre e, sobretudo têm desconfianças do autoritarismo, ou autoridade excessiva no ambiente de trabalho. Valorizam muito a realização pessoal e o sucesso material, enxergando as empresas, que os contratam, como meio de realização das suas carreiras profissionais e do reconhecimento social.
A terceira geração, conhecida como Geração X, é formada por engenheiros com idade entre 25 a 40 anos de idade que entraram no mercado de trabalho entre os anos de 85 a 2000. Esta gênese teve a formação estruturada na globalização e na carreira profissional do pai e da mãe, que muitas vezes assumiu o papel de pai, devido ao divórcio. São obcecados pela música eletrônica, pelos computadores e por novos hardwares. Têm um estilo de vida equilibrado e uma lealdade aos relacionamentos e à família. Sabem trabalhar em equipe, apesar da rejeição a normas e paradigmas. Vêem o dinheiro como um indicador de qualidade de seu desempenho profissional e muitas vezes trocam aumentos de salários, segurança e promoções por uma vida menos estressante e com mais tempo para o laser e companhia da família. Especialistas, baseados em pesquisas americanas, registram que a Geração X valoriza a amizade verdadeira, a felicidade e o prazer. Na engenharia nacional, este grupamento é representado pelos engenheiros médios que continuaram a exercer a profissão mesmo durante a recessão econômica dos anos 80/90 que sufocou o desenvolvimento nacional e consequentemente a engenharia.
A quarta geração, com menos de 25 anos de idade, entrou no mercado de trabalho a partir dos anos 2000, e é conhecida como Geração Y ou da tecnologia. Alguns membros, ainda estagiários, custeiam seus estudos com a remuneração recebida, complementada pela ajuda dos familiares. Apresentam uma autoconfiança desafiadora, procuram sucesso financeiro e apresentam uma certa independência pessoal, apesar de se adaptarem bem ao trabalho em equipes. Pesquisas americanas (Pew Reserch Center) registram que esta geração considera o casamento como uma instituição importante, tem uma crença em Deus generalizada e que apenas 5 % se opõem a relacionamentos inter-raciais. Acredito que, aqui no Brasil, resultados de pesquisas não seriam muito diferentes.
Convém ressaltar que os limites etários das gerações não são bem estanques e as características particulares variam também em função de diferença individuais como renda, religião, educação e origem geográfica, que num país continental como o Brasil apresenta determinadas peculiaridades.
A complexidade do relacionamento numa equipe de projeto entre grupos de faixas etárias, onde é latente o conflito de gerações, é um desafio para a liderança. Como gerir, de maneira equânime e sem privilégios, procurando extrair de cada elemento da equipe a competência requerida para o desenvolvimento do projeto?
Não existe segredo, não existe fórmula mágica, não existe procedimento pré determinado ou especificado para a situação. A competência do gerente do projeto está no entendimento do comportamento de cada elemento de cada grupo etário. Na descoberta e no entendimento dos valores comportamentais de cada elemento do grupo em relação à empresa, ao projeto, ao líder, aos colegas e aos subalternos, aplicando ferramentas de comunicação, de pesquisas de clima e agindo ora como mentor, ora como orientador, ora como conselheiro, ora como amigo e finalmente como um verdadeiro líder, identificando os ideais e valores de cada grupo etário e alinhando-os de forma a conduzir seus liderados ao sucesso do projeto.
Quando se tratam de projetos de engenharia, cujas equipes são formadas por elementos de múltiplas gerações, a situação é um pouco mais intrigante porque envolve valores inerentes a cada geração, conflitos de egos e conceitos sociológicos
Segundo o pesquisador Robert Samuelson, uma pesquisa Gallup, realizada em 1969, constatou que 74 % dos americanos acreditavam no conflito de gerações. Esta mesma pesquisa, realizada no ano passado, registrou o índice de 79 % para esta mesma crença dos americanos.
Da realização da primeira pesquisa até hoje, o mundo mudou, as comunicações se amiudaram, as culturas se modernizaram e os paradigmas raciais e sociais foram mitigados. Entretanto ficaram arraigados os conceitos de diferenciação entre os valores das diversas gerações, inclusive entre as novas gerações diferenciadas que surgiram neste período de quase quarenta anos.
Estudiosos de comportamento organizacional, baseados em pesquisas americanas, costumam dividir as gerações de trabalho em quatro grupos, relativizando-os com a idade e com mudanças significativas ocorridas na época em que entraram no mercado de trabalho. Estes mesmos grupos formam também os contingentes da engenharia nacional, variando um pouco na correlação de faixa etária e de valores no trabalho, em relação aos citados pelos especialistas americanos.
Assim, no primeiro grupo, estão os trabalhadores que cresceram influenciados pelo desenvolvimento nacional dos anos 50/60, quando plantaram a semente do progresso e levaram a marca da engenharia no processo de interiorização do Brasil. Carregam uma elevada gama de conhecimentos adquiridos ao longo de mais de meio século de trabalho. São respeitados e respeitosamente carregam o título de doutor antes do nome. Acreditam no trabalho duro, no status quo, no conservadorismo e no simbolismo da autoridade. Devotam uma lealdade impar aos seus patrões, ou à organização, quando empregados.
O segundo grande grupo, denominado pelos americanos de baby boomers, pode ser correlacionado, aqui no Brasil, com os veteranos que começaram a encarar o batente entre os anos 65 e 85, no período da ditadura e do correspondente desenvolvimento nacional daquela época. Amavam os Beatles e os Rolling Stones, e têm adoração pela MPB e pelos movimentos pelos direitos civis. Com aversão à ditadura, sofreram na pele os efeitos da inflação desmesurada e da recessão econômica. Têm uma parcela do liberalismo hippie, do amor livre e, sobretudo têm desconfianças do autoritarismo, ou autoridade excessiva no ambiente de trabalho. Valorizam muito a realização pessoal e o sucesso material, enxergando as empresas, que os contratam, como meio de realização das suas carreiras profissionais e do reconhecimento social.
A terceira geração, conhecida como Geração X, é formada por engenheiros com idade entre 25 a 40 anos de idade que entraram no mercado de trabalho entre os anos de 85 a 2000. Esta gênese teve a formação estruturada na globalização e na carreira profissional do pai e da mãe, que muitas vezes assumiu o papel de pai, devido ao divórcio. São obcecados pela música eletrônica, pelos computadores e por novos hardwares. Têm um estilo de vida equilibrado e uma lealdade aos relacionamentos e à família. Sabem trabalhar em equipe, apesar da rejeição a normas e paradigmas. Vêem o dinheiro como um indicador de qualidade de seu desempenho profissional e muitas vezes trocam aumentos de salários, segurança e promoções por uma vida menos estressante e com mais tempo para o laser e companhia da família. Especialistas, baseados em pesquisas americanas, registram que a Geração X valoriza a amizade verdadeira, a felicidade e o prazer. Na engenharia nacional, este grupamento é representado pelos engenheiros médios que continuaram a exercer a profissão mesmo durante a recessão econômica dos anos 80/90 que sufocou o desenvolvimento nacional e consequentemente a engenharia.
A quarta geração, com menos de 25 anos de idade, entrou no mercado de trabalho a partir dos anos 2000, e é conhecida como Geração Y ou da tecnologia. Alguns membros, ainda estagiários, custeiam seus estudos com a remuneração recebida, complementada pela ajuda dos familiares. Apresentam uma autoconfiança desafiadora, procuram sucesso financeiro e apresentam uma certa independência pessoal, apesar de se adaptarem bem ao trabalho em equipes. Pesquisas americanas (Pew Reserch Center) registram que esta geração considera o casamento como uma instituição importante, tem uma crença em Deus generalizada e que apenas 5 % se opõem a relacionamentos inter-raciais. Acredito que, aqui no Brasil, resultados de pesquisas não seriam muito diferentes.
Convém ressaltar que os limites etários das gerações não são bem estanques e as características particulares variam também em função de diferença individuais como renda, religião, educação e origem geográfica, que num país continental como o Brasil apresenta determinadas peculiaridades.
A complexidade do relacionamento numa equipe de projeto entre grupos de faixas etárias, onde é latente o conflito de gerações, é um desafio para a liderança. Como gerir, de maneira equânime e sem privilégios, procurando extrair de cada elemento da equipe a competência requerida para o desenvolvimento do projeto?
Não existe segredo, não existe fórmula mágica, não existe procedimento pré determinado ou especificado para a situação. A competência do gerente do projeto está no entendimento do comportamento de cada elemento de cada grupo etário. Na descoberta e no entendimento dos valores comportamentais de cada elemento do grupo em relação à empresa, ao projeto, ao líder, aos colegas e aos subalternos, aplicando ferramentas de comunicação, de pesquisas de clima e agindo ora como mentor, ora como orientador, ora como conselheiro, ora como amigo e finalmente como um verdadeiro líder, identificando os ideais e valores de cada grupo etário e alinhando-os de forma a conduzir seus liderados ao sucesso do projeto.
Qualidade total
Existem algumas discussões no mercado profissional que por serem complexos são interpretados de várias formas e geram mais discussões, como é o caso do que é ser ÉTICO? PROFISSIONAL? LINDO? FEIO? Por isso, mais uma vez trago para reflexão os conceitos de QUALIDADE das empresas, pois mesmo parecendo óbvio, nosso entendimento de qualidade pode sim ser diferente e são a percepção e prioridades diferentes que geram estresse.
Se questionarmos os gestores da qualidade de qualquer empresa, todos dirão que suas empresas têm qualidade total. SERÁ? Vou repetir o que já escrevo e debato a mais de dez anos: qualidade total é igual a perfeição, é difícil mas deve ser perseguida. Dessa forma a pergunta é: sua empresa sabe se tem qualidade total? Observe que falo da empresa como um todo, ou seja, ter um produto de qualidade e uma entrega sem qualidade, diz que sua empresa não tem qualidade total; o vendedor encanta o cliente e a telefonista não sabe dar uma informação; na produção sua empresa fabrica 10 unidades de um produto para ter 8 com qualidade; na loja o caixa não sabe se pode cobrar ou não juros por atraso isso não é ter qualidade total. Para sua empresa ter qualidade total deverá existir o conjunto de qualidades e basta um setor errar, independe onde, para ferir os princípios da qualidade. Vejo muita tecnologia à disposição das empresas, mas com telefonistas ou secretárias que não atendem o telefone de forma profissional, mas o diretor diz que sua empresa produz qualidade total.
Abaixo alguns itens para reflexão:
* Orçamentos equivocados;
* Entregas fora do prazo combinado;
* ntregas faltando peças;
* Produtos mal expostos na vitrine de uma loja;
* Atendimento do telefone;
* Produtividade abaixo da capacidade de produção;
* Retrabalho;
* Comunicação ineficiente;
* Correspondências com erros ortográficos;
* Cheques depositados antes das datas negociadas;
* Não saber negociar a inadimplência;
* Não respeitar o cliente.
Enfim, uma relação com qualidade chegará a mais de cem itens a serem analisados. Questione se realmente sua empresa oferta interna e externamente a tal QUALIDADE TOTAL.
Se questionarmos os gestores da qualidade de qualquer empresa, todos dirão que suas empresas têm qualidade total. SERÁ? Vou repetir o que já escrevo e debato a mais de dez anos: qualidade total é igual a perfeição, é difícil mas deve ser perseguida. Dessa forma a pergunta é: sua empresa sabe se tem qualidade total? Observe que falo da empresa como um todo, ou seja, ter um produto de qualidade e uma entrega sem qualidade, diz que sua empresa não tem qualidade total; o vendedor encanta o cliente e a telefonista não sabe dar uma informação; na produção sua empresa fabrica 10 unidades de um produto para ter 8 com qualidade; na loja o caixa não sabe se pode cobrar ou não juros por atraso isso não é ter qualidade total. Para sua empresa ter qualidade total deverá existir o conjunto de qualidades e basta um setor errar, independe onde, para ferir os princípios da qualidade. Vejo muita tecnologia à disposição das empresas, mas com telefonistas ou secretárias que não atendem o telefone de forma profissional, mas o diretor diz que sua empresa produz qualidade total.
Abaixo alguns itens para reflexão:
* Orçamentos equivocados;
* Entregas fora do prazo combinado;
* ntregas faltando peças;
* Produtos mal expostos na vitrine de uma loja;
* Atendimento do telefone;
* Produtividade abaixo da capacidade de produção;
* Retrabalho;
* Comunicação ineficiente;
* Correspondências com erros ortográficos;
* Cheques depositados antes das datas negociadas;
* Não saber negociar a inadimplência;
* Não respeitar o cliente.
Enfim, uma relação com qualidade chegará a mais de cem itens a serem analisados. Questione se realmente sua empresa oferta interna e externamente a tal QUALIDADE TOTAL.
acomodação e a arrogãncia
“Os dois piores inimigos da aprendizagem são a acomodação e a arrogãncia”. * Gilclér Regina
Quando você não aprende, você não cresce e o sucesso não somente fica mais difícil, ele foge, desaparece.
Atuando muitos anos em consultoria e treinamento, vi donos de empresa queixando-se do mau desempenho de seus vendedores, mas não se preocupando em lhes proporcionar treinamento ou apoio para melhoria das habilidades.
Não avaliavam o desempenho e por arrogância, impediam o desenvolvimento, não somente da equipe, mas o seu próprio. Seus negócios só tinham um caminho a seguir: ladeira abaixo!
A acomodação é uma inimiga natural da riqueza. Se você quer sucesso nos negócios, saia da zona de conforto. Quer sucesso na vida pessoal também? Saia da zona de conforto!
A motivação é remédio contra a acomodação e a boa atitude é remédio para combater a arrogância. Quando você evita a acomodação acaba por enxergar com nitidez as diferenças entre o certo e o errado.
Nas palavras do Reio Salomão no livro de Provérbios na Escritura Sagrada nós lemos que a arrogância precede a ruína e o espírito altivo, a queda.
Tenho como importante conselho assistir mais palestras, promover mais treinamentos, ler mais livros, assistir mais filmes e ver o que os concorrentes estão fazendo.
O importante não é onde você começa… É onde você termina. Para alguns não basta conquistar a montanha mais alta, para outros levantar-se de manhã e caminhar até o jardim é uma grande realização.
Importante é dar o máximo de si e ser o melhor ser humano possível, sem se importar com as cartas que recebeu no início do jogo. O melhor é a rodada final, o resultado.
Quantas pessoas saíram da escravidão salarial para a independência financeira com esse pensamento? Estude o sucesso. Das artes marciais chinesas às pinturas renascentistas, os alunos sempre aprenderam imitando os mestres.
Este é o único atalho para o sucesso!
Pense nisso, um forte abraço e esteja com Deus!
Quando você não aprende, você não cresce e o sucesso não somente fica mais difícil, ele foge, desaparece.
Atuando muitos anos em consultoria e treinamento, vi donos de empresa queixando-se do mau desempenho de seus vendedores, mas não se preocupando em lhes proporcionar treinamento ou apoio para melhoria das habilidades.
Não avaliavam o desempenho e por arrogância, impediam o desenvolvimento, não somente da equipe, mas o seu próprio. Seus negócios só tinham um caminho a seguir: ladeira abaixo!
A acomodação é uma inimiga natural da riqueza. Se você quer sucesso nos negócios, saia da zona de conforto. Quer sucesso na vida pessoal também? Saia da zona de conforto!
A motivação é remédio contra a acomodação e a boa atitude é remédio para combater a arrogância. Quando você evita a acomodação acaba por enxergar com nitidez as diferenças entre o certo e o errado.
Nas palavras do Reio Salomão no livro de Provérbios na Escritura Sagrada nós lemos que a arrogância precede a ruína e o espírito altivo, a queda.
Tenho como importante conselho assistir mais palestras, promover mais treinamentos, ler mais livros, assistir mais filmes e ver o que os concorrentes estão fazendo.
O importante não é onde você começa… É onde você termina. Para alguns não basta conquistar a montanha mais alta, para outros levantar-se de manhã e caminhar até o jardim é uma grande realização.
Importante é dar o máximo de si e ser o melhor ser humano possível, sem se importar com as cartas que recebeu no início do jogo. O melhor é a rodada final, o resultado.
Quantas pessoas saíram da escravidão salarial para a independência financeira com esse pensamento? Estude o sucesso. Das artes marciais chinesas às pinturas renascentistas, os alunos sempre aprenderam imitando os mestres.
Este é o único atalho para o sucesso!
Pense nisso, um forte abraço e esteja com Deus!
O Líder Faz a Diferença
O Líder Faz a Diferença
Atributos fundamentais do Líder
Enquato o gestor administra, o lider inova;
O gestor é uma cópia, o líder é um original;
O gestor mantém um setor, o líder inova e desenvolve;
O gestor concentra-se em sistemas e estruturas, o líder concentra-se nas pessoas;
O gestor confia no controle, o líder inspira confiança;
O gestor tem uma perspectiva de curto prazo, o líder tem uma perspectiva de longo prazo;
O gestor pergunta como? Quando? O líder pergunta o que? Porquê?
O gestor imita, o líder cria, rompe paradigmas;
O gestor aceita o status quo, o líder desafia e rompe barreiras;
O gestor é o clássico bom soldado, o líder é ele próprio, mas com visão estratégica;
O gestor faz as coisas bem feitas, o líder faz as coisas certas que precisam ser feitas.
Em vez de gerenciar e dar ordens,
o Líder inspira as pessoas.
O verdadeiro líder é um formador
de novos LÍDERES.
E você em que posição se encaixa,
gestor ou LÍDER?
Atributos fundamentais do Líder
Enquato o gestor administra, o lider inova;
O gestor é uma cópia, o líder é um original;
O gestor mantém um setor, o líder inova e desenvolve;
O gestor concentra-se em sistemas e estruturas, o líder concentra-se nas pessoas;
O gestor confia no controle, o líder inspira confiança;
O gestor tem uma perspectiva de curto prazo, o líder tem uma perspectiva de longo prazo;
O gestor pergunta como? Quando? O líder pergunta o que? Porquê?
O gestor imita, o líder cria, rompe paradigmas;
O gestor aceita o status quo, o líder desafia e rompe barreiras;
O gestor é o clássico bom soldado, o líder é ele próprio, mas com visão estratégica;
O gestor faz as coisas bem feitas, o líder faz as coisas certas que precisam ser feitas.
Em vez de gerenciar e dar ordens,
o Líder inspira as pessoas.
O verdadeiro líder é um formador
de novos LÍDERES.
E você em que posição se encaixa,
gestor ou LÍDER?
Lider inspirador
Líder Inspirador
Formação de Líderes
1. Os líderes dão o exemplo
Sem a paixão e o comprometimento visível da alta direção, não é possível desenvolver grandes líderes. A empresa deve moldar, pelo exemplo, o comportamento das outras pessoas. Isso significa que os próprios integrantes da cúpula devem se dedicar ao desenvolvimento de talentos e à formação de um funil de líderes. Formar novos líderes permanentemente.
2. As práticas são alinhadas
As estratégias de liderança devem refletir e fortalecer claramente a estratégia global da empresa. Os programas e práticas precisam estar alinhados aos objetivos de negócio. Além disso, têm de ser práticos, relevantes e exeqüíveis. A prática é a melhor escola de líderes.
3. O foco é no talento
É preciso ter foco total no talento. Isso envolve mais do que desenvolver pessoas – passa também por saber contratar, orientar, promover e recompensar os melhores executivos. Desenvolver um plano para reter os melhores talentos em liderança.
4. A cultura é de liderança
O desenvolvimento de líderes deve ser uma prática institucionalizada. Para os líderes, deve ser uma “maneira de se comportar” que aparece em cada aspecto do negócio – na cultura, na maneira como as decisões são tomadas, na estratégia e no próprio DNA da organização.
O líder Inspirador
Trabalha o imaginário. Tira as pessoas de onde estão agora e leva para um lugar onde elas nunca estiveram antes.
Formação de Líderes
1. Os líderes dão o exemplo
Sem a paixão e o comprometimento visível da alta direção, não é possível desenvolver grandes líderes. A empresa deve moldar, pelo exemplo, o comportamento das outras pessoas. Isso significa que os próprios integrantes da cúpula devem se dedicar ao desenvolvimento de talentos e à formação de um funil de líderes. Formar novos líderes permanentemente.
2. As práticas são alinhadas
As estratégias de liderança devem refletir e fortalecer claramente a estratégia global da empresa. Os programas e práticas precisam estar alinhados aos objetivos de negócio. Além disso, têm de ser práticos, relevantes e exeqüíveis. A prática é a melhor escola de líderes.
3. O foco é no talento
É preciso ter foco total no talento. Isso envolve mais do que desenvolver pessoas – passa também por saber contratar, orientar, promover e recompensar os melhores executivos. Desenvolver um plano para reter os melhores talentos em liderança.
4. A cultura é de liderança
O desenvolvimento de líderes deve ser uma prática institucionalizada. Para os líderes, deve ser uma “maneira de se comportar” que aparece em cada aspecto do negócio – na cultura, na maneira como as decisões são tomadas, na estratégia e no próprio DNA da organização.
O líder Inspirador
Trabalha o imaginário. Tira as pessoas de onde estão agora e leva para um lugar onde elas nunca estiveram antes.
Moldagem por injeção
MOLDAGEM POR INJEÇÃO
Nesta técnica de moldagem, o PVC é injetado a alta pressão em um molde. O molde é mantido a uma temperatura pré-fixada enquanto o polímero esfria. Em seguida, as metades são abertas e o artigo final é expulso. Para partes pequenas, muitos moldes são montados em uma máquina, e o PVC fundido é injetado simultaneamente em todos eles.
A moldagem por injeção pode produzir artigos mais complexos do que a por extrusão, mas não é um processo contínuo. Os artigos obtidos já estão em sua forma final, podendo ser rígidos ou flexíveis, compactos ou expandidos.
A moldagem por injeção soprada permite obter artigos ocos.
Com o processo de co-injeção, é possível produzir artigos como almas rígidas (metálicas ou poliméricas) colocando-os no molde antes da injeção final.
P
Nesta técnica de moldagem, o PVC é injetado a alta pressão em um molde. O molde é mantido a uma temperatura pré-fixada enquanto o polímero esfria. Em seguida, as metades são abertas e o artigo final é expulso. Para partes pequenas, muitos moldes são montados em uma máquina, e o PVC fundido é injetado simultaneamente em todos eles.
A moldagem por injeção pode produzir artigos mais complexos do que a por extrusão, mas não é um processo contínuo. Os artigos obtidos já estão em sua forma final, podendo ser rígidos ou flexíveis, compactos ou expandidos.
A moldagem por injeção soprada permite obter artigos ocos.
Com o processo de co-injeção, é possível produzir artigos como almas rígidas (metálicas ou poliméricas) colocando-os no molde antes da injeção final.
P
Assinar:
Postagens (Atom)




